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André  Lobão
André Lobão
conferência Internacional de Criatividade Digital O iMasters InterACT é uma conferência itinerante, que será realizada no Rio de Janeiro em 2010, focada em profissionais avançados de criação interativa e planejamento digital. O evento reúne alguns... ver mais O iMasters InterACT é uma conferência itinerante, que será realizada no Rio de Janeiro em 2010, focada em profissionais avançados de criação interativa e planejamento digital. O evento reúne alguns dos principais profissionais brasileiros, além de nomes internacionais, de criação, agências digitais, mídias sociais e planejamento. Este ano, o iMasters InterACT 2010 acontecerá em três dias, de 15 a 17 de julho. Nos dois primeiros dias, serão realizados minicursos, em parceria com a ESPM, que abordarão os temas Branded Content, Criação para plataformas Multissensoriais, Conteúdo Digital e Brand Experience. No sábado, dia 17, acontece a conferência InterACT, com palestras e debates sobre criação interativa e planejamento digital. O encontro será dividido em 3 ambientes: Arena, Auditório de Experiências e Foyer de Networking.... << tecnologia  interact  midias sociais  Descomplicando a Informática. 01/07/2010 21:57 0
João Paulo Malerba
João Malerba
Conferências Estaduais geram 6.101 propostas para 1ª Confecom O trabalho realizado nas 27 conferências de comunicação realizadas em todas as unidades da Federação rendeu um total de 6.101 propostas encaminhadas à... ver mais O trabalho realizado nas 27 conferências de comunicação realizadas em todas as unidades da Federação rendeu um total de 6.101 propostas encaminhadas à Comissão Organizadora Nacional (CON) da 1ª Confecom. As propostas estão sendo compiladas e ao final deste processo de sistematização, previsto para domingo, dia 6, vão gerar o caderno de sugestões que orientará os delegados da 1ª Confecom. Durante o processo de sistematização, as propostas foram divididas em diferentes categorias. Inéditas são as que aparecem apenas uma vez entre todas as produzidas no país inteiro. Convergentes são aquelas recorrentes ou que mantêm certo nível de relacionamento – estas são compiladas numa única proposta. Locais são as que tratam de temas estaduais e municipais e que, portanto, fogem do escopo da 1ª Confecom. Propostas prejudicadas têm seu entendimento comprometido por erros durante a submissão. E múltiplas são aquelas invalidadas por terem mais de uma proposta inserida no campo de uma apenas. Desde quinta-feira, dia 3, a sistematização realizada pela Fundação Getúlio Vargas está em fase de revisão, para que até domingo, dia 6, todo o trabalho esteja encerrado. Na próxima segunda-feira, dia 7, haverá a última verificação. Depois, as propostas serão reunidas por afinidades em 15 chaves. Elas serão então apresentadas aos delegados da 1ª Confecom, que, entre os dias 14 e 17 de dezembro, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, se dividirão em 15 grupos de trabalho para apreciar, discutir e votar as propostas que serão apresentadas nas plenárias.... << confecom  conferência  nacional  comunicação  propostas  Conferência Nacional de Comunicação 07/12/2009 11:31 0
João Paulo Malerba
João Malerba
conferência Municipal de Nova Iguaçu - Relatoria No dia 17/10, sábado, foi realizada no auditório da Escola Técnica Estadual João Luis do Nascimento a I Conferência Municipal de Nova Iguaçu. Estiveram... ver mais No dia 17/10, sábado, foi realizada no auditório da Escola Técnica Estadual João Luis do Nascimento a I Conferência Municipal de Nova Iguaçu. Estiveram presentes 20 pessoas, residentes dos municípios de Nova Iguaçu, Mesquita, Nilópolis e Duque de Caxias. A plenária indicou todos os presentes delegados como representantes para a Conferência Estadual de Comunicação, a ser realizada nos dias 30 e 31 de outubro e 1° de novembro. Segue abaixo as propostas aprovadas na plenária final da I Confecom Nova Iguaçu. I – Conselho Municipal de Comunicação Implantar Conselhos Municipais de Comunicação, de caráter deliberativo, com o objetivo de discutir, elaborar políticas públicas e fiscalizar a aplicação das verbas da área. O Conselho Municipal de Comunicação teria também como função a fiscalização da liberação de verbas publicitárias somente para veículos cujas empresas estejam em dia com todas as suas obrigações trabalhistas e financeiras. Criação de um fórum de discussão regional em até 1 ano, no intuito de discutir e deliberar sobre a criação de Conselhos Municipais de Comunicação nos municípios da Baixada Fluminense. II – Divisão dos Recursos Públicos e Controle Social das Verbas Publicitárias Pelo menos 10% das verbas de publicidade para veículos de comunicação locais. A distribuição deve ser regulamentada pelo Conselho Municipal de Comunicação, e que este observe o cumprimento das obrigações trabalhistas e financeiras dos veículos. III- TV Câmara Nos municípios da baixada fluminense onde houver TV a cabo, exigir a criação de TVs Câmaras. Nos municípios onde não houver TV a cabo, exigir a criação de uma TV Câmara na internet, abrindo espaço para exibição de programas locais. IV – Mídia e Educação Exigir a qualificação do profissional de educação voltada para a leitura crítica da mídia como também para a operacionalidade das tecnologias de comunicação disponíveis nas escolas. Dar instrumentos aos alunos para a leitura crítica da mídia. Garantir às escolas o acesso aos conteúdos produzidos por programas e projetos de mídia livre financiados por verbas públicas, sem cobrança de direitos autorais. Os Conselhos de Educação e de Comunicação ficam responsáveis por elaborar estas políticas públicas e pela implementação das mesmas. V – TV Regional para Baixada Fluminense Canal de TV aberto, público, financiados pelos governos federal, estadual e municipais da região. Criação de uma Associação Regional para incentivar a criação de um canal de TV aberto e público para a Baixada Fluminense, articulando entidades, movimentos sociais e terceiro setor. Utilizar os canais existentes para discutir a necessidade de um canal de TV para Baixada Fluminense. VI – Relações Trabalhistas nos Veículos da Região Foi aprovada uma moção de repúdio contra os desrespeitos constantes aos direitos trabalhistas de jornalistas que trabalham em veículos locais e contra as ameaças dos patrões quando os jornalistas vão buscar seus direitos na Justiça. Solicitar uma ação conjunta entre os diversos sindicatos da categoria contra tal situação. VII – TVs e Rádios Comunitárias e Comerciais da Baixada Fluminense Fazer um levantamento junto ao Governo Federal das rádios e Tvs sediadas nos municípios da Baixada Fluminense para verificar o cumprimento das obrigações locais quanto a espaço para produções locais, por exemplo. Garantir o livre acesso do cidadão às rádios comunitárias. VII – Internet Exigir que todo o território da Baixada Fluminense seja contemplado pela internet wi-fi grátis. Hoje, somente alguns pontos de poucos municípios da Baixada estão tendo cobertura do programa estadual de Internet livre.... << confecom  conferência  comunicação  nova iguaçu  relatoria  Conferência Nacional de Comunicação 19/10/2009 12:30 0
João Paulo Malerba
João Malerba
conferência Municipal de Comunicação - Piracicaba (SP) Neste final de semana, dia 17 de outubro, teremos a 1 Conferencia Municipal de Comunicação em Piracicaba. Este é um momento muito importante para podermos discutir os... ver mais Neste final de semana, dia 17 de outubro, teremos a 1 Conferencia Municipal de Comunicação em Piracicaba. Este é um momento muito importante para podermos discutir os interesses da população no que se refere aos meios de comunicação, distribuição de informação e políticas públicas em nosso país. Programação: 08:00 -credenciamento 08:30 - palestra de abertura 09:30 - grupos de trabalho 11:30 - apresentação dos grupos 12:30 - plenaria final 13:30 - encerramento Por favor, ajudem a divulgar! Mais informações sobre a Conferencia Nacional em http://proconferenc ia.org.br/... << conferência  municipal  piracicaba  Conferência Nacional de Comunicação 16/10/2009 10:46 0
João Paulo Malerba
João Malerba
conferência Municipal de Comunicação - Nova Iguaçu Será realizada no dia 17 de outubro, das 9h às 17h na Escola Técnica Estadual João Luis do Nascimento. Veja mais detalhes no cartaz em anexo. Será realizada no dia 17 de outubro, das 9h às 17h na Escola Técnica Estadual João Luis do Nascimento. Veja mais detalhes no cartaz em anexo. confecom  conferência  municipal  comunicação  nova iguaçu  Conferência Nacional de Comunicação 13/10/2009 12:28 0
João Paulo Malerba
João Malerba
conferência Livre do Rio de Janeiro, dia 10 de outubro de 12h as 18h na ECO-UFRJ O Fórum de Mídia Livre (FML) e o Fórum dos Pontos de Cultura do Rio de Janeiro convidam todos os Pontos de Cultura, midialivristas e ativistas cariocas para a Conferencia Livre... ver mais O Fórum de Mídia Livre (FML) e o Fórum dos Pontos de Cultura do Rio de Janeiro convidam todos os Pontos de Cultura, midialivristas e ativistas cariocas para a Conferencia Livre de Comunicação para a Cultura, a ser realizada no dia 10 de outubro (sábado), das 12h as 18h, no Auditório da CPM da Escola de Comunicação da UFRJ (Praia Vermelha) Fruto das propostas da I Conferência Livre de Comunicação para a Cultura realizada em setembro desse ano em Recife, o evento tem como objetivo mobilizar, debater e encaminhar propostas para a I Conferência de Comunicação (CONFECOM) em dezembro de 2009 e para a Conferência de Cultura, em 2010 tendo como foco as demandas dos Pontos de Cultura e midialivristas do Rio de Janeiro. Comunicação é um direito nosso. Participe e contribua para mudar o cenário da comunicação no Brasil! Eixos das Propostas para a Confecom Eixo 1: Produção de Conteúdo Eixo 2: Meios de Distribuição Eixo 3: Cidadania, Direitos e Deveres Metodologia A conferência será organizada com os participantes reunidos em 3 Grupos de Trabalho (GTs) em torno dos 3 eixos da Confecom e ao final as propostas de cada GT serão sistematizadas e aprovadas em Plenária. Documentos de base para o Debate: http://www.trezentos.blog.br/... e http://www.rioproconferencia.... ANTES da Plenária, as 12h exibição do filme "Rip: um manifesto remixado" (http://www.ripremix.com/),que trata da questão do direito autoral e novas tecnologias de produção musical e audiovisual. Apoio: Conferência Livre de Comunicação para a Cultura, Dia 10 de outubro, sábado, das 12h as 18h Local: Auditório da CPM da ECO-UFRJ (Campus da Praia Vermelha) Av. Pasteur, 250 fundos (entrada ao lado do Hospital Philippe Pinel) Como chegar: http://www.pontaodaeco.org/no... Mais informações: pontao.eco@gmail.com, Tel. 3873-5076 e 39735067... << confecom  conferência  nacional  comunicação  Conferência Nacional de Comunicação 06/10/2009 17:21 0
Lielle Serafim
Lielle Serafim
conferência Regional Livre de Comunicação de São Mateus - ES A mobilização para a Conferência Estadual de Comunicação do Espírito Santo (Conecom/ES) ganha força e chega ao interior do estado. Após o evento feito na Grande Vitória, São Mateus irá sediar a... ver mais A mobilização para a Conferência Estadual de Comunicação do Espírito Santo (Conecom/ES) ganha força e chega ao interior do estado. Após o evento feito na Grande Vitória, São Mateus irá sediar a segunda conferência livre no próximo dia 2 de outubro (sexta-feira), às 19 horas, no auditório do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (Sindserv). Foram convidados para a Conferência Regional Livre de Comunicação de São Mateus a Deputada Federal Iriny Lopes; o representante do Conselho Regional de Psicologia/ES, Gerson Abarca; e a representante da Comissão Pró-Confecom do ES, Andréia Lara Tose. A realização do evento conta com o apoio do vereador Eneias Zanelato, do Sindicato dos Servidores Públicos do município, Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de São Mateus, Sindicato dos Comerciários, Sindicato dos Trabalhadores Rurais e Conselho Regional de Psicologia. Para mais informações: Telefone – (27) 3763-2370 / 9247-9502 Email – psipensar@psipensar.com.br fonte: http://proconferenciaes.wordp...... << conferência de comunicação  Conferência Nacional de Comunicação 29/09/2009 08:19 0
João Paulo Malerba
João Malerba
conferência precisa avançar em relação ao controle social da mídia Entre os dias 1 e 3 de dezembro de 2009, o Brasil vai realizar sua primeira Conferência Nacional de Comunicação. Nos últimos anos, houve um aumento na quantidade de setores... ver mais Entre os dias 1 e 3 de dezembro de 2009, o Brasil vai realizar sua primeira Conferência Nacional de Comunicação. Nos últimos anos, houve um aumento na quantidade de setores que organizaram conferências - espaços de debate democrático em que é feita análise e proposição de políticas públicas, com a participação de organizações e sujeitos que se atuam nas mais diferentes áreas. Alguns setores organizam conferências que se tornaram referências, como a de saúde, que tem peso político superior ao do Ministério, ao aprovar as políticas públicas para o campo e fiscalizar sua implantação. Entre os outros campos que organizam conferências estão educação, cultura, segurança pública, igualdade racial e direitos humanos. Por ser a primeira edição, a Conferência de Comunicação tem o desafio de abordar temas importantes para a democratização do setor ao mesmo tempo em que enfrenta dificuldades por conta de inúmeras disputas. Sua comissão organizadora, instituída pelo governo, foi montada com uma super representação do setor empresarial – sete entidades representativas das empresas, o mesmo número de assentos que a sociedade civil, algo que não acontece em nenhuma outra conferência. Após sucessivas discussões, o setor empresarial se retirou quase que completamente da Comissão Organizadora (sobraram duas entidades), apesar de o governo ter cedido em praticamente todas as suas exigências. Os editoriais dos grandes jornais passaram a atacar a Conferência, alegando que os movimentos sociais querem impedir a participação dos empresários no processo e mexer com seus interesses comerciais. As propostas da sociedade civil para regimento interno, proporcionalidade e quantidade de delegados foram derrotadas pelos interesses dos empresários. Além da adesão do governo aos interesses do setor, contribui para esse quadro a ausência de um movimento forte de luta pela democratização da comunicação. Algumas entidades da sociedade civil inclusive aderiram às propostas do governo alegando que rechaçá-las poderia comprometer a realização da Conferência. Diante deste quadro, a possibilidade da CONFECOM aprovar propostas que realmente influam no cenário de concentração e monopólio das comunicações no Brasil é pequena. Questões como propriedade cruzada dos meios, regionalização da programação e produção, espaço para emissoras comunitárias na tv aberta e controle social da mídia não devem ser debatidas a fundo. Mecanismos de controle social Segundo Bia Barbosa, integrante do Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social, a questão do controle social da mídia é pauta histórica não só dos movimentos que lutam especificamente pela democratização da comunicação, mas de organizações de mulheres, direitos humanos, deficientes, crianças e adolescentes, movimento negro, LGBT, entre outros. Afinal, trata-se de grupos permanentemente estigmatizados por representações preconceituosas veiculadas diariamente pela mídia comercial. Começando pelas novelas, telejornais e comerciais que oferecem uma representação estereotipada da mulher como objeto de consumo e deleite masculino, passando para exemplos menos velados de exploração de tragédias e misérias, como os programas de auditório que exibem brigas de casais, contam histórias “bizarras” e chegando aos casos mais evidentes, as “pegadinhas” e programas de “humor” que humilham negros e negras, homossexuais e deficientes, concluímos que boa parte da programação disponível descumpre a legislação que determina que o conteúdo exibido pela TV não pode ferir a dignidade humana. Para Bia, o único caminho que a sociedade dispõe para lutar contra esse tipo de violação é a justiça, pois faltam mecanismos institucionalizados de controle social dos meios de comunicação. Segundo ela, a sociedade já criou alguns instrumentos, como a Campanha pela Ética na TV, cujo lema “quem financia a baixaria é contra a cidadania” está focado nos anunciantes que compram espaços publicitários de programas que expõem indivíduos e grupos sociais ao ridículo. Mas apesar da parceria com a Secretaria de Direitos Humanos, a campanha não é um órgão do Estado. Outro exemplo de avanço foi a veiculação dos programas Direitos de Resposta. Em 2006, uma série de organizações da sociedade civil, atuantes no campo da comunicação, direitos humanos, relações de gênero, etnia e diversidade sexual conseguiram, em parceria com o Ministério Público Federal, tirar do ar por um mês o “Tarde Quente”, atração de “pegadinhas” do “humorista” João Kleber, na Rede TV!. Além de exibir conteúdo impróprio para o horário (meio da tarde), descumprindo a classificação indicativa, o programa era um show de violações aos direitos humanos. Além de pagar uma multa, a Rede TV! foi obrigada a exibir durante o período o programa “Direitos de Resposta”, uma produção das organizações envolvidas na ação contra o “Tarde Quente”. A cada dia, o “Direitos de Respostas” deu espaço para as discussões e reivindicações de movimentos populares e organizações da sociedade civil, abordando temas como reforma agrária, reforma urbana, comunicação popular, hip hop, cultura regional, cotas para negros, direitos das mulheres, enfim, tudo o que não costuma estar presente na grande imprensa comercial. Mas, apesar desses exemplos, ainda há muito para ser feito. Para Bia Barbosa, a dependência do Poder Judiciário não ajuda o tema a avançar. “Precisamos de agências reguladoras, ouvidorias e canais de monitoramento acessíveis à população, como existe em outros países”, afirma. Conferência de Comunicação Apesar da Conferência de Comunicação ser um espaço em que a questão do controle social deveria ser debatida, é possível que isso não aconteça por conta da correlação de forças desfavorável já descrita. Para Bia Barbosa, a Confecom precisaria discutir quais mecanismos e de que forma a sociedade pode interferir no espaço das concessões. “Os empresários encaram qualquer tentativa de debater controle social como censura”, coloca. “A mesma coisa aconteceu quando o governo propôs a criação da Ancinav ou a sociedade debateu a necessidade de instituir a classificação indicativa de programas de televisão. O setor empresarial ameaçou não participar da Confecom caso o temário incluísse o termo “controle social” e o governo também está contra a inclusão”, afirma Bia. Já a sociedade civil defende que o controle social seja tema prioritário na Conferência e não admite que seja feito esse corte. Existe a tentativa de aproximar setores que não tratem diretamente do tema da comunicação, mas que se sintam estigmatizados por ela para lutar pela realização deste debate na Confecom. Segundo Bia, pode ser que o temário da Conferência, que deve ser concluído nos próximos dias, traga o termo “participação popular” ao invés do temido “controle social”. A questão do controle social da mídia não envolve apenas o conteúdo, ou seja, o monitoramento da qualidade da programação, mas também a participação da sociedade na formulação e controle da implantação de políticas públicas para o setor, como acontece nos campos da educação e saúde. Bia acredita que a população deve se apropriar deste debate e participar dos espaços que podem definir avanços para a democratização da comunicação no Brasil. “Precisamos pressionar o Estado para o cumprimento das leis que já existem e determinam condutas para os meios e regras para as concessões, que são públicas. Elas existem e não estão apenas na Constituição, mas em uma série de estatutos e tratados internacionais ratificados pelo Brasil, como a Convenção de Belém do Pará e a Convenção da ONU contra a discriminação racial de Durban. Ambas determinam que os países signatários lutem para que seus meios de comunicação não veiculem conteúdo discriminatório e preconceituoso”, conclui. Fonte: Abong... << confecom  conferência  nacional  comunicação  controle social  abong  Conferência Nacional de Comunicação 14/09/2009 10:25 0
Lielle Serafim
Lielle Serafim
conferência Livre Regional de Comunicação do ES Já estão abertas as inscrições para Conferência Livre Regional de Comunicação que será realizada no dia 12 de setembro, de 8 às 18 horas, no auditório do Cemuni IV da Ufes. Pela manhã serão... ver mais Já estão abertas as inscrições para Conferência Livre Regional de Comunicação que será realizada no dia 12 de setembro, de 8 às 18 horas, no auditório do Cemuni IV da Ufes. Pela manhã serão debatidos os temas Princípios de uma Comunicação Democrática e As novas mídias e a construção da cidadania. À tarde serão montados quatro Grupos de Trabalho: Grupo 1 – Mecanismos de controle social da mídia (sub-tema: A criminalização dos movimentos sociais na mídia); Grupo 2 – As novas formas de distribuição e circulação de bens culturais; Grupo 3 – Educomunicação (Sub-tema: Construção da subjetividade); Grupo 4 – A importância de um sistema público regional As pessoas poderão se inscrever em apenas um dos Grupos de Trabalho, que acontecerão simultaneamente. ... << Nenhuma Conferência Nacional de Comunicação 05/09/2009 18:54 2
Agência Radiofônica Pulsar
Agência Pulsar
conferência Estadual no Rio ganha comprometimento de deputado Audiência Pública realizada na Assembléia Legislativa do Rio (Alerj) debateu comunicação e obteve do deputado estadual Alessandro Molon (PT) garantia de... ver mais Audiência Pública realizada na Assembléia Legislativa do Rio (Alerj) debateu comunicação e obteve do deputado estadual Alessandro Molon (PT) garantia de mobilização para convocação da conferência estadual pelo legislativo caso o executivo não o faça. A deputada federal Cida Diogo (PT-RJ), explicou que se o Executivo Estadual não convocar a conferência, o legislativo poderá fazê-lo. E se nem isso for possível, a própria sociedade poderá convocar. Nenhum membro do executivo compareceu. Ponto negativo do evento que tinha como objetivo mobilizar o poder público. Cida Diogo é membro da Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara e da subcomissão que acompanha os desdobramentos para realização da I Conferência Nacional de Comunicação, que será realizada em 1, 2 e 3 de dezembro. Ela informou sobre a organização em Brasília e destacou a dificuldade de encaminhar as demandas dos movimentos sociais graças a pressão do empresariado. Mais um motivo, disse ela, para que a sociedade se organize. Pela sociedade civil, o professor Marcos Dantas comentou a dificuldade de consenso neste tema. Ele destacou que a Conferência é um enorme avanço político, mas que “pode ter resultados desastrosos” para a sociedade, com a legitimação das vontades do empresariado. Já a militante do Intervozes Oona Castro descreveu o trabalho da Comissão Rio, que começou em 2007 e reúne hoje 30 entidades. Ela explicitou temas que podem ser debatidos na Conferência Nacional, como as concessões públicas de rádio e TV. Cerca de 200 pessoas acompanharam os debates no plenário da Assembléia, que foi transmitido também ao vivo pela internet. Depois destas falas foi aberto microfone para a plenária, que reclamou o fato de muitos inscritos não serem ouvidos por falta de tempo. O deputado estadual Gilberto Palmares (PT) também participou e se comprometeu com a pauta. Depois da Audiência Pública foi realizado Ato-show na Praça da Cantareira para mobilizar a população de Niterói. (Lívia Duarte para Agência Pulsar: www.brasil.agenciapulsar.org) Ouça entrevista com a Deputada Federal Cida Diogo sobre  o tema nos "áudios" desta comunidade.... << conferência  comunicação  rádios comunitárias  pulsar  rio de janeiro  rio  são paulo  Conferência Nacional de Comunicação 30/06/2009 12:11 0
João Paulo Malerba
João Malerba
conferência Internacional aponta oportunidades diante da crise econômica Também foram enumeradas as principais tarefas e desafios da Rede de Tecnologia Social, que entra em uma nova etapa, após quatro anos de existência. 20/04/2009 - As... ver mais Também foram enumeradas as principais tarefas e desafios da Rede de Tecnologia Social, que entra em uma nova etapa, após quatro anos de existência. 20/04/2009 - As oportunidades abertas pela crise econômica mundial para se repensar um novo modelo de desenvolvimento foram o assunto em destaque no painel de encerramento da 2ª Conferência Internacional de Tecnologia Social, encerrada sexta-feira (17/04), em Brasília. No painel “Construção de uma agenda de mobilização global em função das Tecnologias Sociais”, o professor da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo, Ladislau Dowbor, e o sociólogo e gerente da Unidade de Desenvolvimento Territorial do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Juarez de Paula, fizeram uma ampla análise do cenário socioeconômico atual e apontaram caminhos possíveis para, além de superar a crise financeira global, criar um desenvolvimento que seja humano, social, sustentável, includente e local. Ladislau Dowbor apresentou um panorama preocupante da situação ambiental, de distribuição de renda e dos investimentos mundiais em diferentes setores para mostrar a insustentabilidade do atual modelo de desenvolvimento. “Em 1960, os mais ricos consumiam 70 vezes o que consomem os 20% mais pobres; em 1980, os mais abastados passaram a consumir 140 vezes mais e essa disparidade continua crescendo”, exemplificou. “Nosso eixo tem que ser mais do que recolocar o trem nos trilhos, não só criar liquidez e voltar a ter renda nos bancos. Queremos dinheiro não só para a especulação, mas para enfrentar os dramas ambientais e sociais no mundo”, afirmou o professor da PUC/SP, lembrando que “a crise é a oportunidade de mexer no modelo de desenvolvimento de forma mais profunda”. Juarez de Paula avaliou que a crise abre três importantes possibilidades: rediscutir o conceito de desenvolvimento, repensar o conceito de democracia e discutir as políticas públicas. “Será que queremos a continuidade desse modelo? Por que é possível oferecer trilhões de dólares para salvar os bancos e não oferecer renda mínima de cidadania para que todos tenham condições de consumo com melhor qualidade de vida?”, provocou o sociólogo. Na avaliação dele, “o Brasil é um dos países com melhores condições para enfrentar a crise, e de sair dela de forma mais rápida porque, nos últimos anos, praticou políticas distributivas, tais como programas de seguridade social, Bolsa Família e elevação de créditos para a agricultura familiar”. Apesar da atitude rápida de enfrentamento da crise, o Brasil também foi afetado por ela e precisa discutir suas políticas sociais, ressaltou Juarez. “A extensão e a profundidade da crise afetaram o Brasil com queda da produção industrial, desemprego e redução da atividade econômica. Por isso, o país tem que discutir também um novo modelo que seja não só econômico, mas que inclua suas escolhas de políticas públicas”, reforçou. Ele defendeu a busca de uma aliança estratégica entre os movimentos de desenvolvimento territorial, local e de economia solidária. Dowbor lembrou que é importante a reorganização do processo decisório sobre desenvolvimento. “Com a crise financeira e ambiental, podemos trazer outros problemas para a mesa. Há um esforço do governo em pôr mais recursos no nível local, mas o problema não é de falta de recursos financeiros e sim de avançar nas formas de organização”, destacou. Ele citou o exemplo do movimento “Nossa São Paulo”, que reuniu 530 organizações sociais e conseguiu criar 130 indicadores para a cidade de São Paulo, que passaram a ser adotados legalmente pelo governo municipal. “Precisamos, ainda, investir na organização de sistemas locais de informação”, afirmou. Tarefas e desafios Ao final do painel, Juarez de Paula enumerou as principais tarefas e desafios da Rede de Tecnologia Social, que, segundo ele, entra em uma nova etapa, após quatro anos de existência. “Podemos começar a pensar de forma mais ousada e reforçar a conquista de inserção do tema Tecnologia Social na agenda de importantes instituições que fomentam o desenvolvimento no país, disse. Ele apontou a importância de se ampliar a distribuição da Rede e adensar a capacidade de interação entre pessoas e instituições; de reforçar as articulações locais; de investir mais nas conexões internacionais da Rede, promovendo a troca de experiências entre os países; de trabalhar com campanhas de mobilização de temas e Tecnologias Sociais a eles conectadas; e de estabelecer prioridades temáticas, que na sua avaliação deveriam ser água, energia limpa, alimentos saudáveis, habitação de baixo custo e emprego e renda, todas com excelentes Tecnologias Sociais de sucesso em desenvolvimento. Por Assessoria de Imprensa da 2a Conferência Internacional de Tecnologia Social... << Nenhuma Tecnologia Social 21/05/2009 13:08 0
João Paulo Malerba
João Malerba
conferência debaterá modernização da legislação do setor, dizem ministros 28/04/2009 Fonte:Observatório do Direito à Comunicação A publicação do decreto convocando a Conferência Nacional de Comunicação... ver mais 28/04/2009 Fonte:Observatório do Direito à Comunicação A publicação do decreto convocando a Conferência Nacional de Comunicação (Confecom) deu início oficial a um processo inédito na área das comunicações. Se para os diversos segmentos da sociedade civil, entre empresários e movimentos sociais, sua finalidade ainda é objeto de intensos debates a partir do confronto entre expectativas e possibilidades, para o governo federal há clareza sobre qual é o objetivo central da iniciativa: mobilizar os atores para elaborar propostas com vistas à reforma da legislação da área. "O Governo faz a aposta de que o diálogo e o debate serão importantes frente à absoluta necessidade de modernizar o marco regulatório da área. Nosso interesse é recolher e sistematizar elementos que permitam a modernização da legislação do setor. Esta Conferência pode trazer à tona esta questão, levantar contribuições e organizando o debate", afirmou o ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), Franklin Martins, em coletiva promovida em Brasília na última semana que contou ainda com a presença do ministro das comunicações, Hélio Costa, e da Secretaria-Geral da Presidência da República, Luiz Dulci. O anacronismo do atual marco regulatório é uma constatação recorrente nos debates sobre os mais variados temas na área das comunicações. A norma que disciplina a radiodifusão no país, o Código Brasileiro de Telecomunicaçõ es (CBT - Lei 4.117), é de 1962. "O código de radiodifusão é da época em que sequer havia TV a cores", pontuou o ministro das comunicações, Hélio Costa. Se as mudanças ainda no sistema analógico já apontavam para a necessidade de alterar a lei, a chegada da TV digital coloca possibilidades que não podem ser aproveitadas nos marcos de seus artigos. Um exemplo é a multiprogramaçã o, funcionalidade central desta nova tecnologia proibída pelos limites da legislação. Embora o diagnóstico não seja novo, a resposta a este desafio ainda não recebeu sequer um pontapé inicial por parte do governo Lula, completados oito anos de gestão. Em resposta a esta constatação, o ministro das comunicações alegou que o debate já acontece há anos na Esplanada dos Ministérios, mas que a Conferência pode colocá-lo em um outro patamar. "A Lei Geral de Comunicação já estava sendo discutida. Há quatro anos que pensamos em fazer a lei, mas acabamos fazendo nada. A Conferência Nacional vai dar o norte", disse Costa. No entanto, o ministro admitiu que, se a Conferência conseguir avançar no teor do novo marco regulatório, dificilmente ele será aprovado em 2010 por conta das eleições para os executivos e parlamentos federal e estaduais. "Ano que vem não será o melhor ano", afirmou. Tal reconhecimento é um alerta para o difícil caminho de uma reforma efetiva na legislação da área. A mudança no comando do governo federal nas próximas eleições poderá enterrar qualquer elaboração resultante do processo da Conferência. Sociedade protagonista Segundo o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Luiz Dulci, a sociedade será a protagonista do debate sobre a revisão do marco normativo das comunicações, cabendo ao governo apenas um papel de suporte. "A Conferência é para que a sociedade debata, o governo é um facilitador. Por isso tem mais sociedade civil do que poder público na Comissão Organizadora. Esperamos que as entidades da sociedade civil estabeleçam a pauta", revelou Dulci. Para Franklin Martins, o êxito da Conferência depende das entidades organizadas que irão atuar nela. "Se começar desde o início uma coisa truncada, dificilmente dará certo. Nós apostamos que este tema sensível que precisa receber tratamento moderno será objeto de debate maduro pelas entidades", avaliou. De acordo com Hélio Costa, o governo quer "ajudar a sociedade civil a discutir a questão". "Não pode parecer que governo quer isso ou aquilo", acrescentou. Apesar do tom moderado, é conhecido que em outras conferências o governo federal atua decisivamente de modo a evitar resoluções que vão de encontro à política, por vezes diferenciada, dos diversos órgãos do Executivo Federal. Resultado incerto Luiz Dulci rejeitou o prognóstico fácil sugerido por jornalistas de que o debate vá se tornar uma polarização entre as clássicas posições do movimento pela democratização da comunicação e a agenda do empresariado. "O cenário é muito mais plural do que pode parecer. Nos empresários pode haver ênfases diferenciadas" , analisou. Se é fato que as forças deverão ter atuação mais fluída do que esta tradicional disputa, resta saber qual papel de fato jogará o governo federal, que deverá ser o fiel da balança nos temas mais polêmicos.... << conferência  conferencia  nacional  comunicacao  comunicação  Conferência Nacional de Comunicação 04/05/2009 09:52 0
João Paulo Malerba
João Malerba
conferência precisa definir formas de controle público da comunicação 24/04/2009 | Candice Cresqui FNDC A 1ª Conferência Nacional de Comunicação precisa definir formas de controle público e de capacitação da sociedade... ver mais 24/04/2009 | Candice Cresqui FNDC A 1ª Conferência Nacional de Comunicação precisa definir formas de controle público e de capacitação da sociedade para incidir sobre a comunicação. Além disso, precisa conduzir à reestruturação do mercado e repensar a relação dos meios de comunicação com a cultura, diz o Coordenador- geral do FNDC, jornalista Celso Schröder. Em entrevista ao e-Fórum, o coordenador- geral do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), jornalista Celso Schröder, aborda as concepções da entidade sobre o papel da Conferência na construção de mecanismos de controle público. Destaca ainda a necessidade de inserir nos debate temas sobre a cadeia produtiva do setor, enfrentando incontornáveis questões mercadológicas. A 1ª Confecom ocorrerá entre os dias 1º e 3 de dezembro de 2009. O jornalista também presidente da Federação de Jornalistas da América Latina e do Caribe (Fepalc), vice-presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj). Leciona no curso de Jornalismo da Pontifícia Universidade Católica do RS (PUC-RS) há mais de 20 anos. Foi presidente do Sindicato dos Jornalistas do RS duas vezes e secretário da comunicação do Partido dos Trabalhadores no estado. Atualmente chefia a Superintendência de Comunicação da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, cargo assumido no mês de janeiro. Qual o cenário da mídia brasileira que aguarda a Conferência? Schröder – O Brasil possui um déficit alto de democracia no setor de comunicação. O atual sistema é verticalizado e concentrado de uma maneira insuportável, fruto de algumas questões históricas e de muitas decisões políticas. Não houve, no Brasil, os debates ocorridos em boa parte do mundo, sobre as escolhas dos sistemas e a atribuição da dimensão pública dos mesmos. Embora a atual Constituição sinalize com algumas questões, como a proibição do monopólio, da concentração de mídia, da censura, e dê garantias à liberdade de expressão, ela o faz de maneira tão pouco regulamentada que praticamente dada disso se aplica. Nos últimos dez anos, esse sistema entrou em colapso por dois motivos principais. Um deles é a deficiência do modelo de financiamento; o outro é decorrente de uma convergência tecnológica avassaladora. Muito mais do que simplesmente uma transição do tipo televisão preto-e-branco para em cores, como algumas vezes erroneamente é comparada. Estamos num momento histórico novo, que exige de todos nós políticas públicas. A Conferência se consagra como o lugar propício para essa formulação. Nós conseguimos, a partir da percepção dessa crise, criar essa possibilidade de efetivamente enfrentá-la. Essa crise tem solução e ela será a melhor possível se for discutida e negociada entre todos os agentes políticos em jogo. Se fizermos um bom debate, profundo e responsável, transcendendo as denúncias e os diagnósticos, já exaustivamente feitos, e passarmos para a difícil fase de propor, nós daremos um passo importante na história. Atualizando o país do ponto de vista da democracia, da infra-estrutura e da indústria. Que formato o evento deve ter para garantir a participação plural? Schröder – Quando o FNDC apresentou a proposta de realização de uma conferência, manifestamos o cuidado para que ela não se reduzisse a um debate exclusivo dos movimentos sociais. Precisávamos constituir bases de acordo. Isso para que, além do debate oportuno e atrasado que a Conferência vai proporcionar, tivéssemos políticas públicas como decorrência concreta. Portanto, ela deveria ser, necessariamente, o debate entre os interesses políticos do país, representados, de um lado, pelos empresários de comunicação (vendo-a apenas como o seu negócio), e de outro, pela sociedade civil (precisando atribuir a esse negócio o caráter de serviço e de direito social à comunicação). Além disso, é preciso que o Estado esteja presente, para que as políticas sugeridas possam ser implementadas. A Comissão Organizadora estabelecida pelo Governo de um modo geral atende ao que o FNDC vinha defendendo. Uma composição tripartite, com a participação do Estado, dos empresários e dos movimentos sociais. Talvez haja uma super-representaçã o do Estado, mas isso não deslegitima o grupo. A Conferência está desenhada nos moldes que o movimento social vinha reivindicando – um encontro nacional, convocado pelo Executivo, com âmbitos regionais e estaduais. Precisamos agora debater com esses agentes econômicos e com o Estado, lutando para conferir à comunicação a dimensão humana e pública. Qual é o maior desafio a vencer para consolidar a Conferência? Schröder – O maior desafio nós já vencemos, criando a confiança entre todos os atores de que estávamos propondo a construção de um espaço efetivamente público. Essas negociações ocorreram nos últimos dois anos, e creio que o FNDC teve um papel importante como interlocutor nesse processo. Temos um histórico de relações transparentes, baseadas no cumprimento de acordos e principalmente na transparência de posições. Sem abrir mão dos nossos princípios, sempre nos dispomos a construir propostas a partir de visões antagônicas. Sempre evitamos práticas que levassem á exclussão dos interlocutores dos processos em debate. Agora entramos num segundo momento. Precisamos compreender que esse espaço deve transformar- se num local de constituição de contratos. Os movimentos sociais devem pactuar sistematicamente, mas com o cuidado de que de nenhuma posição seja submissa ou se sobreponha a outras. Devemos agora pensar na constituição de mecanismos de aferição, de consulta. E já começamos a fazer isso satisfatoriamente com as comissões estaduais. Precisamos constituir uma Conferência que discuta coisas pontuais, com eixos bem definidos. Com o cuidado de não atribuir a ela um caráter messiânico. Temos que compreendê-la como o início de um processo a ser sedimentado, a exemplo de outras conferências. E precisamos construir bases de acordos na Comissão Organizadora, evitando a tentação de fazer dentro dela a própria Conferência, antecipando um debate que deve ser público. Outro desafio, ao propor regras para a comunicação, é o de não as confundir com qualquer tipo de censura. Essa Conferência deve ter o caráter de construção de mecanismos de controle público. E esses mecanismos são sistemas interligados, onde se constituem sutis estruturas sem tutores, ou censores, de modo que a liberdade de expressão efetivamente exista. E qual será o desafio posterior? Schröder – Acredito que seja o desafio de o Governo, a partir do recolhimento das proposições originárias da Conferência, ter ânimo para transformá-las em políticas públicas. O governo precisa recompor a sua correlação de forças. Ao longo das últimas décadas, o Executivo nacional tem sido refém das empresas de radiodifusão. Espero que este Governo não permita a continuidade dessa situação, nem simplsmente troque de "tutor", passando a submter-se aos interesses das operadoras telefônicas, as chamadas teles, que dominam a internet e já se atribuem o direito de transmitir conteúdos, programas, embora nenhuma norma lhes autorize tanto. Nesse caso a situação pioraria, pois no caso da radiodifusão há algumas normas de controle nas quais a sociedade pode se apegar. No caso das teles, se elas assumissem o papel que hoje cabe às empresas de rádio e TV, o descontrole seria absoluto. Ao convocar uma Conferência, o Governo precisa constituir articulações e bases de apoio na sociedade para fazer as mudanças necessárias, criando regras para desconstituir esses poderes ilegítimos que aí estão. Devemos atribuir à comunicação brasileira o seu caráter de serviço, por um lado, e de outro, de direito social inalienável, reafirmando o caráter republicano do país. Quais os grandes temas que devem ser abordados? Schröder – O tema central deve ser a convergência. Temos que tratar desse imbróglio tecnológico e a consequente confusão de papéis das telecomunicaçõ es e radiodifusão. Essa questão é fundamental. Mas outros temas merecem atenção. Temos um índice baixíssimo de leitura no país, por exemplo, e precisamos de ações efetivas para dar conta disso. Temos uma degradação do rádio, que tem somente 4% dos financiamentos no país. Isto obviamente resultou numa deterioração de conteúdo, e obrigou as emissoras a entrarem em rede, traindo sua vocação regional. Devemos discutir o provimento da comunicação; o significado de rede pública e única, proposta do FNDC feita há muito tempo e que se mostra mais urgente; a reestruturação dos sistemas de comunicação; a forma como a sociedade está capacitada para receber as mensagens midiáticas. A regulação da internet é outro tema. Tudo isso são eixos fundamentais a serem tratados. Além disso, a Conferência deve estar calçada em alguns princípios, como a inclusão social, a regionalização, a diversidade cultural e religiosa, as questões étnico-raciais e de gênero, os cuidados com a infância. Esses princípios devem permear transversalmente a Conferência. Por que o FNDC dá ênfase aos debates sobre a cadeia produtiva? Schröder – É preciso compreender que o modelo de comunicação do país é resultado de uma cadeia de valores, de um negócio. Não temos como reverter essa situação se não entrarmos no cerne do debate. É preciso ter coragem para enfrentar esse modelo, prioritariamente econômico, como a esquerda sempre defendeu. Marx [Karl] já apontava que as relações humanas estavam pautadas a partir da vida econômica, não das ideias como queriam os filósofos alemães. Se ficarmos restritos ao idealismo, perderemos esse embate. Fazer a discussão pela lógica da cadeia produtiva não significa excluir os princípios que já falamos, mas incluí-los nesse debate. Será o espaço para tratarmos da reorganização desse sistema falido da produção a partir da lógica do mercado. Precisamos debater as questões de provimento, produção, circulação, recepção. Como se dará o financiamento da TV pública, das TVs comunitárias? Como se dará a relação das teles com os radiodifusores, hoje frágeis economicamente? Como se dará a produção regional, como ela será regrada? A distribuição e circulação de produtos de cultura, principalmente pela televisão, estão absolutamente verticalizados. São baseados em um modelo de sucesso comercial que é o de emissoras filiadas, onde a produção se torna concentrada e inibe a cultura regional. Precisamos reverter isto. E a desverticalizaçã o também precisa ser pensada para a mídia impressa. O maior jornal brasileiro tem uma tiragem inferior a 300 mil exemplares diários. Isso é vergonhoso, considerando o volume da população brasileira. Ainda há as questões como recepção e consumo. Precisamos de um sistema que atribua ao receptor uma dimensão cidadã, para que a comunicação não seja encarada simplesmente como entretenimento. Mesmo na televisão paga, o consumidor tem o direito de ter um pacote qualificado. A base que sustenta a sociedade do futuro é a comunicação. Se conseguirmos dominá-la, ter sobre ela um controle social, o Brasil terá grandes chances de fomentar a igualdade e a pluralidade, consolidar a Nação e a projetar-se mundialmente. Quais são as bases de políticas de comunicação que incidam no cotidiano? Schröder – O FNDC tem como base quatro eixos estratégicos: o controle público dos meios, a reestruturação do sistema de comunicação, a capacitação da sociedade e as políticas de desenvolvimento da cultura. A idéia de controle público propostas pelo FNDC sustenta que o Estado, embora tenha uma dimensão pública definida, precisa ser transpassado por mecanismos diretos de controle da sociedade. A comunicação precisa ser compartilhada e apropriada pela população. Para isso, essa população precisa ser capacitada a compreender os mecanismos de produção dos meios. Para o FNDC, a partir desses dois princípios, será possível fazer a reestruturação do sistema de comunicação. Isso quer dizer reorganização – precisamos dos sistemas privado, estatal e público garantindo a multiplicidade do país. E todos eles sob controle público. Quando lutamos por uma comunicação mais democrática, lutamos para atingir a democratização da cultura. Entendemos que a cultura é o resultado final dos meios da comunicação. Portanto, as bases que estruturam o FNDC têm o controle público como vértice e a cultura como síntese. Como avaliar a efetividade de uma comunicação democratizada? Schröder – Se existisse um índice de democratização, esse índice se daria pela capacidade da comunicação de representar a diversidade do país. Esse é o nosso principio norteador. Exemplo: a minha fala deve estar assegurada da mesma forma que a dos meus adversários. Quando lutamos pela democratização da comunicação, não lutamos por uma hegemonia. Dominique Wolton [sociólogo francês] ressalta a importância da coexistência de mídias privadas e públicas nacionais expressando a unidade e a cultura do país, ao mesmo tempo em que as mídias regionais devem ser estimuladas. É preciso haver pluralidade para termos democracia. Devemos rechaçar qualquer tentativa de se formar uma “Rede Globo” de sinal inverso. Isto é: não queremos criar um sistema de comunicação no qual a "nossa" comunicação predomine. Ela deve ser uma construção coletiva - daí a importância da capacitação da sociedade para essa tarefa e do controle público sobre essa mesma tarefa. É preciso garantir que, tanto as grandes empresas, quanto a rádio comunitária mais longínqua, tenham dentro da sua atividade a dimensão pública e a obrigação de dar guarida às versões todas sobre os fenômenos da comunicação. Quando o FNDC fala de controle público, significa que ele se aplica tanto às grandes empresas de comunicação quanto às mídias alternativas, sindicais, de bairro, comunitárias ou públicas.... << conferência  conferencia  nacional  comunicação  comunicacao  fndc  schroder  Conferência Nacional de Comunicação 30/04/2009 19:40 0
Tony Marques
Tony Marques
conferência de comunicação gera disputas Conferência de comunicação gera disputas por Michelle Amaral da Silva última modificação 24/03/2009 13:09 Colaboradores: Altamiro Borges Os... ver mais Conferência de comunicação gera disputas por Michelle Amaral da Silva última modificação 24/03/2009 13:09 Colaboradores: Altamiro Borges Os barões da mídia temem que a convergência digital acelere a invasão das multinacionais da telefonia no setor 24/03/2009 Altamiro Borges A Conferência Nacional de Comunicação nem foi convocada oficialmente e já é alvo de ataques e sabotagens. Ela foi anunciada inesperadamente pelo presidente Lula no Fórum Social Mundial, em Belém, no final de janeiro, sendo motivo de comemoração para todos os que lutam contra a ditadura midiática no país. Na sequência, foram feitas varias reuniões em Brasília para definir o temário e a comissão organizadora, mas a decreto oficial de convocação ainda não foi publicado. Esta demora preocupante se deve a intensa disputa de bastidores sobre os rumos da conferência. No próprio governo, as divergências são visíveis. O ministro Franklin Martins, da Secretaria de Comunicação Social, defende que a conferência discuta as concessões públicas, a propriedade cruzada e a concentração da mídia, num processo que sirva para democratizar este setor. Já o ministro das Comunicações, Hélio Costa, afirmou em recente palestra que "a democratização da comunicação sempre existiu no governo Lula. "Não precisa de uma conferência nacional para fazer a democratização de nada", polemizou, contrapondo-se ao próprio presidente. Guerra no meio empresarial As divergências também estão acirradas nos meios empresariais. Os barões da mídia temem que a convergência digital acelere a invasão das multinacionais da telefonia no setor. Eles fazem um discurso em defesa da produção cultural brasileira, mas não aceitam tocar nos seus privilégios - no monopólio midiático que manipula corações e mentes. Paulo Tonet, da Associação Nacional de Jornais, expressou bem esta contradição, ao criticar o debate sobre a concentração do setor e ao defender que a conferência discuta apenas "o conteúdo nacional da produção". Nesta guerra entre as teles e os barões da radiodifusão, a sociedade brasileira está totalmente excluída, alijada. Mesmo com suas diferenças, os dois segmentos do capital se unem para evitar que a conferência se empenhe em democratizar, de fato, os meios de comunicação. A Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP), que expressa os interesses de ambos, recentemente atacou o presidente Lula por suas "críticas desmedidas" à mídia e manifestou temor com o evento. Já os jornalões e emissoras de televisão destilam veneno contra a participação da sociedade. A Folha de S.Paulo, por exemplo, publicou reportagem marota sobre os gastos públicos com o evento, previstos em R$ 8,2 milhões. Quanto menor a estrutura, mais difícil será o acesso e a participação das organizações da sociedade civil. Limites ao poder incontrolado Como alerta o professor Laurindo Leal, a gritaria indica que "a campanha contra já começou. E a ordem veio de cima, bem de cima: da associação internacional dos donos da mídia no continente, conhecida pela sigla SIP. Ela se diz preocupada ‘porque os debates serão conduzidos por ONGs e movimentos sociais que pretendem interferir no funcionamento da imprensa'. A expressão pode ser traduzida pelo temor diante da possibilidade de um debate mais sério e aprofundado sobre o pensamento único imposto pelos grandes meios de comunicação. Afinal, debates como o proposto podem conduzir a ações práticas, capazes de impor limites a esse poder incontrolado". Profundo conhecedor do poder da ditadura midiática, Laurindo adverte que será preciso intensa pressão da sociedade para garantir uma conferência democrática. Do contrário, ela poderá ser manietada. Ele lembra que a divisão entre as teles e a radiodifusão pode servir como brecha aos movimentos sociais. Mas não alimenta ilusões. "Do lado patronal, dificilmente sairia posição diferente, afinal estão defendendo interesses de classe seculares... Daí a importância da mobilização, necessária para impedir que os interesses empresariais da mídia se sobreponham aos da sociedade". Ilusões e avanços do governo Lula Estas disputas explicam a demora na convocação da conferência. Apesar da guerra de bastidores, tudo indica que ela será oficializada. O governo Lula sofreria enorme desgaste se recuasse agora. A realização de um debate democrático, com ampla participação da sociedade, é anseio e demanda dos movimentos sociais brasileiros. A proposta da conferência fez parte da plataforma de Lula nas eleições de 2002, mas o governo preferiu conciliar com a oligarquia midiática, num misto de ilusão de classe e de tentativa pragmática de neutralizar os veículos privados. A manipulação da mídia na eleição presidencial de 2006 fez com que o governo Lula acordasse, parcialmente, para este desafio estratégico. Uma iniciativa positiva foi a da criação da Empresa Brasileira de Comunicação (EBC), responsável pela TV Brasil. O presidente também passou a polemizar mais com mídia privada, o que irritou a SIP. O anúncio da conferência em Belém foi outra iniciativa positiva. A questão agora é garantir que o processo seja realmente democrático, garantindo a ampla participação da sociedade num debate cada vez mais candente. http://www3.brasildefato.com.... ... << conferência de comunicação gera disputas  Conferência Nacional de Comunicação 25/03/2009 10:52 0
Mariana Felippe
Mariana Felippe
conferência Nacional de Comunicação Desde junho de 2007, o Movimento Pró-Conferência Nacional de Comunicação batalha pela realização da Conferência. A luta vem de muito antes. Movimento sociais, estudantes, comunicadores e muitos... ver mais Desde junho de 2007, o Movimento Pró-Conferência Nacional de Comunicação batalha pela realização da Conferência. A luta vem de muito antes. Movimento sociais, estudantes, comunicadores e muitos outros grupos, querem a realização deste encontro, que será um divisor de águas no comando da comunicação de nosso país. No anexo, carta aberta ao ministro das comunicações, Hélio Costa. Confiram o site do movimento e assinem o abaixo-assinado! Para assinar, basta seguir os seguintes passos: 1) Acesse o síte: http:// www.petitiononline.com/pcom20... 2) Clique no botão: "Click here to Sign Petition" 3) Preencha seus dados 4) Clique no botão: "Preview your signature" 5) Se estiver tudo certo, clique em "Aprove your signature"... << conferência nacional de comunicação  movimento pró conferência nacional de comunicação  democratização da comunicação  Capacitação do RadioTube 12 de Agosto 19/08/2008 08:41 1
João Paulo Malerba
João Malerba
1a conferência Municipal/Regional de Comunicação da Região Serrana RJ Veja mais informações no cartaz abaixo: Veja mais informações no cartaz abaixo: conferência  nacional  comunicação  confecom  região serrana  rio de janeiro  rj  Conferência Nacional de Comunicação 28/08/2009 11:49 0
João Paulo Malerba
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conferência Municipal de Comunicação Niterói 2009 28 e 29 de agosto UFF - Gragoatá ICHF - Bloco O Porque a Confecom é importante? Porque os meios de comunicação, no Brasil, estão... ver mais Niterói 2009 28 e 29 de agosto UFF - Gragoatá ICHF - Bloco O Porque a Confecom é importante? Porque os meios de comunicação, no Brasil, estão concentrados nas mãos de poucas famílias, porque rádios comunitárias são fechadas e perseguidas, porque as concessões de rádio e TV são públicas e você tem o direito de opinar sobre o conteúdo transmitido, porque querem criminalizar suas ações na internet, porque as crianças e adolescentes são manipulados pela publicidade, porque os artigos da Constituição Federal que tratam de comunicação precisam de regulação... Programação Dia 27 - show de abertura Praça São Domingos - 18 h Movimento Pop Goiaba com: Bnegão Claudio Salles & os @liens MC Marechal Johane Russel Ludi Um Giras Gerais Nissin Instantâneo + Performance do Movimento Arte Jovem Brasileira Presença confirmada de Marcelo Yuka Dia 28 - sexta-feira 8:30 às 11:30h Mesa 1 - Pluralidade e democratização, concessões de rádio e TV, jornalismo impresso e Controle Social. Convidados: Vigínia Fontes e Adilson Cabral Compõem a mesa 2 nomes do legislativo, 2 do executivo e 2 do empresariado GTs para formulação de proposições por tema 13h - Almoço 14:00 às 16:30h Mesa 2 - Sistema Público e Tecnologias da Comunicação Convidados: Gustavo Gindre e Marcos Dantas Compõem a mesa 2 nomes do legislativo, 2 do executivo e 2 do empresariado Dia 29 - sábado 8:30h Plenária Niterói - seguida de debate 13h - Almoço 14:00 Plenária Leste Fluminense - seguida de debate 16:30h Plenárias finais Informe-se, participe, mobilize: Acesse o site: www.niteroiconfecom.ning.com Inscreva-se por e-mail: niteroiconfecom@gmail.com site nacional: www.proconferencia.org.br A Confecom Niterói será transmitida ao vivo! Acompanhe pelo site: www.uff.br/webtv Apoio: Prefeitura de Niterói - Secretaria Municipal de Ciência e Tecnologia, UFF - Universidade Federal Fluminense e OAB Niterói. Apoiam a Confecom Niterói: Rádio Pop Goiaba - UFF, Bem TV, Campus Avançado, Unitevê - TV Universitária, NUFEP - Nucleo Fluminense de Estudos e Pesquisas da UFF, Intervozes, Comunicativistas, Rádio Escuta, TV Comunitária de Niterói, Universidade Federal Fluminense, Secretaria de Ciencia e Tecnologia de Niterói, Sindicato dos Jornalistas, OAB, Movimento Arte Jovem Brasileira, EMERGE - Centro de Pesquisas e Projetos em Comunicação e Emergência, AFIASERJ, Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação Social (ENECOS), Diretório Acadêmico de Comunicação Social da UFF (DACO-FF), Campanha Quem FInancia a Baixaria é Contra a Cidadania/ Ética na TV, Sindipetro-RJ, União da Juventude Socialista - UJS, União Estadual dos Estudantes - UEE-RJ, União Nacional dos Estudantes – UNE, DCE da UFF, Nós não vamos pagar nada, Sociedade Brasileira de Arte e Cultura, Movimento Araribóia Rock, União Brasileira de Mulheres,UBM, Unegro, Comnar, Agase, Enfoque Regional, TV Comunitária de São Gonçalo, Rádio Comunitária Bela Vista - SG, Comissão de Defesa dos Direitos Humanos do Brasil, Assoc. Moradores para o Desenvolvimento de Neves, Jornal Implemento Notíci@l, Vereador Felipe Peixoto, Vereador Renatinho, Deputado Estadual Marcelo Freixo, Deputado Federal Chico Alencar, Deputado Estadual e Ministro Carlos Minc Compareçam! Participem deste marco histórico na construção da democracia na nossa cidade, para o Brasil! Baixe o cartaz no anexo abaixo:... << confecom  conferência  nacional  comunicação  niterói  Conferência Nacional de Comunicação 26/08/2009 13:20 0
Agência Radiofônica Pulsar
Agência Pulsar
E a conferência nisso tudo? em tempos pré-conferência nacional de comunicação não é a toa que muitos militantes acreditem que esse foi mesmo um "ato público" para pixar ainda mais a imagem de quem luta por comunicação plural.... ver mais em tempos pré-conferência nacional de comunicação não é a toa que muitos militantes acreditem que esse foi mesmo um "ato público" para pixar ainda mais a imagem de quem luta por comunicação plural. Na Pulsar estamos acompanhando o caso. Os links para quem se interessar: http://www.brasil.agenciapuls... http://www.brasil.agenciapuls... Estamos reunindo mais informações para a próxima edição da Radiorevista Comunidade em Rede. Volto para dar mais notícias...... << Nenhuma Rádios Livres 16/04/2009 11:06 0
Lielle Serafim
Lielle Serafim
III conferência Nacional Infanto - Juvenil pelo Meio Ambiente A Conferência Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente (CNIJMA), uma parceria entre os Ministérios da Educação e do Meio Ambiente, realizará sua terceira edição este ano. É um momento em que... ver mais A Conferência Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente (CNIJMA), uma parceria entre os Ministérios da Educação e do Meio Ambiente, realizará sua terceira edição este ano. É um momento em que todas as escolas de Ensino Fundamental do Brasil podem participar do processo de construção coletiva de responsabilidades e ações que contribuam para transformações da qualidade de vida local e planetária. A CNJIMA é uma campanha pedagógica de mobilização e engajamento dos adolescentes e da comunidade escolar, trazendo a dimensão política do meio ambiente para os debates dentro das escolas. O tema Mudanças Ambientais Globais será trabalhado em três momentos de encontros e debates : Conferência na Escola, Conferência Estadual (opcional) e Conferência Nacional. Os resultados das conferências nas escolas e nos estados serão debatidos por delegados e delegadas, estudantes entre 11 e 14 anos, que foram eleitos por seus pares para representá-los em Brasília, em abril de 2009. Além dos espaços presenciais, a CNIJMA conta com dois endereços na Internet: - o site oficial, com o material didático produzido para o estudo dos temas, informações sobre o processo da Conferência e notícias – que pode ser acessado no endereço www.mec.gov.br/conferenciainf.... O material didático foi também encaminhado em versão impressa para todas as escolas do segundo ciclo do Ensino Fundamental do país. - a Comunidade Vamos Cuidar do Brasil!, espaço de interação, de reflexão e de registro de todo o processo, desde a escola até Brasília. Hospedada no EducaRede – portal de educação mantido pela Fundação Telefonica e coordenado pelo Cenpec – pode ser acessada pelo endereço www.educarede.org.br. Se tiver dúvidas para inscrever-se na Comunidade, assista o vídeo elaborado pelos NTEs do Rio Grande do Sul: http://www.youtube.com/watch?... Desta maneira, duas importantes questões presentes atualmente na Educação estão juntas: o Meio Ambiente e o Letramento Digital. É mais uma oportunidade de utilização das tecnologias digitais de maneira significativa. Atenciosamente, Equipe da III Conferência Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente http://www.mec.gov.br/confere... conferenciainfanto@mec.gov.br ... << Nenhuma Globalização X Sustentabilidade 26/11/2008 09:49 0
João Paulo Malerba
João Malerba
Rio Pró conferência Confecom Suzano abre inscrições Confecom Suzano abre inscrições I Conferência Municipal será aberta com presença de Frei Betto, na próxima sexta-feira. Debates ocuparão... ver mais Confecom Suzano abre inscrições I Conferência Municipal será aberta com presença de Frei Betto, na próxima sexta-feira. Debates ocuparão manhã e tarde de sábado, dia 22. Confira programação e folder de divulgação http://www.ciranda.net/spip/a... Inscrições pela internet - Aqui: http://www.suzano.sp.gov.br/c...... << confecom  conferência  nacional  comunicação  suzano  Conferência Nacional de Comunicação 20/08/2009 13:44 0
João Paulo Malerba
João Malerba
Encontro Pró- conferência de Comunicação / Pernambuco Encontro Pró- Conferência de Comunicação / Pernambuco http://www.youtube.com/watch?... Registro audiovisual realizado pelo Ventilador Cultural, durante o... ver mais Encontro Pró- Conferência de Comunicação / Pernambuco http://www.youtube.com/watch?... Registro audiovisual realizado pelo Ventilador Cultural, durante o Encontro Pró-Conferência de Comunicação, ocorrido no Recife, dia 26 de março de 2009. O ponto forte do evento foi a palestra do professor da UFPE, Edgar Rebouças. Os principais trechos podem ser conferidos neste vídeo. __________________________________________________________________ http://cpccpe.blogspot.com/ Pernambuco se organiza para a Conferência de Comunicação. Victor Zacharias Paulo Lago* encaminhou pela lista da Conacom o registro do audiovisual realizado pelo Ventilador Cultural, durante o Encontro Pró-Conferência de Comunicação, ocorrido no Recife, dia 26 de março de 2009, no auditório do Sindicato dos Servidores Públicos Federais de Pernambuco. As organizações não governamentais, os movimentos sociais, estão realizando por todo o Brasil encontros para o estabelecimento de propostas para serem apresentadas na primeira Conferência Nacional de Comunicação, na qual se discutirá a democracia na mídia, principalmente na televisão e no rádio que são concessões públicas. No vídeo Ivan Moraes da Fopecom fala das pró - conferências que estão acontecendo e o professor Edgar Rebouças da UFPE conta um pouco dos pontos principais que deverão ser abordados na Conferência. *Paulo Lago é do Fórum Pernambucano de Comunicação (Fopecom)... << conferência  nacional  comunicação  pernambuco  confecom  ventilador  cultural  Conferência Nacional de Comunicação 20/05/2009 13:10 0
Criar Brasil
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Entrevistas - conferência Nacional de Comunicação Já estão aqui na comunidade e no perfil do CRIAR, as entrevistas feitas durante a Audiência Pública Pró-Conferência Nacional de Comunicação. Durante o evento, conversamos com Celso Shroder, do... ver mais Já estão aqui na comunidade e no perfil do CRIAR, as entrevistas feitas durante a Audiência Pública Pró-Conferência Nacional de Comunicação. Durante o evento, conversamos com Celso Shroder, do Fórum Nacional para Democratização da Comunicação; com Gilberto Palmares, vice-presidente da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro, Alerj, e com o deputado federal Jorge Bittar. A Áudiência Pública Pró-Conferência Nacional de Comunicação aconteceu no dia 17 de outubro, no Rio de Janeiro. Abraços!!... << Nenhuma Criar Brasil 21/10/2008 08:28 0
João Paulo Malerba
João Malerba
VerTV debate a conferência de Comunicação O VerTV de sábado, 29 de agosto, às 17h30, fará um balanço atualizado de como andam os preparativos para a Conferência de Comunicação (Confecom). O... ver mais O VerTV de sábado, 29 de agosto, às 17h30, fará um balanço atualizado de como andam os preparativos para a Conferência de Comunicação (Confecom). O programa discutirá também a pauta do encontro e os seus possíveis resultados. Conferências nacionais sobre as grandes questões do país têm se tornado cada vez mais constantes no Brasil. Trata-se de um momento privilegiado onde a sociedade pode dizer o que espera dos governos em relação às políticas públicas. Nas conferências da área da saúde, originou-se, por exemplo, o projeto do SUS (Sistema Único de Sáude), hoje uma realidade nacional. Neste ano, é a vez da Comunicação realizar a sua conferência, marcada para o início de dezembro. Participam: Walter Ceneviva Jr., advogado da ABRA (Associação Brasileira de Radiodifusores) e vice-presidente do Grupo Bandeirantes de Comunicação. Roseli Goffman, do Conselho Federal de Psicologia (CFP) e integrante da Comissão Organizadora da Conferência Nacional de Comunicação. Fernando Oliveira Paulino, professor de comunicação da Universidade de Brasília (UnB). O programa Ver TV desta semana faz um balanço dos preparativos para a 1ª Conferência Nacional de Comunicação (CONFECOM), que acontecerá nos dias 1, 2, e 3 de dezembro deste ano, com o tema Comunicação: meios para a construção de direitos e de cidadania na era digital. A convocação da conferência, feita por decreto presidencial, é considerada por muitos um grande passo rumo à democratização da comunicação no país. A Conferência tem como objetivo criar um espaço público de debate sobre os temas da comunicação, historicamente tratados a portas fechadas entre governo e empresariado. Apresentação Lalo Leal. Direção Alessandra Esteves. Produção executiva Lígia Borges e Naitê Almeida. Realização da TV Câmara em parceria com a TV Brasil, com apoio da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados. Dias: TV Brasil Sábado - 17h30 TV Câmera - 5ª Feira - 22:40 Outros horários ver no site da TV Brasil e TV Câmera www.tvbrasil.org.br/vertv... << confecom  conferência  nacional  comunicação  tvbrasil  Conferência Nacional de Comunicação 25/08/2009 09:56 0
João Paulo Malerba
João Malerba
O Patronato e a conferência O PATRONATO E A CONFERÊNCIA As lições de democracia da SIP Por Venício A. de Lima em 24/3/2009 Chegou ao conhecimento público um relatório da Sociedade... ver mais O PATRONATO E A CONFERÊNCIA As lições de democracia da SIP Por Venício A. de Lima em 24/3/2009 Chegou ao conhecimento público um relatório da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP, na sigla em espanhol), divulgado no Paraguai, na terça-feira (17/3), sobre o estado atual da liberdade de imprensa no Brasil. A SIP é uma velha conhecida daqueles que militam no campo das comunicações na América Latina. Fundada em Cuba, ao tempo de Fulgencio Batista (1943) e com sede em Miami, EUA, a entidade reúne os principais donos de jornais das Américas e é fruto do ambiente de disputa ideológica da "guerra fria", pós-Segunda Grande Guerra [ver abaixo a relação dos integrantes brasileiros da entidade]. Apesar de ser basicamente financiada pela contribuição de seus próprios membros, houve denúncias de que parte de seus recursos se originava, direta e/ou indiretamente, de governos autoritários e do Departamento de Estado dos EUA. Dos atuais cinco membros eleitos de sua diretoria, três são estadunidenses, um é colombiano e outro é guatemalteco. O presidente de honra vitalício também é americano (ver aqui). Dentre outras muitas posições que têm tomado ao longo dos anos, a SIP se opõe obstinadamente à revolução cubana; foi contra o sandinismo na Nicarágua; apoiou o golpe contra Salvador Allende no Chile; foi contra o debate sobre a NOMIC, Nova Ordem Mundial da Informação e da Comunicação na UNESCO na década de 1980 (ver "Nova Ordem da Informação - Idéia é relançada 30 anos depois") e tem sido crítica implacável do governo de Hugo Chávez na Venezuela. Liberdade de imprensa Ao longo dos anos, a SIP credenciou a si mesma como depositária dos critérios de avaliação e juíza inapelável da existência ou não da liberdade de imprensa nas Américas, divulgando duas vezes por ano os resultados de seu "monitoramento" . O site da entidade informa: La piedra angular de la SIP es la Comisión de Libertad de Prensa e Información, que monitorea de manera continua todas las violaciones a la libertad de prensa en el hemisferio occidental y pasa revista a dichas violaciones en sus informes semestrales. La Comisión trabaja del siguiente modo: 1. Cada país tiene un vicepresidente regional que informa a la Comisión acerca de problemas y situaciones que afectan la libertad de prensa en ese país. 2. Los informes se revisan y debaten dos veces al año: en la reunión de Mediados de Año, durante la primavera, y en la Asamblea General de octubre. La Comisión presenta sus conclusiones y recomendaciones a la Junta de Directores. 3. Los informes y resoluciones de libertad de prensa son distribuidos ampliamente entre los gobiernos, organizaciones intergubernamentale s y de la sociedad civil en las Américas y el mundo, con la ayuda del Comité Coordinador Global de Organizaciones de Libertad de Prensa. 4. Las respuestas a amenazas o violaciones de la libertad de prensa pueden variar, desde la publicación de una simple resolución que indica que nuestra organización es consciente de una amenaza potencial, al envío de una misión especial a fin de que nuestros socios puedan investigar más el asunto o el planteamiento de la cuestión directamente a aquellos responsables del problema. Atualmente a Comissão de Liberdade de Imprensa é presidida por Gonzalo Marroquín, do Prensa Libre (Guatemala), e os vice-presidentes são André Jungblut, da Gazeta do Sul (Santa Cruz do Sul, Brasil) e Aldo Zuccolillo, do diário ABC Color (Assunção, Paraguai). O vice-presidente regional para o Brasil é Sidnei Basile, do Grupo Abril (São Paulo, Brasil). O relatório sobre o Brasil O relatório divulgado no Paraguai (íntegra disponível aqui) é, portanto, resultado do trabalho de "monitoramento" feito por essa comissão e sublinha, dentre outros, os seguintes pontos: "Sin libertad, la verdad no aparece". Es con pesar que se constata la actualidad de este eslogan de un mensaje publicitario en un país que volvió a convivir con la democracia hace un cuarto de siglo. Sin embargo, ese retorno a la normalidad no fue suficiente para contener los constantes atentados a la prensa. (...) El gobierno está empeñado en promover, con el apoyo de organizaciones no gubernamentales y de movimientos sociales, una Conferencia Nacional de la Comunicación. La iniciativa es preocupante porque prevé interferencias en el contenido generado para las diversas plataformas de los medios. Sus objetivos son: identificar los principales desafíos relativos al sector de la comunicación; realizar un balance de las acciones del poder público en el área; proponer directrices para las políticas públicas en el campo de la comunicación; y establecer las acciones gubernamentales prioritarias de acuerdo con esas directrices. (...) Por último, actualmente tramitan en el Congreso Nacional - incluidos la Cámara de Diputados y el Senado Federal - un total de 86 proyectos que, en su mayoría, afectan la independencia de los medios de comunicación al restringir la publicidad. Como bien recordó Roberto Civita, presidente del Consejo de Administració n del Grupo Abril en el IV Congreso Brasileño de Publicidad, "sin ella (la publicidad) sería imposible mantener el pluralismo de los medios de comunicación" . Civita recuerda que la publicidad es una parte esencial de las economías libres y estimula la competencia, además de contribuir a la creación de empleos. En su opinión, en un mundo tan pulverizado, cada vez resulta más difícil controlar la diseminación de la propaganda. "Incluso, continúan apareciendo amenazas contra la libertad". El funcionario criticó el exceso de juicios en curso en el gobierno relacionados con la publicidad y dijo que "con publicidad o sin ella, los problemas no dejan de existir". También criticó la tendencia de la Agencia Nacional de Vigilancia Sanitaria (Anvisa) de legislar por cuenta propia la publicidad de bebidas alcohólicas, medicamentos y alimentos. Una breve retrospectiva de las noticias muestra que el presidente Lula tiene dificultades para aceptar el trabajo de los periodistas. Coincidências? Não deixa de ser significativo que as observações que a SIP faz sobre o que acredita ser ameaças à liberdade de imprensa existentes hoje no Brasil coincidam com as críticas que já são feitas pelos principais grandes grupos de mídia brasileiros - aliás, membros ativos da entidade. A novidade é a "preocupação" da SIP com a Conferência Nacional de Comunicação (CNC). Como se sabe, os empresários - "defensores" da democracia e da liberdade de imprensa - têm historicamente se recusado a admitir qualquer forma de regulação democrática sobre sua atividade. Na semana em que o governo definiu o tema da CNC - "Comunicação: Direito e Cidadania na Era Digital" -, a grande mídia parece se sentir ameaçada nos seus interesses até mesmo com a possibilidade de que o tema seja debatido pela sociedade civil organizada e que surjam propostas de regulação legitimadas por um processo participativo amplo e democrático em nível nacional. Membros brasileiros da SIP [Disponível aqui. Há erros óbvios na identificação das cidades-sede de alguns dos associados brasileiros. ] Diário Ciudad A Noticia Joinville, SC A Tarde Salvador, Bahia A Tribuna de Santos Santos, SP Almananque Abril Santos, SP An.com.br Joinville, SC Ana Maria Joinville, SC Arquitetura & Construcao Joinville, SC Atarde.com.br Salvador, Bahia Aventuras Na Historia Salvador, Bahia Bizz Salvador, Bahia Boa Forma Salvador, Bahia Bons Fluido Salvador, Bahia Bons Fluidos Salvador, Bahia Bravo! Salvador, Bahia Capricho Salvador, Bahia Caras Salvador, Bahia Casa Claudia Salvador, Bahia Claudia Salvador, Bahia Contigo Salvador, Bahia Correio Braziliense Brasilia DF Correio Popular Campinas, SP Cpopular.com. br Campinas, SP Diario Catarinense Florianopolis, SC Diario da Tarde Belo Horizonte Diario de Minas Belo Horizonte Diario de S. Paulo Sao Paulo, SP Diario de Santa Maria Santa Maria, RS Diário do Comércio Belo Horizonte, MG Diario Popular - Curitiba Curitiba, Paraná Diario Popular - Pelotas Pelotas, Río Grande Diario Santa Maria Santa Maria Diario.com.br Florianopolis, SC Diariodocomercio. com.br Belo Horizonte, MG Diariopopularpr. com.br Curitiba, Paraná Disney Curitiba, Paraná Elle Curitiba, Paraná Estado de Minas Belo Horizonte, MG Estilo Belo Horizonte, MG Exame Belo Horizonte, MG Exame/PME Belo Horizonte, MG Expresso Rio de Janeiro Extra Rio de Janeiro Folha de S. Paulo Sao Paulo Gazeta Do Sul Santa Cruz do Sul. R Gazeta.com.br Sao Paulo Gazetadopovo. com.br Curitiba , PR Gloss Curitiba , PR Grupo Abril Sao Paulo Guia do Estudante Sao Paulo Guia Quatro Rodas Sao Paulo Hora de Santa Catarina Florianópolis - SC Info Corporate Florianópolis - SC Info EXAME Florianópolis - SC Info Online São Paulo Jornal da Tarde Sao Paulo Jornal de Brasilia Brasilia, DF Jornal de Santa Catarina Blumenau, SC Jornal do Comercio - Manaus Manaus, Amazonas Jornal do Tocantins - Goiana Goiania Jornal do Tocantis Tocantins Jornal NH Novo Hamburgo, RS Jornaldatarde. com.br Sao Paulo Jornaldebrasilia. com.br Brasilia, DF Love TEEN Brasilia, DF Manequim Brasilia, DF Mens Health Brasilia, DF Minha Novela Brasilia, DF Mundo Estranho Brasilia, DF National Geographic Brasilia, DF Nova Brasilia, DF Nova Escola Brasilia, DF O Dia Río de Janeiro O Estado de Sao Paulo Sao Paulo O Globo Rio de Janeiro O Popular Goiania, Goias O Povo Fortaleza, Ceara Odia.com.br Río de Janeiro Oglobo.com.br Rio de Janeiro Oimparcial.com. br Sao Luis, Maranhao Oliberal.com. br Belém, PA Opopular.com. br Goiania, Goias Pioneiro Caxias do Sul, RS Placar Caxias do Sul, RS Playboy Caxias do Sul, RS Portal Abril Caxias do Sul, RS PSC ( Jornal Interno) Caxias do Sul, RS Quatro Rodas Caxias do Sul, RS RBS - Rede Brasil Sul Porto Alegre, RS Recreio Porto Alegre, RS Reuters Sao Paulo, SP Revista A Sao Paulo, SP Revista da Semana Sao Paulo, SP Santa.com.br Blumenau, SC Saude Blumenau, SC Sou Eu Blumenau, SC Super Interessante Blumenau, SC Super Surf Blumenau, SC Tititi Blumenau, SC Veja Blumenau, SC Veja Sao Paulo Blumenau, SC Vejas Rio Blumenau, SC Viajem E Turismo Blumenau, SC Vida Simples Blumenau, SC VIP Blumenau, SC Viva Mais Blumenau, SC Vocé S.A. Blumenau, SC Witch Blumenau, SC Women Health Blumenau, SC Zero Hora Porto Alegre, RS... << conferencia  conferência  nacional  comunicacao  comunicação  sociedade  interamericana  imprensa  sip  venicio  Conferência Nacional de Comunicação 31/03/2009 11:31 0
João Paulo Malerba
João Malerba
Plenária discute conferência de Niterói e do Leste Fluminense No próximo dia 19 de agosto, quarta-feira, às 18h, haverá uma plenária na sede da OAB-Niterói, para a discussão dos temas e da composição da... ver mais No próximo dia 19 de agosto, quarta-feira, às 18h, haverá uma plenária na sede da OAB-Niterói, para a discussão dos temas e da composição da comissão organizadora da I Conferência de Niterói e do Leste Fluminense. O assunto não é de interesse apenas dos profissionais, militantes e empresários da area. A importância da comunicação nos dias de hoje faz com que esta seja uma plataforma de luta de todo o movimento social, e que a comunicação seja reconhecida como um direito humano. Entre os temas que já foram levantados pela comissão pró-conferência como possíveis pautas estão a inclusão digital e o acesso à banda larga, a municipalização das outorgas de rádios comunitárias, a distribuição de verbas para veículos comunitários e alternativos, a entrada da comunicação como metodologia nas escolas públicas, o fomento ao empreendedorismo. A Conferência, marcada para os dias 28 e 29 de agosto de 2009, faz parte da agenda da Conferência Nacional de Comunicação, cujo tema é "Comunicação: meios para construção de direitos e cidadania na era digital", e que acontecerá de 1 a 3 de dezembro deste ano, em Brasília. As conferências municipais contribuem para o debate dos temas que serão abordados nas conferências estaduais e na nacional, e também discutem temas e políticas públicas que dizem respeito ao município. Plenária para discussão da Conferência Municipal de Niterói e Regional do Leste Fluminense (Niterói, São Gonçalo, Itaboraí, Tanguá e Rio Bonito) Data: 19/08/2009 (quarta-feira) Horário: 18h Local: Sede da OAB - Niterói Avenida Amaral Peixoto 501, 9° andar, Centro... << conferência  nacional  comunicação  niterói  leste  fluminense  Conferência Nacional de Comunicação 18/08/2009 18:32 0
João Paulo Malerba
João Malerba
Dulci afirma que conferência de Comunicação acontece de qualquer jeito Ministro considera que saída de setor empresarial do fórum não tira legitimidade do evento Por Lúcia Rodrigues O ministro chefe da Secretaria Geral da... ver mais Ministro considera que saída de setor empresarial do fórum não tira legitimidade do evento Por Lúcia Rodrigues O ministro chefe da Secretaria Geral da Presidência da República, Luiz Dulci, afirmou ontem em São Paulo, que a 1ª Conferência Nacional de Comunicação será realizada na data prevista, de 01 a 03 de dezembro, mesmo que o setor empresarial se retire das discussões. Para ele, a Conferência não perde legitimidade por não ter em seu fórum os empresários. Apenas a abrangência será mais restrita. O ministro conversou com a reportagem de Caros Amigos durante o seminário internacional que discutiu a crise e as estratégias sindicais, promovido pela CUT (Central Única dos Trabalhadores), em que participou na qualidade de conferencista. O evento antecedeu a abertura oficial do 10º congresso da entidade, que está marcada para ocorrer hoje, 04, a partir das 19h30, no Expo Center Norte, na capital paulista. Além da Conferência de Comunicação, o ministro também falou a Caros Amigos sobre a redução da taxa de juros e do spread (diferença entre os juros que são cobrados pelo banco ao tomador do empréstimo e o valor que é pago ao emprestador dos recursos ao banco) bancário e sobre reforma tributária. Confira a seguir os principais trechos da entrevista com Luiz Dulci. Caros Amigos - O senhor acredita que a Conferência de Comunicação vai ocorrer na data prevista? Luiz Dulci - Vai. Não há nenhuma possibilidade de não ocorrer a Conferência de Comunicação, da mesma forma que a de Educação. Todas as conferências vão ocorrer. Caros Amigos - Na data definida? Luiz Dulci - Na data definida. O esforço é para que o empresariado também participe. Os movimentos populares sabem que a participação do empresariado é importante. A conferência ocorrerá do mesmo jeito, se os empresários se afastarem. Mas será diferente. Caros Amigos - O senhor considera que perde a legitimidade? Luiz Dulci - Não. Não perde a legitimidade, mas perde a abrangência. É muito importante esse debate e essa reflexão conjunta, com um setor que está passando por uma tremenda transformação, no universo da digitalização. Por isso, é importante que ocorra uma discussão conjunta, porque depois vamos ter de aprovar novas leis no Congresso Nacional. Se o setor empresarial se afastar, a Conferência será feita com quem quiser, mas acho que isso não é bom nem para a Conferência, nem para o próprio setor empresarial. Caros Amigos - O senhor acredita que os empresários se retiram do fórum? Luiz Dulci - Espero que permaneçam. Caros Amigos - O senhor afirmou durante sua exposição que o governo Lula não privilegiou os banqueiros. Mas os bancos têm a taxa de juros mais alta do mundo, têm spreads elevadíssimos. E o Bradesco acaba de anunciar seu balanço com um lucro maior do que o do ano passado... Luiz Dulci - Eu me referi à crise econômica, ao contrário de outros países onde os governos deram dinheiro para os bancos, como os Estados Unidos, por exemplo. Transferiram dinheiro gratuitamente para os bancos. No caso brasileiro, não. O Banco do Brasil comprou a Nossa Caixa, o Unibanco se associou ao Itaú. Mas o governo não deu dinheiro. Eu estava fazendo essa comparação. No governo Lula, os números mostram que as empresas produtivas, industriais e do setor de serviços estão tendo mais lucro do que os bancos. Porque nós fomos fazendo esforços gradativos. Porque mudanças desse tipo não se conseguem fazer de uma hora para outra, depende de mudanças legais. E como se sabe a esquerda não tem maioria no Parlamento. Mas nós fomos mudando. Eu quero que a taxa de juros no Brasil se reduza mais. Caros Amigos - Quanto dá para abaixar, ministro? Luiz Dulci - Isso eu não posso dizer. Não posso fazer prognósticos. Mas acho que se pode reduzir a taxa de juros no Brasil. E agora ela não é a mais alta do mundo. É a primeira vez que está abaixo de 10% do valor nominal e abaixo de 5% do valor real. Mas pode cair ainda mais. No caso dos spreads bancários, os bancos públicos, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) estão reduzindo unilateralmente suas taxas para tentar criar um clima no mercado, que os bancos privados também sejam obrigados a reduzir. Isso está dando certo resultado. Mas o governo não dispõe de instrumentos legais para obrigar os bancos a baixarem os juros por decreto. Isso não existe. Caros Amigos - O IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) divulgou recentemente um estudo em que afirma que os pobres são os que pagam mais impostos no Brasil. Não é uma contradição isso acontecer no governo Lula? Luiz Dulci - As famílias muito pobres no Brasil não pagam imposto. Elas têm uma renda tão baixa, que não pagam imposto. Caros Amigos - Mas pagam impostos indiretos sobre alimentos. Luiz Dulci - É. Os 50 milhões que viviam abaixo da linha de pobreza estão sendo beneficiados por vários programas sociais, entre eles o Bolsa Família. Os assalariados de baixa renda no Brasil pagam muito imposto. O que nós conseguimos fazer? Queremos fazer mais, precisamos fazer mais. Nós, em negociação com as centrais, especialmente com a CUT, isentamos de Imposto de Renda quem ganha até R$ 1.200 por mês, e isso aliviou bastante. Criamos uma nova alíquota, mais baixa, para os assalariados que ganham menos e estamos subsidiando, por exemplo, os alimentos. Como o financiamento da agricultura familiar no Brasil é com juros negativos: a pessoa retira R$ 100 e paga R$ 90. Isso tem mantido o preço dos alimentos da cesta básica, mais baratos. Mas eu concordo que é necessário fazer uma reforma tributária. A proposta que nós mandamos para o Congresso Nacional, tudo indica que terá muita dificuldade para ser aprovada. E olha que ela é bastante modesta, mas tem uma certa justiça distributiva, e então não avança. Da mesma forma que o PT apresentou um projeto em 2003, para criar um imposto de renda sobre as grandes fortunas e não saiu do lugar no Congresso Nacional. Uma coisa que existe em vários países da Europa e que poderia existir no Brasil... << conferência  nacional  comunicação  luiz  dulci  Conferência Nacional de Comunicação 05/08/2009 12:57 0
Adailton de Deus
Adailton Deus
A IMPORTÂNCIA DA CONFERÊNCIA DE COMUNICAÇÃO. Chega em boa hora a Conferência de Comunicação,pois, temos anualmente diversas Conferências de segmentos importantes do Pais e a discussão sobre o bom uso dos meios de comunicação, ajudará,... ver mais Chega em boa hora a Conferência de Comunicação,pois, temos anualmente diversas Conferências de segmentos importantes do Pais e a discussão sobre o bom uso dos meios de comunicação, ajudará, principalmente, as Rádios Comunitárias para o desenvolvimento de atividades que tragam beneficios as comunidades.... << Nenhuma Conferência Nacional de Comunicação 17/04/2009 21:23 0
Rosangela Fernandes
Rosangela Fernandes
Quem tem medo da conferência Nacional de Comunicação? Quem tem medo da Conferência Nacional de Comunicação (CoNaCom)? Heitor Reis (*) Já estava demorando, mas finalmente começou o primeiro embate,... ver mais Quem tem medo da Conferência Nacional de Comunicação (CoNaCom)? Heitor Reis (*) Já estava demorando, mas finalmente começou o primeiro embate, "round" para os súditos idiomáticos do maior país terrorista da face da Terra! Deputados Federais, já se pronunciaram manifestando sua preocupação com a CoNaCom: "Esta semana, a conferencia entrou nos debates da Câmara dos Deputados. O Dep. Miro Teixeira atacou-a, dizendo que ela pode ser um instrumento de controle da imprensa, de censura, de cerceamento da liberdade de expressão, etc. Depois desta fala, vários deputados foram na mesma linha. Mais tarde, ouvi uma entrevista na CBN, do presidente da Associação Nacional dos Jornais (ANJ), dizendo que a conferência pode virar algo que pensa o passado (as concessões) e não o futuro (novas mídias)." (Jose Antonio Moroni, do Inesc - Instituto de Estudos Socioeconomicos - www.inesc.org.br) Será que a conferência não poderia ser, também um instrumento para limitar o descontrole sempre existente, em que a imprensa jamais teve qualquer limite, na prática? Ou o ex-Ministro das Comunicações não tem interesse de que todos tenham liberdade de expressão, mas tão somente apenas os mais ricos, os maiores empresários, banqueiros e comerciantes? Será que não houve um único deputado para se posicionar de forma diferente da descrita por Moroni? Por que a ANJ não quer que se examine as concessões? Não será porque sempre foram concedidas num processo de lesa-pátria, no toma-lá-dá-cá, em que políticos e outros poderosos trocam sua influência e seu voto por uma outorga de rádio ou TV? Quem não tem medo da CoNaCom, pode ler um documento atualíssimo sobre a comunicação no país, ainda que produzido em 1990, pela Fenaj - Federação Nacional dos Jornalistas, preservado pela Enecos - Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação: http://www.enecos.org.br/docs... Em 16/03/2009, em Uberlândia-MG, o Ministro das Comunicações, ex-funcionário da Rede Globo e pré-candidato ao governo de Minas Gerais, durante inauguração do sistema digital da Rede Integração, afiliada de sua ex e talvez ainda atual patroa, teve sua fala registrada no áudio em anexo e disponível em http://brasil.indymedia.org/m... . "A democratização da comunicação sempre existiu no governo do Presidente Lula. Não precisa de uma Conferência Nacional de Comunicação para fazer a democratização de nada. Tudo está sendo democratizado! O país está sendo democratizado! As comunicações estão sendo democratizadas!" (Hélio Costa) Certamente, o Ministro condenou frontalmente a decisão do Presidente da República em levar a cabo tal iniciativa ainda este ano e isto já demonstra que, com a proximidade da próxima eleição, os ratos já começam a abandonar o navio, fazendo de tudo para afundá-lo antes e ficar bem na foto em 2010. Especialmente para angariar a simpatia e pular para o barco dos financiadores de campanha!... Na Folha de S. Paulo deste mesmo dia de 16/03/2008, encontramos a Sociedade Interamericana de Imprensa (SII, sigla em espanhol SIP) indo mais além, mas atirando no mesmo alvo: Lula faz 'críticas desmedidas' à imprensa, afirma entidade: "Em relatório divulgado ontem no Paraguai, a SIP (Sociedade Interamericana de Imprensa) afirma que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva faz 'críticas desmedidas' aos meios de comunicação. O Palácio do Planalto não comentou oficialmente o documento, no qual o comportamento de Lula em relação à imprensa é comparado ao do colega venezuelano Hugo Chávez. [ http://www1.folha.uol.com.br/... ] "A SIP e seus aliados da grande imprensa brasileira dizem que 'estão preocupados porque os debates (na Conferência Nacional de Comunicação) serão conduzidos por ONGs e movimentos sociais que pretendem interferir no funcionamento da imprensa'." [ http://www.sjpdf.org.br/inter... ] Esta manifestação da SIP foi motivo de notas de protesto por parte de sindicatos de jornalistas, um do DF e outro, do RJ. Certamente haverá outros em breve, inclusive de outras entidades do movimento social. [ http://www.sindicatodosjornal... ] O que a SIP não diz é que a conferência, na forma como está proposta, será democrática e todos estarão proporcionalmente representados nela, podendo expor liberalmente seus argumentos para votação pelos demais delegados. O problema que preocupa os capitães hereditários da mídia é que, se Lula convocar uma atividade realmente democrática, as vítimas exploradas pela grande imprensa e pelos anunciantes dela serão maioria e imporão, caso seja também deliberativa, uma redistribuição honesta deste poder. Caso seja meramente consultiva, o dano para a minoria e o ganho para a maioria serão ambos menores... As manifestações da própria Folha de São Paulo, de Franklin Martins e do presidente da Abert - Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão, Daniel Pimentel Slaviero, também esta semana (17/03), evitaram mencionar que a conferência será democrática, apesar de afirmarem que será ampla e plural. Para quem entende português, há uma diferença conceitual astronômica em jogo nesta questão. [ http://www1.folha.uol.com.br/... ] A Folha, através de seus diplomados jornalistas, informou que o evento estará voltado para as novas mídias, desconsiderando de forma explícita a questão da democratização da comunicação, coisa que ela e o PIG - Partido da Imprensa Golpista teme mais que o diabo à cruz. Sem nenhuma sombra de dúvidas a democratização da comunicação significa reduzir a concentração da mídia nas mãos de uma insignificante minoria numérica, mas com poder suficiente para impedir que Lula ganhasse de Collor em 1989, através da manipulação da informação, feita por jornalistas também diplomados que a própria Fenaj defende como sendo vestais da ética e da qualidade da informação. Assim, a demora na publicação do decreto permite que ele sofra pressões por parte dos financiadores da campanha de Lula e de seus sócios no poder econômico, numa articulada campanha de classe, através de seus lacaios no poder, para minimizar ao máximo qualquer ganho para aqueles que consideram um absurdo 0,000001 % da população deter 90 % do poder de comunicação e 1 % abocanhar a metade da riqueza nacional. Mas os movimentos sociais também podem pressionar noutra direção se estiverem realmente interessados a defender esta causa. A Comissão Nacional Pró-CoNaCom já cobrou do Presidente Lula a demora em sua publicação. Mas de que lado ele vai ficar, afinal? Certamente, os Donos da Mídia [ www.DonosDaMídia.com.br ] usarão seus próprios meios de comunicação para atingirem o fim, como sempre, o lucro a qualquer custo, defendendo com unhas e dentes os seus interesses. Afinal, ninguém melhor que Delfim Netto para nos ensinar com quem estamos lidando: "O capitalista é um animal voraz!" Assim, nada mais racional que os raros seres ainda pensantes deste país, que escaparam da matriz imposta pelo sistema, que nos modela a quase todos (Matrix, o filme), se perguntem, conforme sugerido por Bráulio Ribeiro (Intervozes) e Paulo Miranda (TV Comunitária do DF): Quem tem medo da CoNaCom e por quê? Esta conferência vai ser construída ou destruída dentro de um cenário em que a coisa fica ainda mais dramática, especialmente quando Luis Nassif constata, em texto datado de 20/03/2009, às 11:21 h, que "o país passa por um momento político inédito, com os desdobramentos do Caso Satiagraha. (...) Há claramente um cheiro de golpe no ar." [ http://colunistas.ig.com.br/l... ] Enquanto não vem o próximo golpe, podemos curtir o anterior, aceitando o convite da Grupo Terrorismo Nunca Mais pra missa em Brasília, "pelo 45º Aniversário da Contra-Revolução de 31 de Março de 1964, em sufrágio das almas dos heróis brasileiros que tombaram na luta armada no combate ao comunismo e em defesa da democracia. O ato religioso será realizado às 20 00 horas do dia 31 de março (terça-feira), na Igreja Nossa Senhora do Perpétuo Socorro (SHIS EQ/QL 06/08, Conjunto "A", Lago Sul , em frente ao Gilberto Salomão)." Desconheço até o momento qualquer atividade programada "em sufrágio das almas dos heróis brasileiros que tombaram na luta armada, combatendo" os milicos lacaios do capitalismo, em defesa de outro conceito de democracia (como se fosse possível ter dois governos do povo!!!), contra o fechamento do Congresso Nacional, censura da imprensa, inflação e dívida externa galopantes, tortura, assassinatos e julgamentos sumários de milhares de pessoas, em função do terrorismo de Estado implantado durante 25 anos no país, cujas indenizações todos nós pagamos e não os criminosos que as praticaram. Se alguém souber de algo, não deixe de me avisar!... Mas quando se fala em golpe, sempre podemos prever dialeticamente, que poderá também haver o contra-golpe. E que este poderá ser preventivo como se alega ter sido o de 1964!... O que não podemos prever é o método que será adotado desta vez. Se mais ou menos sutil. Mais ou menos violento. O certo é que não parece haver interesse em fazer coisa alguma de forma legal, moral e juridicamente adequada. Como sempre. (*) Heitor Reis é um adolescente mesocentenário ou um centenário meso-adolescente. Engenheiro civil, militante do movimento pela democratização da comunicação e em defesa dos Direitos Humanos, membro do Conselho Consultor da CMQV - Câmara Multidisciplinar de Qualidade de Vida (www.cmqv.org) e articulista. Nenhum direito autoral reservado: Esquerdos autorais ("Copyleft"). Contatos: (31) 9208 2261- heitorreis@gmail.com - 20/03/2009 ... << comunicação  comunitária  conferência  Conferência Nacional de Comunicação 24/03/2009 09:34 0
Mariana Felippe
Mariana Felippe
A quantas anda a conferência? Por Mariana Felippe Em 2008, o presidente Lula anunciou que chamará a tão esperada Conferência Nacional de Comunicação. Desde então, jornalistas, comunicadores comunitários e militantes pela... ver mais Por Mariana Felippe Em 2008, o presidente Lula anunciou que chamará a tão esperada Conferência Nacional de Comunicação. Desde então, jornalistas, comunicadores comunitários e militantes pela democratização de comunicação e mídia livre aguardam a convocação oficial. Alguns estados (como RS, PR, MG e AL), regiões e cidades (como São Paulo) já estão organizados em comissões pró-conferência, que cuidarão das etapas municipais, regionais e estaduais preparatórias para o encontro nacional. Por causa da demora da convocação, a Comissão Nacional Pró-Conferência reuniu-se em Brasília no dia 13 de março e ficou decidido que, além de estimular a intensificação do movimento nos estados, será solicitada uma audiência com a Casa Civil da Presidência da República para tratar do decreto de convocação do processo, bem como de portaria para constituir Grupo de Trabalho para encaminhá-lo. Na reunião realizada na Câmara dos Deputados, foram dados informes de contatos extra-oficias com o assessor do Ministério das Comunicações, Marcelo Bechara, que teria dito que a convocação do processo da Conferência de Comunicação ocorrerá no final de março. A Comissão é formada por 20 integrantes de entidades nacionais da sociedade civil e já apresentou propostas relativas ao tema central da conferência e de composição do Grupo de Trabalho para representantes do governo; e agora trabalha sobre propostas de critérios para a eleição de delegados nas conferências preparatórias municipais ou regionais e estaduais. Para oficializar a I Conferência Nacional de Comunicação, falta agora a edição de um decreto da Presidência da República e de uma Portaria instituindo o GT. Estas definições serão buscadas pela Comissão Nacional junto à Casa Civil. Este mês foi divulgado um calendário que prevê etapas municipais e regionais até 20 de junho, etapas estaduais até 15 de setembro e a realização da Conferência Nacional nos dias 1º a 3 de dezembro, no entanto, preocupa a Comissão, tendo em vista que a oficialização dos procedimentos necessários era esperada para o final de fevereiro ou início de março. Mesmo sem a convocação oficial, organizações da sociedade civil já estão organizadas e preparando materiais pró-Conferência, caso da cartilha editada pelo Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), “Por que precisamos de uma Conferência Nacional de Comunicação?” (em anexo). ... << conferência nacional de comunicação  fndc  comissões  comunicação  Conferência Nacional de Comunicação 18/03/2009 15:47 0
Lielle Serafim
Lielle Serafim
Governador convoca conferência Estadual de Comunicação O governador Paulo Hartung convocou, nesta terça-feira (15), a 1ª Conferência Estadual de Comunicação, etapa estadual da 1ª Conferência Nacional de... ver mais O governador Paulo Hartung convocou, nesta terça-feira (15), a 1ª Conferência Estadual de Comunicação, etapa estadual da 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), convocada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O Decreto assinado pelo governador será publicado no Diário Oficial do Estado desta quarta-feira (16). A Conferência Estadual será presidida pela Superintendente Estadual de Comunicação Social que deverá constituir a Comissão Organizadora Estadual. A Confecom/ES será realizada em Vitória, nos dias 6 e 7 de novembro. De acordo com o Decreto Presidencial publicado no dia 16 de abril de 2009, a 1ª Conferência Nacional de Comunicação terá como tema “Comunicação: meios para a construção de direitos e de cidadania na era digital” e será realizada nos dias 01, 02 e 03 de dezembro de 2009. O evento será presidido pelo Ministério das Comunicações e contará com a colaboração direta da Secretaria Geral da Presidência e da Secretaria de Comunicação Social. A Conferência Nacional foi anunciada pelo presidente Lula em janeiro, no Forum Social Mundial, em Belém (PA) e sua realização era reinvidicada pelos movimentos sociais a partir da análise de que a comunicação precisa estabelecer mecanismos democráticos de formulação, monitoramento e acompanhamento das políticas públicas para o setor. Os órgãos do poder público e as instituições da sociedade civil que compõem a Comissão Organizadora foram instituídos pela Portaria 185, de 20 de abril de 2009. Os representantes dessas instituições são responsáveis por regular todos os aspectos da Conferência. O grupo é composto por oito representantes do Executivo Federal, dezesseis representantes da sociedade civil, divididos entre entidades do movimento social (07) , organizações do setor privado-comercial (08) e mídia pública (01). No dia 03 de setembro de 2009 foi publicada a Portaria 667, que estabeleceu o Regimento Interno da Confecom e, na última segunda-feira (14) o Ministério das Comunicações publicou no Diário Oficial da União a Resolução 01, que definiu os temas e a metodologia da Conferência. Os três eixos temáticos definidos pelos integrantes da comissão organizadora, formada por representantes das empresas, das organizações sociais e do Governo Federal são “Produção de Conteúdo”, “Meios de Distribuição” e “Cidadania: Direitos e Deveres”. Cada eixo abriga diversos temas relacionados. Foram definidos os 56 temas que serão discutidos durante os debates regionais e na plenária nacional, em dezembro. A Resolução também estabeleceu os procedimentos que deverão ser seguidos pelos estados e Distrito Federal, para encaminhamento e aprovação das propostas para a 1ª Confecom. Na próxima quinta-feira (17) a Comissão Organizadora se reúne novamente para tratar da representação dos três setores que participam da Conferência - movimentos sociais, organizações empresariais e Governo -, para as conferências estaduais que culminarão na etapa nacional, em Brasília, no final do ano. Abaixo, os temas definidos pela comissão organizadora da 1ª Confecom: Eixo Produção de Conteúdo: Conteúdo nacional; Produção independente; Produção regional; Garantia de distribuição; Incentivos; Tributação; Financiamento; Fiscalização; Propriedade das entidades produtoras de conteúdo; Propriedade intelectual; Órgãos reguladores; Competição; Aspectos federativos; e Marco legal e regulatório. Eixo Meios de Distribuição: Televisão aberta; Rádio; Rádios e TVs comunitárias; Internet; Telecomunicações; Banda larga; TV por assinatura; Cinema; Mídia impressa; Mercado editorial; Sistemas público, privado e estatal; Multiprogramação; Tributação; Financiamento; Responsabilidade editorial; Sistema de outorgas; Fiscalização; Propriedade das entidades distribuidoras de conteúdo; Órgãos reguladores; Infraestrutura; Administração do espectro; Publicidade; Competição; Normas e padrões; Aspectos federativos; e Marco legal e regulatório. Eixo Cidadania: Direitos e Deveres: Democratização da comunicação; Participação social na comunicação; Liberdade de expressão; Soberania nacional; Inclusão social; Desenvolvimento sustentável; Classificação indicativa; Fiscalização; Órgãos reguladores; Educação para a mídia; Direito à comunicação; Acesso à cultura e à educação; Respeito e promoção da diversidade cultural, religiosa, étnico-racial, de gênero, orientação sexual; Proteção a segmentos vulneráveis, como crianças e adolescentes; Aspectos federativos; e Marco legal e regulatório. Informações à Imprensa: Superintendente Adjunto de Imprensa – Secom Sandro Penna Tel.: 27 - 9949 5344 http://www.es.gov.br/site/not... ... << Nenhuma Conferência Nacional de Comunicação 05/10/2009 07:43 0
Paulo Marcos
Paulo Marcos
Coité-Ba realiza a I conferência dos Direitos da Criança e do Adolescente As inscrições para o evento são limitadas e acontecerão de 13 a 17 de julho. Ouça o presidente do CMDCA Paulo Marcos | Apresentador do Programa de... ver mais As inscrições para o evento são limitadas e acontecerão de 13 a 17 de julho. Ouça o presidente do CMDCA Paulo Marcos | Apresentador do Programa de Notícias da Agência Calila na Sabiá FM O município de Conceição do Coité irá realizar pela primeira vez uma Conferência sobre os Direitos das Crianças e Adolescentes. O evento será nos dias 28 e 29 de julho de 2009, na Associação Cultural Castro Alves, no centro da cidade. A decisão foi comunicada nesta quarta-feira (01), durante uma reunião do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA). Devem participar do evento gestores públicos, representantes de entidades da sociedade civil, educadores e diversas autoridades. São 500 vagas com direito a voz e voto e mais 50 vagas de observadores. As inscrições começam dia 13 de julho e vão até dia 17 na Sede da Secretaria de Assistência Social, situada na Rua Bailon Lopes Carneiro. O presidente do Conselho, Orlando Barreto, explicou que a Conferência por ser a primeira em 19 anos de Estatuto e 15 anos do CMDCA, é um grande desafio. Ele acredita que projetos como a Casa de Passagem deslanchem ainda este ano com a realização do evento. Ouvir aqui: http://estudiolivre.org/repo/... Na próxima segunda-feira (06), acontece a primeira reunião da Comissão Organizadora, que foi composta por oito membros, quatro da sociedade civil e quatro do poder público. O encontro será no Centro Cultural Ana Rios D'Araújo, as 9hs da manhã. Não está prevista a participação de adolescentes na Conferência como acontece na maioria dos eventos realizados no Brasil sobre a temática.... << bahia  direitos  crianças  adolescentes  coité  conferência  "Coisas de Criança" 01/07/2009 19:09 0
João Paulo Malerba
João Malerba
Audiência pública Pró-conferência Estadual de Comunicação - RJ 22 de junho (segunda-feira), na Assembléia Legislativa, 14h Sua entidade não pode faltar neste evento que pretende debater a organização da 1º Conferência... ver mais 22 de junho (segunda-feira), na Assembléia Legislativa, 14h Sua entidade não pode faltar neste evento que pretende debater a organização da 1º Conferência de Comunicação! De acordo com o Decreto Presidencial publicado no dia 16 de abril de 2009, a 1ª Conferência Nacional de Comunicação será realizada nos dias 01, 02 e 03 de dezembro de 2009, com o tema "Comunicação: meios para a construção de direitos e de cidadania na era digital". Em todo o país, 23 Comissões Estaduais instituídas buscam envolver a sociedade em todas as etapas, municipais e estaduais do processo de construção da Conferência. São espaços de mobilização e organização dos movimentos populares e organizações sociais. Mais de 400 entidades já se engajaram. Aqui no Rio de Janeiro, a mobilização da Comissão Rio Pró-Conferência, formada por mais de 30 entidades, convoca Audiência Pública Pró-Conferência Estadual de Comunicação, com o apoio da Comissão de Cultura da Alerj. A audiência será realizada no próximo dia 22 de junho, às 14h, no Plenário da Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro - Alerj. PROGRAMAÇÃO 14h às 17h - Audiência Pública Pró-Conferência Estadual de Comunicação. A mesa será composta por representantes da Alerj, Governo do Estado, Ministério Público, Câmara dos Deputados e Comissão Rio-Pró Conferência. Após os pronunciamentos da mesa, autoridades e representantes de entidades presentes poderão fazer o uso da palavra. 18h - Ato-show Pró-Conferência de Comunicação com música, poesia, projeções e performances diversas, em Niterói, Praça de São Domingos, em frente à Estação da Cantareira (à cinco minutos da Barca). Presenças confirmadas: Músicos do MOVIMENTO POP GOIABA: Zé Katimba e Inácio Rios, Claudio Salles e os @liens, Giras Gerais, Johane Russel, Lado B do Baú, Pedra Sonora e Via Jah.. Varal de notícias com: Brasil de Fato, Fazendo Media, Jornal "O Cidadão" da Maré, Surgente, Vírus Planetário, Fanzine "O Berro". E muito mais...... << confecom  conferência  conferencia  nacional  comunicacao  comunicação  audiência  pública  alerj  rio de janeiro  Conferência Nacional de Comunicação 15/06/2009 11:22 0
João Paulo Malerba
João Malerba
Informes sobre a vídeoconferência Pró-conferência O RadioTube está ligado na Vídeoconferência Nacional Pró-Conferência de Comunicação que está acontecendo agora, com sede no auditório do... ver mais O RadioTube está ligado na Vídeoconferência Nacional Pró-Conferência de Comunicação que está acontecendo agora, com sede no auditório do Interlegis, no Senado Federal em Brasília. Enquanto a vídeoconferência iniciava seus trabalhos, chegou a notícia do decreto oficial que convoca a Conferência Nacional de Comunicação com data para os dias 1, 2 e 3 de dezembro de 2009, em Brasília, com local ainda a ser definido (veja detalhes do decreto aqui no RadioTube). Havia muita expectativa para esse anúncio, que foi comemorado por todos os presentes na Conferência. Estão presentes virtualmente os seguintes estados: CE, RS, MS, SP, DF, ES e AM. Cada estado apresentou suas últimas ações preparatórias para as conferências municipais, estaduais e a nacional. Alguns informes importantes: 1) Será realizado um encontro em Brasília, no dia 22 de maio, no auditório do Interlegis, em Brasília, para que sejam discutidas pela sociedade civil o temário e a metodologia das conferências estaduais e nacionais de comunicação; 2) O decreto que detalha a conferência de comunicação sairá até quinta-feria, mas o governo já acenou que a comissão organizadora será composta por 7 membros dos empresários de comunicação, 7 membros da sociedade civil e 4 do poder público. O comitê pró-conferência está criticando o fato de que o governo irá definir por si mesmo os representantes da sociedade civil e questiona como está sendo feita essa escolha; 3) Normalmente o governo dos estados é quem chama as conferências estaduais. É importante dizer que, caso isso não aconteça, a sociedade civil deve pressionar o poder legislativo do Estado para que seja garantida a realização das conferências nos estados. Reportagem de João Paulo Malerba, direto de Brasília.... << conferencia  conferência  nacional  comunicação  comunicacao  Conferência Nacional de Comunicação 17/04/2009 11:37 0
Paulo Marcos
Paulo Marcos
Governo define tema da conferência de Comunicação Depois de muito debate interno, o governo definiu o tema da 1ª Conferência Nacional de Comunicação. A temática do encontro será "Comunicação:... ver mais Depois de muito debate interno, o governo definiu o tema da 1ª Conferência Nacional de Comunicação. A temática do encontro será "Comunicação: Direito e Cidadania na Era Digital". Com esse foco, o governo espera abarcar diversas áreas na conferência, entre elas as telecomunicações, televisão, rádio, internet e mídia impressa. Segundo fontes que acompanham o assunto, o tema foi conciliado com os movimentos sociais focados na democratização das comunicações, que apóiam a realização de um debate sob o ângulo da cidadania. A definição do tema era a peça que faltava para a publicação do decreto presidencial convocando a conferência. O documento também trará a data de realização do encontro nacional: a plenária está marcada para os dias 1, 2 e 3 de dezembro e provavelmente será em Brasília, embora o texto não defina o local. Até lá, serão realizadas conferências preparatórias nos estados. O foco das discussões deverá ser a construção de políticas públicas para o setor de comunicação. Há uma preocupação de que os temas internos do encontro não se confundam com a Conferência Nacional de Cultura, também prevista para este ano. Assim, temas relacionados com conteúdo devem seguir para o encontro de Cultura. Mariana Mazza - TELA VIVA News  ... << Nenhuma Conferência Nacional de Comunicação 20/03/2009 16:29 0
André  Lobão
André Lobão
Movimento Negro realiza conferência de cultura e comunicação Distrito Federal Dia 10 de outubro entrará para a história. No próximo sábado (10/10) será realizada  a I Conferência Livre, conjugada, de Cultura e Comunicação, especificamente para discutir demandas da... ver mais Dia 10 de outubro entrará para a história. No próximo sábado (10/10) será realizada  a I Conferência Livre, conjugada, de Cultura e Comunicação, especificamente para discutir demandas da população negra. Neste momento, em que estamos caminhando para a I Conferência Nacional de Comunicação e para a  II Conferência Nacional de Cultura, a população negra, entidades, coletivos, artistas, artivistas e militantes do Distrito Federal irão se reunir para discutir, elaborar e encaminhar propostas para o futuro da comunicação e da cultura no país. Unir as conferências livres de cultura e comunicação não poderia ser mais oportuno, já que o tema da Confecom será democratização da Comunicação, o que muito tem a ver com a circulação ou não da cultura negra. Por isso, no dia 10 de outubro, a partir das 8h no Instituto Praia Verde, o encontro está marcado. É fundamental a participação de todas e todos. Você acha que a maneira como a mídia trata e constrói, diariamente, a imagem e identidade de negras e negros precisa mudar? Você acha que a mídia brasileira é racista? Você quer ver a cultura negra inclusa e respeitada, sem folclorização, e com políticas  públicas específicas? Por isso é que temos que participar das conferências. Na programação, que dura o dia todo, está previsto almoço com grande Roda Cultural e espaço para exposição, feira preta, sarau, dança, música, performances, improviso. Traga seu trabalho, exponha, troque, poeme-se, venda, compre, espalhe, promova, valorize a cultura negra. Entre as entidades/instituições organizadoras da conferência estão o Fórum de Mulheres Negras do DF, Movimento Negro Unificado, Griô Produções, Fórum de Entidades Negras e Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial-DF. Para saber mais sobre a Conferência Nacional de Comunicação acesse: http://proconferencia.org.br/ Para saber mais sobre a Conferência Nacional de Cultura acesse: http://blogs.cultura.gov.br/c...... << Nenhuma A Voz do Trabalhador 09/10/2009 13:19 0
Lielle Serafim
Lielle Serafim
Espírito Santo: por uma conferência de comunicação democrática A Comissão Pró-Conferência de Comunicação do Espírito Santo gostaria de manifestar sua discordância com as propostas que estão colocadas por... ver mais A Comissão Pró-Conferência de Comunicação do Espírito Santo gostaria de manifestar sua discordância com as propostas que estão colocadas por representantes do governo federal em relação à divisão de delegados na conferência e também da criação de um quórum de 60% para aprovação de propostas. Acreditamos que elas tornam o processo, de antemão, desequilibrado. Essas propostas foram feitas pelos empresários que estavam presentes na Comissão Organizadora Nacional da conferência. Não há argumentos plausíveis para mantê-las, sendo que nem seus autores tiveram a vontade de continuar a defendê-las no interior da Comissão. A primeira proposta pretende reservar aos empresários da comunicação uma cota de 40% do universo de delegados. Esse número é desproporcional à representação desse setor na sociedade. A sociedade civil não empresarial ficaria também com 40% e o poder público, com 20%. Levantamento feito pelo Coletivo Intervozes revelou que o percentual máximo reservado aos empresários nas mais de cinqüenta conferências realizadas pelo governo desde 2003 foi de 30%, no único caso da conferência de meio ambiente. Porque motivo então adotar esse critério apenas na nossa conferência? Também consideramos totalmente inadequada a proposta de quórum qualificado de 60% dos delegados para aprovação de “temas sensíveis”, como está se propondo. Isso pode tornar muito difícil a aprovação de qualquer proposta que vá de encontro aos interesses dos grupos dominantes da comunicação brasileira. Todo tema deve ser tratado de forma igual. A maioria das entidades empresariais abandou a Comissão Organizadora por sua própria intransigência. A conferência continua sendo legítima. Nem os representantes da sociedade civil não empresarial nem o governo devem se culpar por isso. Por isso, a hora é de inaugurarmos uma nova fase nas discussões e construir o regimento interno democrático o mais rápido possível. Portanto, acreditamos que o esforço dos representantes do poder público deve ser o de garantir um ambiente verdadeiramente democrático na conferência e ainda preservar a vontade daqueles que são historicamente deixados de lado na construção das políticas públicas de comunicação e estão realmente empenhados em construir essa conferência com o governo: a sociedade civil não empresarial. Comissão Pró-Conferência do Espírito Santo Abraço, Enecos, Coletivo Intervozes, Famopes, Sindicato dos Jornalistas, Sintraconst, Sindicato dos Bancários, MST, Gabinete do vereador Alexandre Passos, Gabinete do dep. estadual Cláudio Vereza, Secretaria de Comunicação de Cachoeiro de Itapemirim, Centro de Referência da Juventude e Prefeituras de Vitória, Cariacica, Serra, Viana, Vila Velha, Revista Viração, DCE da Ufes. Também fazem parte da comissão: Elaine Dal Gobbo, Dilson Ruas, Leandra Barros e Danilo Bicalho. 21 de agosto de 2009 http://proconferencia.org.br/... ... << Nenhuma Conferência Nacional de Comunicação 24/08/2009 10:11 0
Paulo Marcos
Paulo Marcos
Sugira um slogan para a conferência Comunicação é direito? pode ser? Comunicação é direito? pode ser? slogam  conferencia  Conferência Nacional de Comunicação 05/02/2009 12:11 6
Paulo Marcos
Paulo Marcos
Com Áudio: Valente sedia conferência Territorial dos Direitos da Criança e Adolescente Valente sedia Conferência Territorial dos Direitos da Criança e Adolescente O Conselho Regional de Desenvolvimento Rural Sustentável da Região Sisaleira (CODES)... ver mais Valente sedia Conferência Territorial dos Direitos da Criança e Adolescente O Conselho Regional de Desenvolvimento Rural Sustentável da Região Sisaleira (CODES) realiza a I Conferência Territorial dos Direitos da Criança e Adolescente do Território do Sisal, nesta quinta-feira 27 de agosto de 2009, no Auditório da Casa Brasil, em Valente-Ba, das 09h às 17h. O evento contará com representantes do Poder Público e Sociedade Civel de 20 municípios da Região para debater sobre a Construção das Diretrizes da Política e do Plano Decenal. Segundo Gilca Carneiro, presidente do CODES, o objetivo deste encontro é analisar, definir e deliberar as diretrizes do Território para Política Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente com vistas à elaboração do Plano Decenal. A presidente lembra que é importante a participação dos delegados já escolhidos nas conferências municipais e os municípios que não realizaram suas Conferências e não tiraram delegados, com a participação na Conferência Territorial, terão delegados aptos a participar da Conferência Estadual. Na entrevista que você poderá ouvir na íntegra ela também comentou sobre as prioridades da região. Áudio disponível Para ouvir a entrevista em MP3 clique aqui http://softwarelivre.org/paul... Tema e objetivo Oitava edição da conferência pretende definir diretrizes da Política Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescentes * Tema “Construindo Diretrizes da Política Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescentes e do Plano Decenal” . * Objetivo Analisar, definir e deliberar as diretrizes da Política Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescentes, com vista à elaboração do Plano Decenal da Política dos Direitos da Criança e do Adolescente. Calendário * Conferência estadual da Bahia O evento será em Salvador de 12 a 15 de outubro de 2009, no Centro de Convêncões da Bahia. . * Conferência Nacional Acontece de 7 a 10 de dezembro de 2009, em Brasília. As regras para participação estão definidas no documento "Referenciais e orientações básicas para realização da 8ª Conferência dos Direitos da Criança e do Adolescente" O TERRITÓRIO DO SISAL O Territórios da Cidadania é desenvolvido pelo Governo Federal em parceria com os governos estaduais, municípios e a sociedade civil. A atuação integrada assegura maior alcance às políticas públicas do Governo Federal desenvolvidas em regiões que mais precisam, principalmente em áreas rurais. Isso possibilita maior eficácia à ampliação nos Territórios da Cidadania de ações como assistência técnica e infraestrutura para a agricultura familiar e assentamentos rurais e de programas como o de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), Luz para Todos, Bolsa Família, Saúde da Família, Farmácia Popular e Brasil Sorridente. Saiba mais sobre as conferências no Blogue Gerando Cidadania... << sisal  adolescente  criança  direitos  conferência  brasil  bahia  Cangaia News 25/08/2009 16:50 0
Clara Araújo
Clara Araújo
Blog da Comissão Rio Pró-conferência Nacional de Comunicação A democratização da comunicação no país foi o tema de uma Audiência Pública no Rio de Janeiro. No dia 17 de outubro passado, diversas entidades e mais de cem particpantes se reuniram na... ver mais A democratização da comunicação no país foi o tema de uma Audiência Pública no Rio de Janeiro. No dia 17 de outubro passado, diversas entidades e mais de cem particpantes se reuniram na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro para discutir maneiras de fazer com que a Conferência Nacional de Comunicação, saia do papel. Os organizadores Comissão Rio Pró-Conferência Nacional de Comunicação mantém um Blog no qual você pode encontrar notícias, vídeos e fotos da audiência do Rio e de outros movimentos feitos pelo país. O CRIAR BRASIL também esteve presente no evento do Rio de Janeiro. Lá, realizamos entrevistas com parlamentares e representantes de movimentos que apóiam a realização da conferência. Gilberto Palmares, vice-presidente da ALERJ, e o deputado federal Jorge Bittar são algumas das pessoas que conversaram com a gente. Todas essas entrevistas estão disponíveis no perfil e na comunidade do CRIAR BRASIL, aqui no Radiotube. Seguem os links: *Blog Movimento Rio Pró Conferência: www.rioproconferencia.blogspo... *Entrevistas CRIAR BRASIL: http://www.radiotube.org.br/i... OU http://www.radiotube.org.br/i... Abraços!! ... << Nenhuma Rádios Livres 23/10/2008 08:55 0
João Paulo Malerba
João Malerba
Lula enviará propostas de conferência de Comunicação ao Congresso O presidente Luiz Inácio Lula da Silva informou hoje, em seu programa semanal Café com o Presidente, que algumas das propostas da 1° Conferência Nacional de... ver mais O presidente Luiz Inácio Lula da Silva informou hoje, em seu programa semanal Café com o Presidente, que algumas das propostas da 1° Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), que terminou na última quinta-feira (17), vão ser transformadas pelo governo em projetos de lei, que serão encaminhados ao Congresso. Lula não informou quais propostas serão aproveitadas pelo governo. Depois de três dias de debates, a conferência terminou com a aprovação de mais de 600 propostas que tratam da produção de conteúdo, meios de distribuição e direitos e deveres para o setor “Vamos trabalhar no Congresso Nacional para que a gente tenha o marco regulatório condizente com as necessidades da evolução das telecomunicações no Brasil e no mundo, e com as necessidades de democratizar, cada vez mais, os meios de comunicação no Brasil”, disse Lula. Na avaliação do presidente, é preciso atualizar a legislação brasileira de radiodifusão, regulamentada pela última vez em 1962. Algumas das propostas aprovada durante a conferência já tramitam como projetos de lei no Congresso como a proibição da publicidade direcionada às crianças (PL 5921/01); a regulamentação da publicidade de bebidas alcoólicas; o fim dos pacotes fechados na TV por assinatura para permitir que o assinante possa fazer o seu próprio pacote (29/07) e o restabelecimento da exigência do diploma para os jornalistas (PEC 386/09). Da Redação/PCS Com informações da Agência Brasi... << confecom  conferência  nacional  comunicação  propostas  balanço  Conferência Nacional de Comunicação 22/12/2009 09:38 1
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