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| Foto/Autor | Título do Tópico | Descrição | Tags | comunidade | Horário | Comentários |
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João Malerba |
Emanuel Carneiro, da Rede Itatiaia, assume a Abert | O empresário mineiro, eleito por unanimidade, disse que vai acompanhar a revisão do marco regulatório do setor O presidente da Rede Itatiaia de Minas Gerais, Emanuel Soares... ver mais O empresário mineiro, eleito por unanimidade, disse que vai acompanhar a revisão do marco regulatório do setor O presidente da Rede Itatiaia de Minas Gerais, Emanuel Soares Carneiro, foi eleito nesta quarta-feira (1/9) para a presidência da Abert (Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão) para os próximos dois anos. O empresário sucede ao diretor-geral do SBT em Brasília, Daniel Slaviero, que dirigiu a entidade por dois mandatos. Carneiro foi eleito por unanimidade pelo Conselho Superior da associação, que se reuniu em Brasília. Administrador de empresas e jornalista há 49 anos, em Minas Gerais, ele ocupava a vice-presidência, que será exercida pelo empresário Vicente Jorge, da TV Asa Branca e da Radio Globo FM, em Caruaru. Fundada em 1962, a entidade representa a Globo, Record e SBT, além de 2.430 emissoras de rádio e 320 de televisão. Entre as metas de Emanuel Carneiro está a defesa da liberdade de expressão e de imprensa, a preservação do modelo federativo de radiodifusão e o acompanhamento das discussões sobre a revisão do marco regulatório do setor. Segundo ele, a Abert seguirá liderando o "necessário processo de aperfeiçoamento e modernização do setor de radiodifusão, acompanhando as intensas transformações tecnológicas que impactam as empresas de comunicação."(Da redação, com assessoria de imprensa) Qua, 01 de Setembro de 2010 19:02 por Lúcia Berbert... << | abert | Conferência Nacional de Comunicação | 06/09/2010 12:53 | 0 |
João Malerba |
Entrevista com Lalo Leal sobre TV Pública | A serviço do conhecimento e espírito crítico do telespectador Lalo: TV Brasil está se constituindo na espinha dorsal da nova rede pública A televisão... ver mais A serviço do conhecimento e espírito crítico do telespectador Lalo: TV Brasil está se constituindo na espinha dorsal da nova rede pública A televisão pública ideal para o Brasil deve ser independente economicamente, tanto do Estado, quanto da publicidade, e garantir sua existência independentemente dos humores dos governantes do momento. Essa TV precisa conquistar seu espaço e competir – sem obsessão por audiências – com as emissoras comerciais e conseguir tirar a população da condição de refém do modelo dominado pelo marketing. Assim é a televisão pública idealizada por Laurindo Leal Filho (Lalo), cientista social, doutor em Comunicação, apresentador na TV Brasil do programa “Ver TV”, entrevistado deste e-Fórum. Para Lalo, o entretenimento deve ser um dos pilares da programação na televisão pública, que precisa ainda informar e capacitar o telespectador para ter suas próprias ideias. “O dono da verdade deve ser o público e não a emissora”, afirma. Leia a seguir. e-Fórum - Como o senhor define “TV pública”, considerando a realidade e as necessidades brasileiras? Lalo Leal - No Brasil, é imperiosa a necessidade de uma televisão pública nacional forte, capaz de competir em pé de igualdade com as emissoras comerciais. Infelizmente, adotamos aqui o modelo de exploração privada da radiodifusão desde o seu início, sem abrir espaços para alternativas. Isso fez com que a população brasileira ficasse refém de um modelo único, cuja finalidade primordial é a realização de lucros para os seus controladores. Descartou-se a ideia da prestação de um serviço de radiodifusão voltado para a ampliação do conhecimento, do incentivo ao espírito crítico e da ousadia na criação de formatos e conteúdos audiovisuais, entre outras características inerentes ao modelo público de rádio e TV. No caso específico da televisão, é importante que ela, ao prestar esse tipo de serviço, crie um novo público capaz de exigir também das emissoras comerciais produções de melhor qualidade. Com isso, a TV pública não só cumpriria a sua missão específica, como também contribuiria para a melhoria de todo o conjunto da televisão brasileira. e-Fórum - Qual seria o papel do Estado/governo na TV pública que o senhor idealiza? Lalo Leal - Ao Estado, acima dos governos, cabe a tutela institucional desses empreendimentos, na medida em que são eles os detentores das respectivas titularidades. Cabe, igualmente, impulsionar essas iniciativas oferecendo as condições institucionais e materiais básicas para o funcionamento desse tipo de emissora. Assim como devem alocar recursos para a saúde, a educação e a cultura, os governos têm também a obrigação de investir na televisão pública. Ainda mais no Brasil, onde ela é, para a maioria absoluta da população, a única fonte de informação e de entretenimento. Nesse sentido, a TV Pública torna-se peça importante no aprimoramento da democracia, na medida em que pode oferecer visões de mundo além daquelas determinadas pelo mercado. Quanto ao controle, a presença dos governos nos conselhos gestores é importante na medida em que os titulares dos cargos executivos têm o respaldo da sociedade obtido pelo voto. Mas para dar conta da ampla diversidade cultural existente nos pais, é igualmente importante a presença nos conselhos de representantes da sociedade, indicados por ela, em processos abertos e democráticos. e-Fórum - Quem deve financiar uma TV pública (além do Estado) e qual seria o mecanismo adequado? Ele incluiria a veiculação de anúncios pagos? Lalo Leal - O modelo ideal é o do financiamento autônomo das emissoras públicas, capaz de torná-las independentes tanto do Estado como da publicidade, como ocorre em alguns países europeus onde as emissoras são mantidas exclusivamente pelas taxas pagas pelos telespectadores. No caso brasileiro, acredito que não exista cultura nem condições materiais objetivas para que grande parte da população possa assumir mais esse encargo. Dessa forma, o ideal seria a existência de uma cesta de fontes de financiamento capaz de evitar a dependência excessiva da emissora em relação a apenas uma delas. Sem dúvida, caberia ao Estado a fatia maior, mas a ela poderiam ser acrescentados recursos de doações e de apoios culturais a programas e programações, por exemplo. Mas propaganda, de forma alguma, descaracteriza a linguagem da emissora e a coloca no mesmo plano das empresas comerciais de comunicação ao passar a disputar, com elas, o mercado publicitário, com o inevitável rebaixamento da qualidade da programação. Quando isso ocorre, o departamento de marketing passa a ter mais poder do que os setores de produção da emissora, impondo critérios de mercado em detrimento da prestação de um serviço público. e-Fórum - Trata-se de criar uma nova rede de TVs ou de tentar transformar a rede atual, controlada pelo Estado? Lalo Leal - Acredito que, no plano nacional, a TV Brasil está se constituindo na espinha dorsal da nova rede. Falta ainda a universalização do seu sinal para que a programação por ela produzida possa chegar, com alta qualidade técnica, a qualquer parte do país. Além disso, diante das dimensões territoriais brasileiras e da sua diversidade cultural, o ideal seria que houvesse, além de um canal nacional, canais públicos regionais e locais. E mais ainda, que pelo menos a emissora nacional pudesse emitir, no mínimo, três programações diferenciadas por três canais independentes: um apenas com programação para crianças, outro exclusivamente de notícias e um generalista para todos os gostos. Por que não? Tecnologia, recursos humanos e financeiros existem, resta acioná-los. e-Fórum - A TV Cultura de SP, referência no Brasil, enfrenta grave crise. Estamos perdendo um modelo de TV pública no país? Lalo Leal - Crise na TV Cultura de São Paulo não é novidade. Em meados da década de 1980, publiquei um livro (Atrás das Câmeras - Relações entre Cultura, Estado e Televisão. Ed. Summus, SP) sobre essa emissora onde analisava as crises ocorridas desde a sua inauguração, em 1968. De lá para cá, nada mudou. Apesar de ser mantida por uma fundação de direito privado, portanto imune à intervenção estatal, a TV Cultura vive sempre sob pressão dos governos de turno do Estado de São Paulo. Ainda que formalmente autônomo, o Conselho Curador da Fundação Padre Anchieta é muito submisso às imposições dos governos do Estado e muito distante da sociedade. No entanto, não acredito que o modelo esteja se perdendo. Na minha opinião, ele pode ser mantido e aprimorado. Começando, por exemplo, com a ampla divulgação dos nomes e dos contatos de todos os conselheiros da Fundação Padre Anchieta e das suas disponibilidades de horários para o atendimento do público. Afinal, eles não são os representantes da sociedade? Para exercer essa tarefa, o requisito número um é ouvir os seus representados. e-Fórum - Qual seria o tipo de programação ideal para uma TV pública? Deveria abdicar de transmitir novelas, por exemplo? Lalo Leal - Não. O entretenimento deve ser um dos pilares da programação de uma TV pública e nele a dramaturgia deve ter um papel central. Por que não levar ao ar séries teatrais baseadas em clássicos da literatura universal contando com os recursos cenográficos e técnicos consagrados pelas novelas? A programação deve ser atraente, construtiva, de bom nível, que dê conta de toda a riqueza cultural produzida no país. Sem obsessão por altas audiências, mas também sem desprezá-las. Buscando atender aos mais variados gostos do público, dentro de padrões éticos e estéticos elevados. "O serviço público de rádio e televisão deve tornar o popular respeitável e o que é respeitável popular", resumia Alasdair Milne, diretor geral da BBC nos anos 1980. Para deixar tudo isso mais claro, dou exemplos de como seria parte da programação de uma rede pública. Deve, por exemplo, resgatar os programas musicais de qualidade, exibindo-os no horário nobre, na faixa das 20h, concorrendo diretamente com as novelas e os telejornais das emissoras comerciais. Aliás, a música já foi, em outras épocas, o carro-chefe das programações das grandes emissoras brasileiras. Hoje ele é apêndice dos interesses das gravadoras. No domingo à tarde, por exemplo, quando o público brasileiro está acostumado a ver programas de auditório – sempre os mesmos, a mesma coisa - é possível fazer um programa agradável, estimulante, sem cair na baixaria. A TV Bandeirantes colocou no ar o programa 'É tudo improviso', feito por um grupo de teatro que trabalha com humor de alto nível. Esse grupo numa TV pública, num domingo à tarde, estaria conquistando telespectadores desses programas de variedades para um outro nível de produção artística e até levando gente ao teatro e à música mais elaborada. Outro exemplo seria o da rede tendo como missão dar ao público um cinema de bom nível, nacional e estrangeiro, exibido sem intervalos. Algo que alguns canais a cabo já fazem para poucos privilegiados (menos de 10% da população brasileira). Para não falar da necessidade de uma programação infantil sedutora, com conteúdo educativo, mas sem loiras, prêmios ou merchandisings. E um jornalismo crítico e independente, capaz de oferecer ao telespectador informações que o habilite a tomar, ele próprio, suas decisões. O dono da verdade deve ser o público e não a emissora. O Brasil, infelizmente, é uma das poucas grandes democracias do mundo que não exibe debates políticos na TV como rotina. Eles surgem, como raios em céu azul, às vésperas das eleições, completamente engessados. Dá inveja ver, por exemplo, os programas de debates políticos regulares na TV argentina ou os debates sobre os temas do dia, toda a noite, na TV britânica. Se um dia a TV pública brasileira atingir essas metas, estaremos dando um salto de qualidade nunca visto em nossa televisão. Aproximando-a do modelo britânico, reconhecido como o melhor do mundo. E que tem como um dos seus objetivos "despertar o público para ideias e gostos culturais menos familiares, ampliando mentes e horizontes, elevar a qualidade de vida do telespectador, em vez de meramente puxá-lo para o rotineiro com programas concebidos como uma forma de capacitar o telespectador para uma enriquecedora experiência de vida. Parece sonho não? Mas sem ele, estaremos condenados à mediocridade. e-Fórum - Quais são as perspectivas para a TV pública brasileira, considerando as mudanças que ocorrerão nos governos federal e estaduais? Lalo Leal - O ideal seria que não houvesse mudança nenhuma. Que as emissoras seguissem suas vidas independentemente dos humores dos governantes do momento. Sei que isso é difícil por aqui. A ameaça, já superada, de uma vitória da oposição a nível nacional colocaria em risco o projeto da TV Brasil. Daí a necessidade da criação de mecanismos de controle e financiamento estáveis para todas as TVs públicas como forma de blindá-las contra qualquer tentativa de retrocesso. Laurindo Leal Filho - Cientista social, doutor em Ciências da Comunicação pela USP e pós-doutor pelo Goldsmiths College da Universidade de Londres. Publicou os livros "Atrás das Câmeras, relações entre Estado, Cultura e Televisão". "A melhor TV do mundo, o modelo britânico de televisão", "A TV sob controle, a resposta da sociedade ao poder da televisão" e "Vozes de Londres, memórias brasileiras da BBC", além de artigos sobre cultura e comunicação, com ênfase na televisão, em publicações científicas e de divulgação. Professor aposentado da Escola de Comunicações e Artes da USP, é ouvidor-geral da Empresa Brasil de Comunicação e apresentador do programa Ver TV, exibido pela TV Brasil e pela TV Câmara. Atuando, principalmente, nos temas: política, políticas públicas de comunicação, televisão, televisão pública, rádio e jornalismo. Foi Secretário de Esportes, Lazer e Recreação da Prefeitura Municipal de São Paulo na gestão Luiza Erundina (1989/1993). 27/08/2010 | Ana Rita Marini FNDC... << | lalo leal tv pública ebc | Conferência Nacional de Comunicação | 30/08/2010 15:07 | 0 |
Alana Austin |
Estréia hoje a TV dos Trabalhadores, primeira gerida por uma categoria | SÃO PAULO METALÚRGICOS A concessão é de canal educativo para a Fundação Sociedade de Comunicação, Cultura e Trabalho, entidade criada... ver mais SÃO PAULO METALÚRGICOS A concessão é de canal educativo para a Fundação Sociedade de Comunicação, Cultura e Trabalho, entidade criada e mantida pelo Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. Oito trabalhadores farão parte da equipe de reportagem da emissora. Além do Canal 46 UHF, a Fundação também já teve outorgadas, no ano passado, mais uma emissora UHF e duas emissoras de rádio. O primeiro pedido de concessão de um canal de TV foi feito 1987 por Lula, que na época era deputado federal. Lula deve comparecer a inauguração do novo canal hoje (23/08), às 19 horas. O enfoque do conteúdo do telejornalismo diário e dos programas semanais são o mundo do trabalho e a ação dos movimentos sociais. Nesse começo das transmissões, a TV dos Trabalhadores terá uma hora e meia de programação própria, que vai crescer com o decorrer dos meses. O tempo restante será preenchido com programas das tevês Câmara, Senado e da TV Brasil. (pulsar)... << | Nenhuma | AMARC Brasil | 23/08/2010 12:16 | 0 |
Alana Austin |
Estudo da Unesco condena a concentração da mídia | Estudo da Unesco condena a concentração da mídia http://bit.ly/bAX8Sl Estudo da Unesco condena a concentração da mídia Na... ver mais Estudo da Unesco condena a concentração da mídia http://bit.ly/bAX8Sl Estudo da Unesco condena a concentração da mídia Na avaliação da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, o Estado deve impedir a concentração indevida no setor de mídia e assegurar a pluralidade. Para isso, diz estudo da entidade, governos podem adotar regras para limitar a influência que um único grupo pode ter em um ou mais setores. A organização afirma que os responsáveis pelas leis antimonopólio precisam atuar livres de pressões políticas. As autoridades devem ter, por exemplo, o poder de desfazer operações de mídia em que a pluralidade está ameaçada, defende a Unesco. Agência Câmara A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), lancou o estudo “Indicadores de desenvolvimento da mídia: marco para a avaliação do desenvolvimento dos meios de comunicação”. Segundo o documento da Unesco o Estado deve impedir a concentração indevida no setor de mídia e assegurar a pluralidade. “Os governos podem adotar regras para limitar a influência que um único grupo pode ter em um ou mais setores”, diz o estudo. A organização afirma que os responsáveis pelas leis antimonopólio precisam atuar livres de pressões políticas. “As autoridades devem ter, por exemplo, o poder de desfazer operações de mídia em que a pluralidade está ameaçada”, destaca. O estudo recomenda ainda a divisão equitativa das frequências de rádio e televisão entre as emissoras públicas, privadas e comunitárias, e entre as estações nacionais, regionais e locais. Para a Unesco, a distribuição de concessões deve ser transparente e aberta ao público. “O processo deve ser supervisionado por órgão isento de interferência política ou interesses particulares”, afirma. Na primeira categoria de indicadores proposta para avaliar a mídia de um país, a Unesco questiona se a liberdade de expressão e o direito à informação são garantidos por lei e respeitados na prática. A publicação ressalta ainda a importância de se preservar a independência editorial e o sigilo das fontes jornalísticas. Além disso, conforme o texto, é preciso averiguar se a população e as organizações da sociedade civil participam da formulação de políticas públicas relativas à mídia. A Unesco recomenda que o Estado não imponha restrições legais injustificadas à mídia e que as leis sobre crimes contra com a honra (como a difamação) imponham restrições o mais específicas possível para proteger a reputação dos indivíduos. “Restrições à liberdade de expressão, o discurso do ódio, a privacidade, o desacato a tribunal e a obscenidade têm de ser definidas com clareza na lei e devem ser justificáveis em uma sociedade democrática”, diz o estudo. Segundo o documento, a mídia não pode estar sujeita à censura prévia – ou seja, qualquer violação às regras para o conteúdo da mídia deve ser punida apenas após sua publicação ou divulgação. Além disso, o Estado não deve tentar bloquear ou filtrar conteúdo da internet considerado sensível ou prejudicial. “Os provedores, sites, blogs e empresas de mídia na internet não têm a obrigação de registrar-se em um órgão público ou obter uma permissão dele”, informa. Com relação ao sistema de rádio e televisão, a Unesco recomenda que haja às emissoras garantias legais de independência editorial contra interesses partidários e comerciais. O órgão regulador do setor também deve ser composto por integrantes escolhidos em processo transparente e democrático, e deve prestar contas à população. Na terceira categoria de indicadores prevista no documento, a Unesco questiona se o conteúdo da mídia – seja ela pública, privada ou comunitária – reflete a diversidade de opiniões na sociedade, inclusive de grupos marginalizados. A UNESCO também considera essencial para o fortalecimento da democracia o desenvolvimento da mídia comunitária; a capacitação dos profissionais da área; e o avanço da infraestrutura de comunicação, para recepção da radiodifusão, acesso a telefones e à internet. ... << | Nenhuma | AMARC Brasil | 29/07/2010 16:26 | 0 |
Clara Araújo |
ECA faz 20 anos sem contemplar novas tecnologias | Entre conquistas e desafios, o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) completa 20 anos. O conjunto de leis cujo objetivo é a proteção integral da criança e do adolescente tem como obstáculo... ver mais Entre conquistas e desafios, o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) completa 20 anos. O conjunto de leis cujo objetivo é a proteção integral da criança e do adolescente tem como obstáculo principal a ser enfrentado a inclusão da internet e das novas tecnologias na rede de segurança dos menores. "O ECA não contemplou um sistema de proteção que alcance o tráfico de imagens, a pedofilia, a pornografia e outros abusos que existem na internet" diz Mário Volpi, o gerente de projetos da Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância). Por outro lado, Volpi acha que o estatuto promoveu novas metodologias com o uso da tecnologia, para fortalecer processos educativos. Pais devem ficar atentos: a atual geração de jovens utiliza maciçamente comunicadores instantâneos, salas de bate-papo e, principalmente, redes sociais. Existem várias maneiras de monitorar, de forma sadia, as atividades dos filhos no computador. Nos sites fss.live.com e k9webprotection.com há dicas e ferramentas para acompanhar os sites visitados por crianças e adolescentes, as imagens vistas na web e até tudo que é digitado no micro. Fonte: Folha online... << | eca | "Coisas de Criança" | 13/07/2010 17:35 | 0 |
Adriana Maria |
Entrevista com Nilcéa Freire- ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres | Entrevista com a ministra de Políticas para as Mulheres, Nilcéa Freire Confira aqui Entrevista com a ministra de Políticas para as Mulheres, Nilcéa Freire Confira aqui | Nenhuma | Rede de Mulheres da AMARC Brasil | 30/06/2010 15:19 | 0 |
Lielle Serafim |
ES:Câmara tira R$ 440 milhões da verba do petróleo do Estado | O plenário da Câmara dos Deputados aprovou na noite de ontem a chamada emenda Ibsen, de autoria do deputado gaúcho Ibsen Pinheiro (PMDB), que altera a divisão dos royalties e participações especiais.... ver mais O plenário da Câmara dos Deputados aprovou na noite de ontem a chamada emenda Ibsen, de autoria do deputado gaúcho Ibsen Pinheiro (PMDB), que altera a divisão dos royalties e participações especiais. O Espírito Santo perderá mais de 60% do que recebe anualmente e os municípios capixabas produtores de petróleo perderão 50% dos repasses anuais. Em números, estes percentuais significam que o caixa do Estado deixará de receber, caso a emenda passe também no Senado e não receba o veto do presidente Lula, R$ 212 milhões por ano. Para os municípios produtores, as perdas serão superiores a R$ 230 milhões por ano. Estes números foram divulgados depois de estudo realizado pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) com base nos dados dos repasses feitos em 2008. Veja o site especial sobre o pré-sal Os valores foram apurados quando a produção de petróleo no Estado era pouco superior a 100 mil barris por dia. A entrada em operação de novos campos deverá dobrar a produção ao longo de 2010. A previsão da Petrobras é chegar ao final deste ano produzindo 300 mil barris diariamente. Os royalties que o Espírito Santo perderá também serão o dobro do que foi calculado pelos técnicos da CNM. Igual A polêmica emenda de Ibsen Pinheiro (PMDB-RS) e Humberto Souto (PPS-MG) redistribui os recursos que não são destinados diretamente à União entre todos os Estados e municípios, de acordo com critérios dos fundos de participação (FPE e FPM). A emenda foi aprovada por 369 votos a favor, 72 contra e duas abstenções. Os dez parlamentares capixabas votaram contra a emenda. A disputa sobre royalties atrasou por meses a votação do projeto. Em dezembro de 2009, o texto principal foi aprovado, mas o governo temeu a derrota e evitou a votação da chamada emenda Ibsen. A União apostava suas fichas em um acordo fechado em dezembro com líderes na Câmara e governadores. Nas áreas já concedidas, o acordo reservava 26,5% dos royalties para os Estados produtores, 18% para os municípios produtores, 5% para os municípios afetados por operações de embarque e desembarque, 20% para a União, 22% para os Estados que não produzem e 8,75% para os municípios não produtores. O acordo abrangia também as novas áreas do pré-sal. Nestas áreas, a União ficaria com 22%, os Estados produtores com 25%, os municípios produtores com 6%, os municípios afetados por embarque e desembarque com 3% e os Estados e municípios não produtores com 44%. Cerca de mil prefeitos estiveram ontem em Brasília para acompanhar a votação na Câmara. Agora, o projeto segue para o Senado e depois para apreciação do presidente Lula. Se depender de Lula, a emenda não prevalecerá. Ele pretende vetá-la e, posteriormente, apresentar um projeto de lei específico sobre a divisão dos royalties. Entenda o marco regulatório do pré-sal Tempo. O marco regulatório do pré-sal, composto por quatro projetos de lei, chegou na Câmara dos Deputados em maio do ano passado. Apesar da solicitação do regime de urgência na sua tramitação, a demora foi maior do que o esperado e somente ontem terminou a primeira etapa na Câmara, com a votação da última emenda referente ao projeto de partilha. Tempo. O novo marco regulatório valerá para a área do pré-sal, que é uma nova província de petróleo localizada no mar entre os Estados de Santa Catarina e Espírito Santo. São 149 mil km2, dos quais 107,2 mil km2 (72%) representam áreas sem concessão. Tempo. A Câmara votou o projeto que cria o novo sistema de partilha da produção de petróleo, que passará a pertencer à União. Outro projeto é o que cria a Petrosal, empresa estatal que irá gerenciar os blocos da camada do pré-sal. O terceiro projeto trata da capitalização da Petrobras, onde a União passa para a estatal 5 bilhões de barris de petróleo. O último projeto do novo marco regulatório é o que prevê a criação de um fundo social com recursos do petróleo. Capixabas e cariocas querem processar Temer A decisão do presidente da Câmara, deputado Michel Temer (PMDB), de colocar em votação ontem mesmo a emenda Ibsen renderá ao parlamentar uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) que será ajuizada hoje pelo deputado Eduardo Paes (PMDB-RJ) em nome das bancadas do Rio e do Espírito Santo. O texto da ação foi definido ontem à noite depois que Temer admitiu que estava colocando a emenda Ibsen em votação mesmo sabendo que ela foi apresentada sem as assinaturas necessárias. A irregularidade foi admitida pelo presidente da Câmara pouco antes de iniciar a votação da emenda, no início da noite. ... << | Nenhuma | Notícias do Sudeste | 23/03/2010 07:52 | 0 |
João Malerba |
Escola Popular de Comunicação Crítica - Vitória (ES) | Estão abertas as inscrições para a Escola Popular de Comunicação Crítica (Espocc) do Observatório de Favelas em Vitória, no Espírito... ver mais Estão abertas as inscrições para a Escola Popular de Comunicação Crítica (Espocc) do Observatório de Favelas em Vitória, no Espírito Santo, até o dia 24 de fevereiro. As aulas são gratuitas e voltadas para jovens de 15 a 24 anos. Nesta edição da Espocc será ministrado o curso de Mídias Digitais, que envolve as diversas ferramentas da internet para produção e difusão de conteúdo pelos jovens, como Orkut, FaceBook, Youtube, Twitter e Blogs. As inscrições podem ser feitas no Centro de Missões da Igreja Batista do Romão, na Rua Ormando Aguiar, número 300, próximo à Escola Municipal Irmã Jacinta. Para realizar a inscrição no curso, voltado preferencialmente para moradores dos Morros do Romão, Cruzamento e Forte São João, os jovens precisam apenas levar uma cópia da carteira de identidade e preencher um formulário no local. O curso tem duração de quatro meses e é uma parceria do Observatório de Favelas com a Prefeitura Municipal de Vitória e com o governo federal, via Programa Nacional de Segurança com Cidadania (Pronasci). As aulas serão ministradas no Centro de Missões Batista do Romão, também parceira do projeto. Ao todo o curso vai formar 45 jovens, divididos em três turmas. Os horários das aulas serão definidos de acordo com a demanda dos jovens. A proposta da Escola é oferecer aos jovens acesso a diferentes linguagens, conceitos e técnicas na área da comunicação, como fotografia, internet e vídeo, para que se organizem em suas comunidades para produzir e difundir conteúdos próprios. Inscrições Espocc-Vitória Período: de 8 a 24 de fevereiro de 2010 Local: Centro de Missões da Igreja Batista do Romão Rua Ormando Aguiar, 300 – próximo à EMEF Irmã Jacinta Horário: 9h às 12h e 14h às 20h Informações: (27) 3081 2507... << | observatório favelas espírito santo escola popular comunicação crítica | Notícias do Sudeste | 09/02/2010 11:45 | 0 |
Rodrigo Guterres |
Eduardo Galeano sobre o Haiti | A história do Haiti é a história do racismo na civilização ocidental por Eduardo Galeano A democracia haitiana nasceu há um instante. No seu breve tempo de vida, esta criatura faminta e... ver mais A história do Haiti é a história do racismo na civilização ocidental por Eduardo Galeano A democracia haitiana nasceu há um instante. No seu breve tempo de vida, esta criatura faminta e doentia não recebeu senão bofetadas. Era uma recém-nascida, nos dias de festa de 1991, quando foi assassinada pela quartelada do general Raoul Cedras. Três anos mais tarde, ressuscitou. Depois de haver posto e retirado tantos ditadores militares, os Estados Unidos retiraram e puseram o presidente Jean-Bertrand Aristide, que havia sido o primeiro governante eleito por voto popular em toda a história do Haiti e que tivera a louca ideia de querer um país menos injusto. O voto e o veto Para apagar as pegadas da participação estadunidense na ditadura sangrenta do general Cedras, os fuzileiros navais levaram 160 mil páginas dos arquivos secretos. Aristide regressou acorrentado. Deram-lhe permissão para recuperar o governo, mas proibiram-lhe o poder. O seu sucessor, René Préval, obteve quase 90 por cento dos votos, mas mais poder do que Préval tem qualquer chefete de quarta categoria do Fundo Monetário ou do Banco Mundial, ainda que o povo haitiano não o tenha eleito nem sequer com um voto. Mais do que o voto, pode o veto. Veto às reformas: cada vez que Préval, ou algum dos seus ministros, pede créditos internacionais para dar pão aos famintos, letras aos analfabetos ou terra aos camponeses, não recebe resposta, ou respondem ordenando-lhe: – Recite a lição. E como o governo haitiano não acaba de aprender que é preciso desmantelar os poucos serviços públicos que restam, últimos pobres amparos para um dos povos mais desamparados do mundo, os professores dão o exame por perdido. O álibi demográfico Em fins do ano passado, quatro deputados alemães visitaram o Haiti. Mal chegaram, a miséria do povo feriu-lhes os olhos. Então o embaixador da Alemanha explicou-lhe, em Porto Príncipe, qual é o problema: – Este é um país superpovoado, disse ele. A mulher haitiana sempre quer e o homem haitiano sempre pode. E riu. Os deputados calaram-se. Nessa noite, um deles, Winfried Wolf, consultou os números. E comprovou que o Haiti é, com El Salvador, o país mais superpovoado das Américas, mas está tão superpovoado quanto a Alemanha: tem quase a mesma quantidade de habitantes por quilômetro quadrado. Durante os seus dias no Haiti, o deputado Wolf não só foi golpeado pela miséria como também foi deslumbrado pela capacidade de beleza dos pintores populares. E chegou à conclusão de que o Haiti está superpovoado... de artistas. Na realidade, o álibi demográfico é mais ou menos recente. Até há alguns anos, as potências ocidentais falavam mais claro. A tradição racista Os Estados Unidos invadiram o Haiti em 1915 e governaram o país até 1934. Retiraram-se quando conseguiram os seus dois objetivos: cobrar as dívidas do Citybank e abolir o artigo constitucional que proibia vender as plantations aos estrangeiros. Então Robert Lansing, secretário de Estado, justificou a longa e feroz ocupação militar explicando que a raça negra é incapaz de governar-se a si própria, que tem "uma tendência inerente à vida selvagem e uma incapacidade física de civilização". Um dos responsáveis pela invasão, William Philips, havia incubado tempos antes a ideia sagaz: "Este é um povo inferior, incapaz de conservar a civilização que haviam deixado os franceses". O Haiti fora a pérola da coroa, a colônia mais rica da França: uma grande plantação de açúcar, com mão-de-obra escrava. No Espírito das leis, Montesquieu havia explicado sem papas na língua: "O açúcar seria demasiado caro se os escravos não trabalhassem na sua produção. Os referidos escravos são negros desde os pés até à cabeça e têm o nariz tão achatado que é quase impossível deles ter pena. Torna-se impensável que Deus, que é um ser muito sábio, tenha posto uma alma, e sobretudo uma alma boa, num corpo inteiramente negro". Em contrapartida, Deus havia posto um açoite na mão do capataz. Os escravos não se distinguiam pela sua vontade de trabalhar. Os negros eram escravos por natureza e vagos também por natureza, e a natureza, cúmplice da ordem social, era obra de Deus: o escravo devia servir o amo e o amo devia castigar o escravo, que não mostrava o menor entusiasmo na hora de cumprir com o desígnio divino. Karl von Linneo, contemporâneo de Montesquieu, havia retratado o negro com precisão científica: "Vagabundo, preguiçoso, negligente, indolente e de costumes dissolutos". Mais generosamente, outro contemporâneo, David Hume, havia comprovado que o negro "pode desenvolver certas habilidades humanas, tal como o papagaio que fala algumas palavras". A humilhação imperdoável Em 1803 os negros do Haiti deram uma tremenda sova nas tropas de Napoleão Bonaparte e a Europa jamais perdoou esta humilhação infligida à raça branca. O Haiti foi o primeiro país livre das Américas. Os Estados Unidos haviam conquistado antes a sua independência, mas tinha meio milhão de escravos a trabalhar nas plantações de algodão e de tabaco. Jefferson, que era dono de escravos, dizia que todos os homens são iguais, mas também dizia que os negros foram, são e serão inferiores. A bandeira dos homens livres levantou-se sobre as ruínas. A terra haitiana fora devastada pela monocultura do açúcar e arrasada pelas calamidades da guerra contra a França, e um terço da população havia caído no combate. Então começou o bloqueio. A nação recém nascida foi condenada à solidão. Ninguém lhe comprava, ninguém lhe vendia, ninguém a reconhecia. O delito da dignidade Nem sequer Simón Bolívar, que tão valente soube ser, teve a coragem de firmar o reconhecimento diplomático do país negro. Bolívar havia podido reiniciar a sua luta pela independência americana, quando a Espanha já o havia derrotado, graças ao apoio do Haiti. O governo haitiano havia-lhe entregue sete naves e muitas armas e soldados, com a única condição de que Bolívar libertasse os escravos, uma ideia que não havia ocorrido ao Libertador. Bolívar cumpriu com este compromisso, mas depois da sua vitória, quando já governava a Grande Colômbia, deu as costas ao país que o havia salvo. E quando convocou as nações americanas à reunião do Panamá, não convidou o Haiti mas convidou a Inglaterra. Os Estados Unidos reconheceram o Haiti apenas sessenta anos depois do fim da guerra de independência, enquanto Etienne Serres, um gênio francês da anatomia, descobria em Paris que os negros são primitivos porque têm pouca distância entre o umbigo e o pênis. Por essa altura, o Haiti já estava em mãos de ditaduras militares carniceiras, que destinavam os famélicos recursos do país ao pagamento da dívida francesa. A Europa havia imposto ao Haiti a obrigação de pagar à França uma indenização gigantesca, a modo de perdão por haver cometido o delito da dignidade. A história do assédio contra o Haiti, que nos nossos dias tem dimensões de tragédia, é também uma história do racismo na civilização ocidental. Eduardo Hughes Galeano (Montevidéu, 3 de setembro de 1940) é um jornalista e escritor uruguaio. É autor de mais de quarenta livros, que já foram traduzidos em diversos idiomas. Suas obras transcendem gêneros ortodoxos, combinando ficção, jornalismo, análise política e História. ... << | eduardo galeano haiti racismo negro política | A Voz do Trabalhador | 21/01/2010 15:17 | 0 |
João Malerba |
Em editorial, Estadão critica propostas da Confecom | O jornal O Estado de S. Paulo mostrou-se crítico às propostas aprovadas durante a Conferência Nacional de Comunicação (Confecom). Em editorial publicado no... ver mais O jornal O Estado de S. Paulo mostrou-se crítico às propostas aprovadas durante a Conferência Nacional de Comunicação (Confecom). Em editorial publicado no último domingo (20), o veículo paulista argumenta que, se aprovadas, as sugestões levantadas no encontro serviriam como entrave à atuação da iniciativa privada no setor de comunicação. "(...) A 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom) foi encerrada com uma série de recomendações ideologicamente enviesadas que, se transformadas em lei, restringiriam a liberdade de informação e criariam obstáculos à ação da iniciativa privada no setor, a pretexto de promover o controle público, social e popular das atividades jornalísticas". Na Confecom, realizada entre os dias 14 e 17 deste mês, em Brasília, foram apresentadas 1,5 mil propostas para o setor. Na ocasião, foram aprovadas 672 sugestões, algumas delas, segundo o Estadão, baseadas em "conceitos vagos e critérios dúbios". No editorial, o jornal cita a elaboração de um código de ética para o Jornalismo, o retorno da obrigatoriedade do diploma e a implantação de um tribunal de mídia como exemplos de propostas "dirigistas". A Confecom foi composta por 1.684 delegados, vindos de três segmentos (sociedade civil, empresarial e poder público). Seis das oito entidades que integravam a comissão organizadora abandonaram o evento, por considerarem censura a insistência de alguns setores em fazer controle social da mídia. Segundo o Estadão, com a representatividade "comprometida", a Conferência terminou de maneira "melancólica". Ao final, o jornal ainda é enfático quanto à declaração do ministro da Comunicação Social, Franklin Martins - de que as propostas aprovadas poderão ser revertidas em projetos de lei: "O governo agiria mais sensatamente se mandasse todas (as sugestões) para a lata do lixo". Fonte: Portal Imprensa AD News - Mídia - Confecom... << | confecom conferência nacional comunicação balanço | Conferência Nacional de Comunicação | 22/12/2009 09:33 | 0 |
Lielle Serafim |
Editorial lamentável e manipulador do Jornal Nacional contra a Confecom. | Conferência de Comunicação debate controle social da mídia e nova lei de imprensa Começou, nesta segunda-feira, em Brasília, a primeira Conferência Nacional de Comunicação, que pretende debater... ver mais Conferência de Comunicação debate controle social da mídia e nova lei de imprensa Começou, nesta segunda-feira, em Brasília, a primeira Conferência Nacional de Comunicação, que pretende debater propostas sobre a produção e distribuição de informações jornalísticas e culturais no país. Entre as propostas, estão o controle social da mídia por meio de conselhos de comunicação e uma nova lei de imprensa. O fórum foi convocado pelo Governo Federal e conta com 1.684 delegados, 40% vindos da sociedade civil, 40% do empresariado e 20% do poder público. Mas a representatividade da conferência ficou comprometida sem a participação dos principais veículos de comunicação do Brasil. Há quatro meses, a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão, a Associação Brasileira de Internet, a Associação Brasileira de TV por Assinatura, a Associação dos Jornais e Revistas do Interior do Brasil, a Associação Nacional dos Editores de Revistas e a Associação Nacional de Jornais divulgaram uma nota conjunta em que expõem os motivos de terem decidido não participar da conferência. Todos consideraram as propostas de estabelecer um controle social da mídia uma forma de censurar os órgãos de imprensa, cerceando a liberdade de expressão, o direito à informação e a livre iniciativa, todos previstos na Constituição. Os organizadores negam que a intenção seja cercear direitos. A conferência foi aberta com a participação do presidente Lula. Portal Vermelho www.vermelho.org.br... << | confecom | Conferência Nacional de Comunicação | 16/12/2009 20:21 | 0 |
Katarine Flor |
Empresários pressionam e mudam sistema de votação na I Confecom | O Radiotube está na cobertura da I Confecom! Nesta segunda-feira (14I12), pouco antes da abertura oficial da I Confecom, representantes da sociedade civil na comissão organizadora... ver mais O Radiotube está na cobertura da I Confecom! Nesta segunda-feira (14I12), pouco antes da abertura oficial da I Confecom, representantes da sociedade civil na comissão organizadora cederam modificações importantes nas regras de discussão e tramitação de propostas. A Associação Brasileira de Radiodufusores (Abra), formada pela Rede TV e pela Rede Bandeirantes, ameaçou se retirar, com seus 200 delegados, caso não fosse revisto o processo de seleção das propostas. Essa pratica é usada pelos empresários desde o início do processo das conferências, para fazer a sociedade civil recuar em suas propostas. Apenas três representantes da comissão organizadora foram contrários à proposta: INTERVOZES, ABRAÇO e FITERT. Jonas Valente, representante do INTERVOZES na comissão organizadora, afirmou que “aconteceu um golpe político e que não é possível haver negociações em que só o lado dos movimentos sociais cede”. E afirmou que “a sociedade civil só vai construir políticas de comunicação avançada quando se reconhecer como um sujeito político que pode ter opinião”. O acordo, feito com os representantes da Abra, prevê que temas considerados "sensíveis" não vão ser votados nos grupos de trabalho, serão submetidos à plenária final. Para isso, basta que metade de um setor (empresários, movimentos sociais ou Poder Público) vote pela interrupção da discussão. Para ser aprovado, o “voto sensível” deverá ter 60% do quorum, tendo a participação dos delegados dos três segmentos. Sendo assim, mesmo que a proposta tenha 80% de aprovação, se não tiver nenhum voto de algum dos segmentos ela não será aprovada. No sistema anterior, as propostas com votação menor do que 30% seriam descartadas ainda nos grupos de trabalho, ou aprovadas direto caso alcançassem 80% dos votos. Propostas que estivessem entre 31 e 79%, seriam submetidas a votação na plenária final. Bia Barbosa, diretora executiva do INTERVOZES, afirma que “haver temas sensíveis nos grupos de trabalho pode levar ao comprometimento total das propostas que a sociedade civil quer aprovar nessa conferência. Essa decisão pode fazer com que os empresários embarreirem qualquer proposta. O que vai ser feito com a ajuda do governo, que foi quem cedeu esta questão”. Bia demonstra maior preocupação pelo fato de representantes da sociedade civil na comissão organizadora terem votado com os empresários e contra a sociedade civil.... << | Nenhuma | Conferência Nacional de Comunicação | 15/12/2009 04:35 | 0 |
l |
Exclusão social, um convite a criminalidade- Parte 1 | Considera-se aqui a exclusão social, essencialmente como: "Uma situação de falta de acesso às oportunidades oferecidas pela sociedade aos seus membros" Desse modo, a exclusão social pode implicar... ver mais Considera-se aqui a exclusão social, essencialmente como: "Uma situação de falta de acesso às oportunidades oferecidas pela sociedade aos seus membros" Desse modo, a exclusão social pode implicar privação, falta de recursos ou, de uma forma mais abrangente, ausência de cidadania, se, por esta, se entender a participação plena na sociedade, aos diferentes níveis em que esta se organiza e se exprime: ambiental, cultural, económico, político e social. Pode-se dizer que a exclusão social se exprime em 6 dimensões principais do quotidiano real dos indivíduos: do SER, ou seja da personalidade, da dignidade e da auto-estima e do auto-reconhecimento individual; do ESTAR, ou seja das redes de pertença social, desde a família, às redes de vizinhança, aos grupos de convívio e de interacção social e à sociedade mais geral; do FAZER, ou seja das tarefas realizadas e socialmente reconhecidas, quer sob a forma de emprego remunerado (uma vez que a forma dominante de reconhecimento social assenta na possibilidade de se auferir um rendimento traduzível em poder de compra e em estatuto de consumidor), quer sob a forma de trabalho voluntário não remunerado; do CRIAR, ou seja da capacidade de empreender, de assumir iniciativas, de definir e concretizar projectos, de inventar e criar acções, quaisquer que elas sejam; do SABER, ou seja do acesso à informação (escolar ou não; formal ou informal), necessária à tomada fundamentada de decisões, e da capacidade crítica face à sociedade e ao ambiente envolvente; do TER, ou seja do rendimento, do poder de compra, do acesso a níveis de consumo médios da sociedade, da capacidade aquisitiva (incluindo a capacidade de estabelecer prioridades de aquisição e consumo). A exclusão social é, portanto, segundo minha opinião, uma situação de não realização de algumas ou de todas estas dimensões. ... << | crime exclusao social política injustiça oportunidade | Criar Brasil | 22/10/2009 07:21 | 0 |
ACEERCOM Magé |
EXCELENTE CONTRIBUIÇÃO | Já estamos no RadioTube e veiculando o programa. Assim que der participaremos também. Muito obrigado e parabéns pelo trabalho de vocês. Essa contribuição é excelente e, sem hipocrisia, muito... ver mais Já estamos no RadioTube e veiculando o programa. Assim que der participaremos também. Muito obrigado e parabéns pelo trabalho de vocês. Essa contribuição é excelente e, sem hipocrisia, muito oportuna, pois no momento ainda estamos caminhando na direção de estimular não só a comunidade a entender do que se trata, de fato, um projeto de rádio comunitária - que é um projeto que precisa ser feito por eles e para eles -; como também dos próprios integrantes da associação, que ainda estão presos a ideia de propriedade. Tá difícil, mas a gente chega lá. E o programa estará contribuindo não só como exemplo de produção e conteúdo, mas também para estimular nossos locutores (que ainda são poucos os politizados), bem como para fortalecer o entendimento do "pra que uma rádio comunitária?". E, obviamente, ajudando a enriquecer o conteúdo da programação, nos fortalecendo politicamente, demonstrando de que lado deveremos estar sempre. Os poucos que já estão se aproximando de nossa associação para realmente se aventurar nesse projeto estão começando a captar a ideia, mas a própria comunidade ainda está com uma participação muito tímida. Compreendo que desconstruir esse condicionamento de 500 anos "meio sozinho" não é fácil, mas como sempre acreditei e sei que é possível, até porque já disse a poeta e atriz Elisa Lucinda, no seu poema "Só de Sacanagem": "(...) Sei que não dá para mudar o começo mas, se a gente quiser, vai dar para mudar o final!", e como concordo plenamente com ela, continuarei incansavelmente nessa direção - fazendo a minha parte. Mais uma vez meu muito obrigado pela contribuição de vocês. Fernando Fernandes Saudações!!! Obs.: Estamos veiculando também um programa produzido pela parceria da Radioagência NP ( http://www.radioagencianp.com...) com a Agência Chasque ( http://www.agenciachasque.com...), que é o Ponto de Vista com comentários e reportagens sobre os temas da grande mídia na visão do trabalhador. A AgNP, ainda produz uns programetes interessantes que é o Contra-Ponto.... << | Nenhuma | A Voz do Trabalhador | 14/10/2009 21:11 | 0 |
André Lobão |
Exposição temática sobre HQs em Duque de Caxias/RJ | A unidade do Sesc Duque de Caxias recebe entre 6 e 30 de outubro a exposição Encontro em Quadrinhos que aborda desde as primeiras tiras publicadas em jornais, como as de Carlos... ver mais A unidade do Sesc Duque de Caxias recebe entre 6 e 30 de outubro a exposição Encontro em Quadrinhos que aborda desde as primeiras tiras publicadas em jornais, como as de Carlos Zéfiro, passando por célebres personagens de Walt Disney, heróis como Batman e Super-Homem e, claro, a turma de Maurício de Souza. A mostra inclui ainda tirinhas do Astro Boy, responsável pela repercussão dos mangás. Com entrada grátis, a visitação ao público está aberta de terça a sábado, das 10h às 17h. Será oferecida ainda uma programação paralela à exposição nos dias 7, 14, 21 e 28/10, sempre às 15h, com a oficina de desenho "Animação para quadrinhos e mangá". Entre o material selecionado, destaque para as HQs ainda em preto e branco do Super Homem e do Batman. As imagens são acompanhadas por textos-legendas que revelam curiosidades sobre o material exposto. Sobre a dupla Jerry Seagal e Joe Shuester, que criou o Homem de Aço em 1938, o texto explicativo conta que seus inventores morreram praticamente na miséria, sem ter a mínima ideia do sucesso internacional do herói. Vale a pena também conferir a audácia do material criado por Carlos Zéfiro que já nos anos 50 e 60 escandalizava a boa moral brasileira com suas tirinhas de teor sexual impróprias para menores. Momentos históricos, como a primeira série de personagens do criador da Turma da Mônica na Folha de S. Paulo, também integram a mostra. Complementam a exposição HQs do Tin Tin, principal representante da escola belga de quadrinhos, e o "Menino Amarelo" (The Yellow Kid), primeira história em, quadrinhos continuada na imprensa. Local: Sesc Duque de Caxias Av. General Argolo – 47 – Vinte e Cinco de Agosto , Duque de Caxias/ RJ tel.: 3659-8412 Horário de funcionamento: de 3ª feira a sábado, das 10h às 17h Visitação Gratuita... << | cultura carlos zéfiro quadrinhos | Cultura Brasileira | 09/10/2009 15:25 | 0 |
João Malerba |
Endereço na net do DRM | http://www.drm.org/news/detai... http://www.drm.org/news/detail/news/successful-ibc-for-drm/ | Nenhuma | Novas Tecnologias | 27/09/2009 19:09 | 0 |
João Malerba |
ECAD x RadComs | TJMG determina que Rádio Comunitária pare de explorar obras musicais, suspendendo toda transmissão de músicas pela Associação Comunitária... ver mais TJMG determina que Rádio Comunitária pare de explorar obras musicais, suspendendo toda transmissão de músicas pela Associação Comunitária Comunicação de Frutal - Rádio Cidade FM , até a obtenção da prévia licença autoral, sob pena de multa diária. Leia mais em www.abracocentrooeste.ning.co...... << | rádios comunitárias ecad | Rádios comunitárias | 27/09/2009 15:57 | 0 |
João Malerba |
Eixos temáticos da Confecom | Confecom: debates terão como eixos a produção, distribuição e direitos e deveres 10/09/2009 Redação Convergência Digital A 1ª... ver mais Confecom: debates terão como eixos a produção, distribuição e direitos e deveres 10/09/2009 Redação Convergência Digital A 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom) terá como eixos temáticos “produção de conteúdo”, “meios de distribuição” e “cidadania: direitos e deveres”. Como cada um desses eixos é amplo o suficiente para abrigar vários outros, a comissão organizadora do encontro listou 56 deles. “Com os eixos temáticos definidos, fica mais fácil para os governos realizarem as conferências estaduais,” disse Marcelo Bechara, presidente da comissão organizadora da conferência e consultor jurídico do Ministério das Comunicações. A comissão organizadora também estabeleceu os procedimentos que deverão ser seguidos pelos estados e o Distrito Federal para encaminhamento e aprovação das propostas para a 1ª Confecom. Na próxima quinta-feira, 17/9, a comissão organizadora se reúne para tratar da representação dos três setores que participam da conferência – movimentos sociais, organizações empresariais e governo – nas conferências estaduais. A etapa nacional será em Brasília, de 1º a 3 de dezembro. Abaixo, os eixos e os 56 temas: Produção de Conteúdo Conteúdo nacional; Produção independente; Produção regional; Garantia de distribuição; Incentivos; Tributação; Financiamento; Fiscalização; Propriedade das entidades produtoras de conteúdo; Propriedade intelectual; Órgãos reguladores; Competição; Aspectos federativos; e Marco legal e regulatório. Meios de Distribuição Televisão aberta; Rádio; Rádios e TVs comunitárias; Internet; Telecomunicações; Banda larga; TV por assinatura; Cinema; Mídia impressa; Mercado editorial; Sistemas público, privado e estatal; Multiprogramação; Tributação; Financiamento; Responsabilidade editorial; Sistema de outorgas; Fiscalização; Propriedade das entidades distribuidoras de conteúdo; Órgãos reguladores; Infraestrutura; Administração do espectro; Publicidade; Competição; Normas e padrões; Aspectos federativos; e Marco legal e regulatório. Cidadania: direitos e deveres Democratização da comunicação; Participação social na comunicação; Liberdade de expressão; Soberania nacional; Inclusão social; Desenvolvimento sustentável; Classificação indicativa; Fiscalização; Órgãos reguladores; Educação para a mídia; Direito à comunicação; Acesso à cultura e à educação; Respeito e promoção da diversidade cultural, religiosa, étnico-racial, de gênero, orientação sexual; Proteção a segmentos vulneráveis, como crianças e adolescentes; Aspectos federativos; e Marco legal e regulatório.... << | confecom conferência nacional comunicação eixos temáticos | Conferência Nacional de Comunicação | 14/09/2009 10:43 | 0 |
João Malerba |
Erundina aciona Ministério Público pelo funcionamento do Conselho de Comunicação Social | A deputada Luiza Erundina (PSB/SP) entrou com representação na Procuradoria-Geral da República para que o Ministério Público investigue os motivos que levam o... ver mais A deputada Luiza Erundina (PSB/SP) entrou com representação na Procuradoria-Geral da República para que o Ministério Público investigue os motivos que levam o Congresso Nacional a não convocar sessão para eleição do Conselho de Comunicação Social. Apontado como uma grande conquista da Constituição Federal de 1988, o conselho levou 14 anos para ser efetivado. Atuou durante quatro anos e, desde 2006, está inoperante. A representação foi protocolada no dia 20 de agosto. Definido no artigo 224 da Constituição como órgão auxiliar do Congresso, o Conselho foi regulamentado pela Lei n° 8.389 em dezembro de 1991, em texto que estabelece, dentre outros pontos, que "os membros do conselho e seus respectivos suplentes serão eleitos em sessão conjunta do Congresso Nacional". Como a presidência do Senado, a quem cabe convocar e presidir essas sessões, não pauta a eleição do conselho, o colegiado automaticamente deixa de funcionar. "Esta omissão por parte do Congresso Nacional causa um grave dano à sociedade brasileira", avalia Erundina. "questões de grande importância como a real ização da I Conferência nacional de Comunicação deveriam ser apreciadas pelo Conselho de Comunicação Social", explica a autora da representação. MILITÂNCIA – A deputada Luiza Erundina tem atuado fortemente na defesa da democratização da comunicação no Brasil. Em 1999, oito anos após a regulamentação do Conselho, a presidência do Congresso ainda não havia convocado uma sessão para eleição dos conselheiros. Erundina, na condição de líder do PSB, tomou à iniciativa de requerer ao Presidente do Senado à época, Senador Antônio Carlos Magalhães, a imediata convocação do Congresso Nacional para eleição e instalação do Conselho de Comunicação Social. A convocação ocorreu, finalmente, no dia 5 de junho de 2002, e o mandato dos eleitos teve início na mesma data. A segunda eleição de conselheiros ocorreu em dezembro de 2004. A última reunião do colegiado ocorreu no dia 20 de novembro de 2006. Com a representação protocolada junto ao Ministério Público, Erundina espera que o CCS volte ao seu pleno funcionamento. "Vivemos um momento importante na história da Comunicação no Brasil e a participação do Conselho é imprescindível, uma vez que garante a participação da sociedade nos debates sobre as grandes questões da Comunicação Social no Brasil", explica a parlamentar. Erundina tem atuado fortemente em prol da realização da I Conferência Nacional de Comunicação. Representante da Câmara dos Deputados na comissão organizadora do evento, é de sua autoria a proposição da emenda ao Orçamento da União que garantiu os recursos para sua realização, programada para os dias 1, 2 e 3 de dezembro, em Brasília. 08/09/09... << | confecom conferência nacional comunicação erundina conselho de comunicação | Conferência Nacional de Comunicação | 10/09/2009 11:28 | 0 |
João Malerba |
Engenharia apresenta propostas para a Confecom | O Clube de Engenharia do Rio de Janeiro encabeça, no Sistema Confea (Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia), a participação da área tecnológica na... ver mais O Clube de Engenharia do Rio de Janeiro encabeça, no Sistema Confea (Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia), a participação da área tecnológica na Conferência Nacional de Comunicação. Com um forte enfoque sobre a convergência digital, a entidade vem participando da construção da Conferência e apresenta propostas para contribuir com o debate na Confecom. O Clube de Engenharia do RJ, através de sua Divisão Técnica de Eletrônica e Tecnologia da Informação, vem participando, há dois anos, das discussões em torno de uma nova legislação para o setor de comunicação. Trabalhou, juntamente com diversas entidades, na elaboração do projeto de lei nº 29 (PL 29), que visa aprovar uma lei que regulamente o setor de TV por assinatura, porém, sempre destacando a necessidade de se rever toda legislação da área de comunicações, em função do surgimento de novas tecnologias e da convergência digital. Com este objetivo, participa também da Comissão Brasileira de Comunicação e das Consultas Públicas sob a responsabilidade da Anatel. Em novembro de 2008, o Clube de Engenharia foi sede do Seminário Rio Pró-Conferência de Comunicação e, a partir daí, tem sediado as reuniões da Comissão Rio Pró-Conferência, com propostas voltadas principalmente para as questões da convergência digital. Em seguida, em carta dirigida a diversas autoridades federais, o Clube de Engenharia colocou oficialmente sua posição favorável a realização da Confecom, que considera “uma oportunidade de rever toda política de comunicações do Brasil nos seus diversos aspectos”. Segundo o engenheiro Telmo Lustosa, chefe da divisão técnica de eletrônica e tecnologia da informação e comunicação do Clube de Engenharia do RJ, a realização da Conferência não é interesse apenas de jornalistas e outros profissionais envolvidos com a produção de conteúdos para os meios de comunicação. “A realização do evento e a temática que poderá ser debatida nele são de fundamental importância para o Sistema Confea/Crea. Com a convergência digital, as novas mídias têm um recurso técnico diferente e isso envolve todo um trabalho de engenharia, telecomunicações e informática. Tudo isso é tecnologia”, defende Lustosa. Defendendo que a democratização dos meios de comunicação é de grande importância para o Brasil, a entidade formulou sua contribuição para o temário da Confecom, voltado em especial para as questões tecnológicas “que estão causando uma verdadeira revolução nas comunicações mundiais”. Leia aqui as propostas do Clube de Engenharia ( http://www.clubedeengenharia....) *Com informações de Mariana Silva, Assessoria de Comunicação do Confea... << | confecom conferência nacional comunicação engenharia rio de janeiro | Conferência Nacional de Comunicação | 25/08/2009 10:27 | 0 |
Lielle Serafim |
Espírito Santo: por uma Conferência de comunicação democrática | A Comissão Pró-Conferência de Comunicação do Espírito Santo gostaria de manifestar sua discordância com as propostas que estão colocadas por... ver mais A Comissão Pró-Conferência de Comunicação do Espírito Santo gostaria de manifestar sua discordância com as propostas que estão colocadas por representantes do governo federal em relação à divisão de delegados na conferência e também da criação de um quórum de 60% para aprovação de propostas. Acreditamos que elas tornam o processo, de antemão, desequilibrado. Essas propostas foram feitas pelos empresários que estavam presentes na Comissão Organizadora Nacional da conferência. Não há argumentos plausíveis para mantê-las, sendo que nem seus autores tiveram a vontade de continuar a defendê-las no interior da Comissão. A primeira proposta pretende reservar aos empresários da comunicação uma cota de 40% do universo de delegados. Esse número é desproporcional à representação desse setor na sociedade. A sociedade civil não empresarial ficaria também com 40% e o poder público, com 20%. Levantamento feito pelo Coletivo Intervozes revelou que o percentual máximo reservado aos empresários nas mais de cinqüenta conferências realizadas pelo governo desde 2003 foi de 30%, no único caso da conferência de meio ambiente. Porque motivo então adotar esse critério apenas na nossa conferência? Também consideramos totalmente inadequada a proposta de quórum qualificado de 60% dos delegados para aprovação de “temas sensíveis”, como está se propondo. Isso pode tornar muito difícil a aprovação de qualquer proposta que vá de encontro aos interesses dos grupos dominantes da comunicação brasileira. Todo tema deve ser tratado de forma igual. A maioria das entidades empresariais abandou a Comissão Organizadora por sua própria intransigência. A conferência continua sendo legítima. Nem os representantes da sociedade civil não empresarial nem o governo devem se culpar por isso. Por isso, a hora é de inaugurarmos uma nova fase nas discussões e construir o regimento interno democrático o mais rápido possível. Portanto, acreditamos que o esforço dos representantes do poder público deve ser o de garantir um ambiente verdadeiramente democrático na conferência e ainda preservar a vontade daqueles que são historicamente deixados de lado na construção das políticas públicas de comunicação e estão realmente empenhados em construir essa conferência com o governo: a sociedade civil não empresarial. Comissão Pró-Conferência do Espírito Santo Abraço, Enecos, Coletivo Intervozes, Famopes, Sindicato dos Jornalistas, Sintraconst, Sindicato dos Bancários, MST, Gabinete do vereador Alexandre Passos, Gabinete do dep. estadual Cláudio Vereza, Secretaria de Comunicação de Cachoeiro de Itapemirim, Centro de Referência da Juventude e Prefeituras de Vitória, Cariacica, Serra, Viana, Vila Velha, Revista Viração, DCE da Ufes. Também fazem parte da comissão: Elaine Dal Gobbo, Dilson Ruas, Leandra Barros e Danilo Bicalho. 21 de agosto de 2009 http://proconferencia.org.br/... ... << | Nenhuma | Conferência Nacional de Comunicação | 24/08/2009 10:11 | 0 |
Lielle Serafim |
Espiral do Silêncio! | Mtooooooo bom o texto!! Diz tudo q tdo mundo precisa saber. Todas as pessoas deveriam ter acesso a informações desse tipo, ter senso crítico o bastante para analisar o embate GLOBO X RECORD. O povo... ver mais Mtooooooo bom o texto!! Diz tudo q tdo mundo precisa saber. Todas as pessoas deveriam ter acesso a informações desse tipo, ter senso crítico o bastante para analisar o embate GLOBO X RECORD. O povo precisa ter claro que estas emissoras são concessões, por sinal muito mal utilizadas. Porém, é nosso!!! É público!!! A Confecom deve se um espaço para elucidar essas questões, só que mais uma vez as empresas querem institucionalizar o debate. Absurdo! Assim como o fato de que um evento deste porte está prestes a acontecer e não recebe quase nenhuma divulgação. Enquanto o povo não tiver acesso a informação, o espiral do silêncio continuará "girando" digamos assim... Os meios de comunicação de massa como GLOBO E RECORD vão sempre manipular a opinião pública e deturpar valores. Mas o pior de tudo é o povo achar que é minoria, que não tem voz e portanto, melhor não expor seus pensamentos para não sofrer represálias. ... << | Nenhuma | Conferência Nacional de Comunicação | 20/08/2009 08:50 | 0 |
João Malerba |
Em minoria, empresas não querem perder peso na Confecom/Tela Viva | O afastamento de parte das associações empresariais da organização da 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom) em nada aliviou o... ver mais O afastamento de parte das associações empresariais da organização da 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom) em nada aliviou o principal ponto de atrito entre empresas e movimentos sociais. Ao contrário, o clima parece ter esquentado ainda mais quando o assunto é o quórum qualificado para a votação de matérias consideradas "sensíveis" pelos segmentos e o percentual de distribuição de delegados na fase preparatória da conferência. Mesmo com a saída de associações de peso como a Abert e a ANJ, o governo resolveu manter a defesa de uma divisão de votos em 40% para o segmento empresarial, 40% para os segmentos sociais e 20% para o setor público. A argumentação do governo é que os pesos devem ser definidos de forma a manter a representabilidade de todos os segmentos envolvidos. E, assim, o fato de apenas duas associações terem restado no bloco empresarial não é motivo para reduzir o peso dos votos desse segmento. O único aspecto que o governo aceita rever na proposta de quórum é com relação aos "60% mais um", que nada mais é do que uma espécie de voto mínimo de cada um dos segmentos representados na comissão organizadora. Caso os "60% mais um" prevaleça, nenhum assunto polêmico poderá ser aprovado sem ao menos um voto favorável de cada um dos segmentos, mesmo com a maioria de 60%. Este é o pleito da Telebrasil, que pode até mesmo rever sua decisão de permanecer na comissão organizadora caso a proposta não vingue. Segundo o presidente da Abrafix, José Fernandes Pauletti, um dos representantes da Telebrasil no debate, "não há nada garantido" sobre a permanência da Telebrasil na Confecom. O ministro das Comunicações, Hélio Costa, confirmou que a defesa dos "60% mais um" é um pleito das teles. "Os empresários de telecomunicações insistiram que houvesse ao menos um voto de cada setor para assuntos mais sensíveis", contou o ministro após a reunião com a comissão realizada nesta segunda-feira, 17. Sem consenso Mais uma vez, o arremate foi adiado em uma semana por conta da falta de acordo entre os participantes sobre o quórum de votação. A ideia é que os representantes dos movimentos sociais e das empresas encontrarem-se na próxima terça-feira, 25, pela manhã para tentar fechar um acordo. No mesmo dia, à tarde, os grupos devem se encontrar novamente com os ministros responsáveis pela coordenação do evento: Hélio Costa (Comunicações), Franklin Martins (Secretaria de Comunicação Social) e Luiz Dulci (Secretaria Geral da Presidência). Além de tentar convencer as duas associações empresariais remanescentes na organização - Abra e Telebrasil - a adotarem uma proposta de consenso, as entidades civis terão o trabalho de tentar uma conciliação dentro de seu próprio segmento. Posições sobre qual divisão de votos deve ser adotada florescem entre o segmento social, o que pode dificultar um arremate de uma proposta diferente dos 40/40/20. Ao menos uma entidade já se posicionou a favor da proposta do governo. Trata-se da Associação Brasileira de Canais Comunitários (ABCCOM). Mas o vice-presidente da associação, Paulo Miranda, defende-se quanto a posição adotada, alegando que o governo tem pressionado as entidades a aceitarem a oferta. "Permanece o impasse, mas com a faca no pescoço dos movimentos sociais. Por que o governo tem colocado a coisa em termos de ou se aceita os 40/40/20 ou não tem mais conferência?", reclamou Miranda. Sem pressão O ministro Hélio Costa, por sua vez, negou qualquer pressão. "Acho que isso é um exagero", afirmou Costa sobre o comentário do vice-presidente da ABCCOM. "Estudamos detalhadamente a situação e achamos que ficam muito bem representados (os segmentos) com 40/40/20." Segundo o ministro, os movimentos sociais apresentaram outras propostas de divisão do quórum, mas todas acabariam "desequilibrando o sistema" pensado pelo governo. Ao menos duas propostas chegaram a ser formalmente apresentadas pelas entidades civis. Segundo o ministro, sugeriu-se uma divisão 25/25/50, sendo o peso maior destinado às entidades civis. Outra proposta é de um quórum de 80% para entidades e empresas, juntas, mantendo-se 20% para o governo. Para Hélio Costa, a sugestão 80/20 não tem como vingar, apesar de ele próprio considerar as empresas como também representantes da sociedade. "O setor emprega mais de 800 mil pessoas então os empresários também são muito representativos da sociedade sim", disse o ministro. Pressão Em princípio, o governo só deve ceder a outra equação para o quórum se houver pleno consenso entre entidades civis e empresas. Considerando que este resultado é praticamente impossível, algumas entidades civis já apostam que acabará prevalecendo a proposta do governo de 40/40/20 para que não haja risco de inviabilizar a Confecom. Da parte do governo, o sinal é que, se não houver uma solução para o impasse sobre o peso de cada segmento na conferência, a fatura cairá no colo das entidades civis. "Nós do governo não vamos ser responsabilizados por não haver uma conferência", ameaçou o ministro das Comunicações. Mesmo com todos os problemas envolvendo o quórum, os representantes do governo ainda descartam a possibilidade de adiar a realização da Confecom, agendada para dezembro deste ano. "Com certeza vai dar tempo de fazer as etapas estaduais e a conferência em dezembro", assegurou o ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência da República, Luiz Dulci. A falta de verbas, outro problema para a realização do evento, já estaria solucionada segundo Hélio Costa. A recomposição dos R$ 8,2 milhões do orçamento da conferência está assegurada pelo Ministério do Planejamento tão logo o regimento do evento seja aprovado. Mariana Mazza... << | conferência nacional comunicação confecom | Conferência Nacional de Comunicação | 18/08/2009 18:47 | 0 |
João Malerba |
Empresários deixam a Confecom | O Intervozes divulgou nota à imprensa lamentando e dizendo estranhar a justificativa dada pelas entidades empresariais que abandonaram a Conferência Nacional de Comunicação... ver mais O Intervozes divulgou nota à imprensa lamentando e dizendo estranhar a justificativa dada pelas entidades empresariais que abandonaram a Conferência Nacional de Comunicação (Confecom). Os empresários disseram, em nota, que os princípios constitucionais de "livre iniciativa, liberdade de expressão e o direito à informação e à legalidade" teriam encontrado resistência junto a outros interlocutores no interior da Confecom. Segundo o Intervozes, "em nenhum momento do processo qualquer entidade ou ente público da Comissão Organizadora foi contra a defesa da Constituição Federal. Ao contrário, as entidades sociais reforçaram que, além dos princípios elencados pelos empresários, deveriam constar outros igualmente estabelecidos na Carta Magna, como a promoção da produção regional e independente no rádio e na TV, a proibição de monopólio e oligopólio neste setor, o respeito aos direitos humanos e a complementaridade entre os sistemas público, privado e estatal". O coletivo diz que não aceita a atribuição do rompimento das entidades empresariais "à postura ou às propostas das entidades sociais" e atacam: "É contraditório que aqueles preocupados em não 'impedir a livre realização da Conferência' tenham sido os principais responsáveis pelo atraso de quase dois meses para aprovação do regimento interno". O Intervozes acredita que o episódio de nenhuma forma "diminui a importância e a legitimidade do Confecom como marco do debate sobre as políticas públicas para as comunicações", mas pede agora uma revisão da proposta de divisão dos votos dentro da conferência, já que o setor empresarial, voluntariamente, abriu mão de sua participação. A íntegra da manifestação do coletivo está disponível abaixo e no link: www.telaviva.com.br/arquivos/... Leia na íntegra: Conferência de Comunicação: hora de avançar para uma nova fase No dia 13 de agosto, a maioria das entidades empresariais que integrava a Comissão Organizadora Nacional (CON) da I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom) abandonou a instância. O Intervozes - Coletivo Brasil de Comunicação Social estranha a justificativa da saída apontada pelos empresários em nota à imprensa, segundo a qual a defesa de princípios constitucionais como "a livre iniciativa, a liberdade de expressão e o direito à informação e à legalidade" teria encontrado resistência junto a outros interlocutores no interior da Comissão. Em nenhum momento do processo qualquer entidade ou ente público da Comissão Organizadora foi contra a defesa da Constituição Federal. Ao contrário, as entidades sociais reforçaram que, além dos princípios elencados pelos empresários, deveriam constar outros igualmente estabelecidos na Carta Magna, como a promoção da produção regional e independente no rádio e na TV, a proibição de monopólio e oligopólio neste setor, o respeito aos direitos humanos e a complementaridade entre os sistemas público, privado e estatal. Dispositivos estes que não foram incluídos no rol de premissas apresentado. Partindo destes fatos, consideramos importante, para esclarecer o episódio em questão, problematizar a justificativa apresentada pelas entidades empresariais que se ausentaram da Comissão Organizadora. Afirmamos enfaticamente que não aceitamos a atribuição do rompimento ocorrido nessa quinta-feira à postura ou às propostas das entidades sociais. Estranhamos a alegação dos representantes do setor empresarial de que "não têm interesse algum em impedir a livre realização da Confecom". É de conhecimento público as seguidas tentativas dos empresários de embarreirar os debates no interior da CON, bem como as articulações para cancelamento e o não comparecimento em reuniões decisivas da Comissão. É contraditório que aqueles preocupados em não "impedir a livre realização da Conferência" tenham sido os principais responsáveis pelo atraso de quase dois meses para aprovação do regimento interno. O fato de parte significativa dos empresários ter saído da Comissão Organizadora é lamentável. No entanto, consideramos que este episódio, de maneira alguma, diminui a importância e a legitimidade do Confecom como marco do debate sobre as políticas públicas para as comunicações. A Conferência segue sendo um mecanismo de participação popular fundamental para construir um conjunto de propostas visando reformar o marco institucional das comunicações brasileiras à luz do processo de convergência tecnológica com o foco da promoção da democratização dos meios de comunicação. Ainda que fora da Comissão Organizadora, reconhecemos a importância da participação dos empresários na Confecom como uma oportunidade histórica de travarem um debate aberto, franco e democrático sobre o futuro das comunicações no país com o conjunto da e do Estado brasileiro. Porém, com sua saída da organização do processo, as propostas em discussão sobre a proporção dos delegados e o quórum para as votações devem ser totalmente reestruturadas. Tais propostas, tal como foram apresentadas até agora, desvirtuam a natureza do espaço democrático que representam as conferências, conferem a um setor uma presença totalmente desproporcional à sua representação real na sociedade e, acima de tudo, contradizem profundamente toda a trajetória deste governo no esforço de fortalecer a participação popular nos espaços decisórios e formuladores de políticas públicas. Uma dessas propostas diz respeito à composição dos delegados para a Conferência. Na avaliação do Intervozes e de dezenas de organizações que estão construindo a Confecom em âmbito nacional e estadual, não há qualquer justificativa razoável para que os empresários do setor tenham garantidos, de antemão, 40% do universo dos delegados e delegadas da Conferência, cabendo à sociedade civil não empresarial a mesma cota e, aos entes do poder público, 20%. Nas mais de cinqüenta conferências realizadas de 2003 até hoje não existe qualquer precedente neste sentido. Levantamento realizado sobre a questão pelo Intervozes comprovou que o máximo percentual já reservado aos empresários em conferências foi de 30%, caso único da conferência de meio ambiente. Nem na sociedade brasileira, nem no Congresso Nacional, onde já se observa uma sobre-representação dos donos da mídia em relação à população, o setor empresarial tem um peso tão expressivo quanto o que se lhe pretende reservar na Confecom. Tal proposta de composição torna-se ainda mais estranha ao espírito das conferências diante da constatação de que as posições das empresas de comunicação já são inegavelmente hegemônicas em toda a história da regulação do setor no Brasil. Atestam isso os exemplos os processos de elaboração do Código Brasileiro de Telecomunicações (CBT), da Constituição de 1988, da elaboração da lei da radiodifusão comunitária e da Lei de Concessões, que exclui a radiodifusão da regulamentação das outorgas para serviços públicos. Somam-se a estes casos os episódios da privatização das empresas de telefonia, a abertura ao capital estrangeiro nas empresas jornalísticas, a definição do sistema de TV digital adotado no país e a discussão sobre as propostas natimortas da Agência Nacional do Audiovisual (Ancinav) e do Conselho Federal de Jornalismo. No tocante à proposta de quórum qualificado de 60% para aprovação de "temas sensíveis", consideramos que a mesma, somada à reserva de 40% dos delegados para o setor empresarial, na prática, conferirá um poder de veto a toda e qualquer proposta que gerar polêmica e representar a mínima ameaça à hegemonia dos grupos dominantes na comunicação brasileira. Ademais, consideramos impertinente a distinção de "temas sensíveis", uma vez que tradicionalmente não há qualquer tipo de diferenciação no tratamento de votações sobre qualquer assunto em conferências nacionais. Estas iniciativas, independentemente da correlação de forças políticas nos respectivos campos, são instrumentos de democracia participativa que visam promover o direito humano à participação política. Distorcer os princípios básicos desse instrumento - como a participação majoritária da sociedade civil e o poder deliberativo por maioria - significa restringir e marginalizar o poder de incidência da sociedade civil não empresarial no processo, desde as etapas municipais até a nacional. Isso resumirá a Confecom a uma grande mesa de negociação, onde as cúpulas dos principais atores políticos decidirão o que pode se tornar resolução ou não. É hora de inaugurarmos uma nova fase no processo da I Conferência de Comunicação. A conclusão do regimento nacional faz-se urgente. Somente sua publicação imediata pode minimizar os danos provocados pela intransigência dos empresários e pela tentativa de negociação levada a cabo pelo governo ao calendário das etapas preparatórias e estaduais, bem como à própria divulgação do processo da Conferência e dos importantes debates que ela deve ensejar. Espera-se, portanto, que, uma vez retiradas as demandas do segmento empresarial, os termos do regimento sejam ajustados para prever a maior e mais democrática participação de todos os setores da sociedade. Na avaliação do Intervozes, esta deve ser agora uma das bandeiras das entidades envolvidas no processo hoje reunidas em torno da Comissão Nacional Pró-Conferência e das 24 Comissões Estaduais em funcionamento no país. É a democracia brasileira que está em jogo. Intervozes - Coletivo Brasil de Comunicação Social 14 de agosto de 2009.... << | confecom conferência nacional de comunicação | Conferência Nacional de Comunicação | 17/08/2009 11:39 | 0 |
Lielle Serafim |
Excluídos do processo! | Bom, a conferência é bem esperada, pena que a divulgação não tenha a mesma proporção. Na capital fala-se mais, mas nas cidades do interior, como a que eu moro, pouca gente sabe que a Confecom vai... ver mais Bom, a conferência é bem esperada, pena que a divulgação não tenha a mesma proporção. Na capital fala-se mais, mas nas cidades do interior, como a que eu moro, pouca gente sabe que a Confecom vai acontecer. Diversas reuniões acontecendo e a gente fora do processo!!!... Achei mto bom o pessoal da Abraço e do Coletivo Intervozes fazendo parte da Comissão aqui no estado. Uma galera boa assim, de cabeça mais aberta, de boas idéias... Essa união de forças é importante. Espero trazer boas impressões...... << | Nenhuma | Conferência Nacional de Comunicação | 10/08/2009 14:16 | 0 |
Agência Pulsar |
Entidades voltam a denunciar perigo do milho transgênico | Carta enviada por 86 entidades procura sensibilizar o Conselho Nacional de Biossegurança sobre a impossibilidade de coexistência dos transgênicos com outros tipos de cultivo, como... ver mais Carta enviada por 86 entidades procura sensibilizar o Conselho Nacional de Biossegurança sobre a impossibilidade de coexistência dos transgênicos com outros tipos de cultivo, como o orgânico e mesmo o tradicional. Nesta reportagem para o rádio você conhece os problemas causados pelo milho transgênico como as contaminações que se multiplicam pelo país, o aumento da concentração de agrotóxicos e a perda de independência dos agricultores. Estes são alguns motivos pelos quais a sociedade civil pede que o plantio e a comercialização das plantas geneticamente modificadas sejam interrompidos imediatamente. Saiba mais no material produzido pela Agência Pulsar em parceria com a ASPTA - Assessoria e Serviços a Projetos em Agricultura Alternativa. ACESSE: www.brasil.agenciapulsar.org ou ouça aqui no Radiotube, dentro da página da Agência Pulsar http://www.radiotube.org.br/i...... << | transgênicos arroz agrotóxico ctnbio liberação lei rádio comunitárias agricultura familiar | Estação Agroecologia | 30/06/2009 12:03 | 0 |
João Malerba |
Entrevista com Adilson Cabral Neto sobre Confecom | Conferência Nacional de Comunicação: a construção de um processo de baixo para cima. Entrevista especial com Adilson Cabral Neto Dentro da série de... ver mais Conferência Nacional de Comunicação: a construção de um processo de baixo para cima. Entrevista especial com Adilson Cabral Neto Dentro da série de entrevistas que a IHU On-Line está promovendo para discutir a realização da Conferência Nacional de Comunicação, o professor Adilson Cabral Neto destacou que, embora ela seja um evento importante, é apenas um primeiro passo para que as demandas da sociedade sejam postas em debate. “Não serão resolvidas todas as questões nela, mas será um princípio. Então, o primeiro entendimento é de que ela trará um espaço para a compreensão, pois as políticas precisam ser definidas numa base de acesso, de oportunidade de expressão dos diversos setores da sociedade. Isso não está acontecendo devido à regulação atual do setor, principalmente na área da comunicação comunitária e em função da concentração dos meios de comunicação de maior alcance”, revelou, na entrevista que nos concedeu por telefone. Adilson Vaz Cabral Neto é formado em Comunicação Social, pela Universidade Federal Fluminense. Nessa mesma área, realizou mestrado e doutorado pela Universidade Metodista de São Paulo. Atualmente, é professor na UFF e na Umesp e coordenador do Informativo Eletrônico Sete Pontos. É autor de Rompendo fronteiras: a comunicação das Ongs no Brasil (Rio de Janeiro: Achiamé, 1996), Ativismo midiático: as comunidades de compartilhamento social no Centro de Mídia Independente no Brasil (São Paulo: Angellara, 2006) e Economia política da comunicação: interfaces brasileiras (Rio de Janeiro: e-papers, 2008). Confira a entrevista. IHU On-Line – De que forma as políticas de comunicação precisam ser abordadas nesta Conferência Nacional de Comunicação? Adilson Cabral Neto – Essa Conferência será uma oportunidade para que setores da sociedade coloquem suas demandas, ou seja, ela não será a última. Não serão resolvidas todas as questões nela, mas será um princípio. Então, o primeiro entendimento é de que ela trará um espaço para a compreensão, pois as políticas precisam ser definidas numa base de acesso, de oportunidade de expressão dos diversos setores da sociedade. Isso não está acontecendo devido à regulação atual do setor, principalmente na área da comunicação comunitária e em função da concentração dos meios de comunicação de maior alcance. A ideia é que seja o início de um processo em que se estabeleça a compreensão mútua de que existe a necessidade de se colocar as políticas de comunicação em bases mais democráticas e acessíveis. IHU On-Line – As questões legais que envolvem as rádios comunitárias devem avançar nesse debate? Adilson Cabral Neto – Pois é, esta questão não passa tanto pelo evento em si. A Conferência é um espaço de convergência, um ponto de encontro de setores. E da forma como está colocada, parece que ela será a solução dos problemas. Na verdade, a questão das rádios comunitárias começa desde quando elas são repreendidas, tendo o sentido da sua proposta pervertido, não possuindo financiamento e sustentação. Temos aqui uma série de questões que não começam com a Conferência e não irão terminar depois dela. Essa compreensão de uma legitimidade já deveria acontecer, assim como deveria existir um marco legal que sustente as rádios comunitárias em relação a sua própria existência de uma forma tranquila, que não imponha problemas a seus dirigentes. É um processo que precisa acontecer já. IHU On-Line – Como o senhor vê a presença das rádios comunitárias na sociedade? Que diferença elas fazem? Adilson Cabral Neto – De modo geral, elas são um espaço de convergência de setores organizados, ou mesmo que tenham uma referência na própria comunidade. Ao mesmo tempo, são uma contribuição para o desenvolvimento local, num primeiro momento, e para o desdobramento da comunidade como um todo. Os projetos onde existem rádios efetivamente comunitárias, com uma gestão e programação comunitárias, ou seja, de forma plural e diversificada, são um meio de expressão da comunidade, onde esta se sente mais consciente, mais integrada à vida política do seu espaço de moradia e também mais integrada às questões sociais. Portanto, isso deveria ser não só assumido, como também valorizado. IHU On-Line – Como o senhor vê a participação da sociedade nos processos comunicacionais? Adilson Cabral Neto – A sociedade, de modo geral, por conta até da própria natureza dos meios de comunicação concentrados no Brasil, não participa, porque simplesmente a mídia não fala de si própria. Então, a sociedade que se mobiliza pela comunicação é bastante restrita, porque tem uma compreensão diferente dos meios de comunicação que estão em voga. IHU On-Line – Como o senhor analisa a existência de redes abertas e a criminalização, a partir do Projeto de Lei do senador Eduardo Azeredo, das várias práticas cotidianas no uso da internet? Adilson Cabral Neto – Essa é uma questão bem válida para um espaço de visibilidade e encontro dessa sociedade, que se mobiliza por uma comunicação diferenciada dentro dos mais variados setores e se apropria da internet para oferecer suas interlocuções. No Brasil, está se colocando as questões de concepção da internet que nós esperamos ter nas bases da comunicação como direito humano. Ou seja, a internet é uma plataforma de encontro de grupos, organizações e movimentos e precisa ser entendida na lógica de uma tecnologia de informação e comunicação. Assim, esse projeto acaba sendo uma oportunidade para que a sociedade compreenda qual o tipo de regulação da internet podemos demandar para que ela se estabeleça em bases democráticas. IHU On-Line – Quais são, hoje, os principais desafios da comunicação no Brasil? Adilson Cabral Neto – O primeiro, por exemplo, é compreender o que significa o Estado, o mercado e a sociedade em termos de comunicação. O mercado é extremamente concentrado e permeado por pessoas que estão no Parlamento e até mesmo no governo. O Estado, de certa forma, assume seu papel de Poder Público, mas, ao mesmo tempo, invade um sistema público dentro de uma concepção autônoma de comunicação e que é apropriada pelo conjunto das comunidades e organizações da sociedade civil, na medida em que o sistema público de comunicação é assumido dentro do papel do Estado. Por sua vez, a sociedade é preterida. Na medida em que a comunicação é concentrada e ela não tem seus próprios meios de expressão, precisa fazer a muito custo, contra o mercado, valer os seus direitos a partir dos seus próprios meios. Um segundo desafio, dentro dessa mesma lógica, é preparar o cenário de convergência tecnológica e a compreensão do que é essa presunção para a TV digital e para o Rádio digital. Com isso, precisamos entender com que base elas se darão e se essa nova plataforma irá contemplar uma complementaridade entre setores da sociedade através do sistema público. Além disso, é preciso que haja um desmonte do monopólio dessa concentração dos meios, abrindo a possibilidade de novos canais e novas formas de expressão. Então, a compreensão desse sistema de comunicação e o processo de digitalização são, hoje, os maiores desafios da comunicação. Em relação à Conferência, a expectativa é de construir um processo de baixo para cima. Esperamos que outros setores da sociedade também participem, pois essa questão é importante e fundamental para a sociedade como um todo. A Conferência é uma forma de construir o que a sociedade ainda demanda... << | confecom conferência conferencia nacional comunicacao comunicação entrevista adilson cabral | Conferência Nacional de Comunicação | 15/06/2009 11:54 | 0 |
João Malerba |
Edital do Prêmio da Igualdade Racial | Edital PRÊMIO DA IGUALDADE RACIAL 1 – Disposições gerais O Centro de Imprensa, Assessoria e Rádio – CRIAR BRASIL e a Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial – SEPPIR... ver mais Edital PRÊMIO DA IGUALDADE RACIAL 1 – Disposições gerais O Centro de Imprensa, Assessoria e Rádio – CRIAR BRASIL e a Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial – SEPPIR lançam o Prêmio da Igualdade Racial. 2 – Objetivos 2.1 – Divulgar iniciativas executadas no Brasil que auxiliem na redução das desigualdades raciais e na promoção de uma cultura não-discriminatória, de forma a assegurar à população – independentemente de sua cor ou raça – o exercício pleno de sua cidadania e melhores condições de vida; 2.2 – premiar iniciativas de sucesso na promoção da igualdade racial com o objetivo de estimular a sua continuidade, incentivar a criação de projetos similares e contribuir para o aumento do respeito da população branca em relação à população negra; 2.3 – divulgar as iniciativas premiadas através de programas jornalísticos de rádio e uma publicação impressa com o objetivo de documentar seu trabalho e estimular sua replicação em outras localidades. 3 – Critérios de seleção A análise das iniciativas irá contemplar os seguintes critérios: 3.1 – capacidade de gerar mecanismos que promovam a igualdade racial; 3.2 – adequação da iniciativa ao público a que se destina; 3.3 – público envolvido, sendo considerados tanto valores absolutos quanto alcance relativo na região ou comunidade a que se destina; 3.4 – perfil sócio-econômico e cultural em que se insere a iniciativa; 3.5 – caráter inovador e capacidade de replicabilidade, observados enfoques de gênero, meio ambiente, orientação sexual, regionalidade, geração de renda, entre outros; 3.6 – capacidade de unir forças com outros projetos e ações (públicas ou da sociedade civil). 4 – Condições para inscrição 4.1 – Poderão se inscrever pessoas físicas ou jurídicas, cujos projetos estejam em andamento. Para este edital, serão aceitas como pessoas jurídicas as entidades sem fins lucrativos e de caráter não-governamental; 4.1.1 – Serão aceitas iniciativas realizadas em parceria com órgãos públicos, desde que as atividades principais do projeto sejam desempenhadas pela pessoa física ou jurídica participante do Prêmio. 4.2 – Cada pessoa física ou jurídica pode inscrever até dois projetos; 4.3 – Os membros da comissão julgadora, funcionários do Criar Brasil, funcionários da SEPPIR e seus parentes até 2º grau estão impedidos de concorrer ao proposto no presente edital. 5 – Procedimentos para inscrição 5.1 – As inscrições para o Prêmio da Igualdade Racial estão abertas do dia 27 de abril de 2009 ao dia 15 de junho de 2009. 5.2 – As pessoas físicas e jurídicas que se enquadrem no item 4.1 deste edital e que desejarem participar do Prêmio da Igualdade Racial devem entregar em mãos ou enviar via Correios o material de inscrição para o seguinte endereço: Prêmio da Igualdade Racial (A/C João Paulo) Centro de Imprensa, Assessoria e Rádio – CRIAR BRASIL Rua Teotônio Regadas, 26/403, Lapa, Rio de Janeiro, RJ, CEP 20021-360. 5.2.1 – Será invalidada a inscrição postada após o período estabelecido no item 5.1 deste edital. 5.3 – A confirmação de recebimento será realizada via email, através do endereço eletrônico informado no material de inscrição ou por correspondência via Correios. 5.4 – O material de inscrição consiste nos seguintes documentos: a) FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO, conforme modelo no anexo 1, devidamente preenchido e assinado pela pessoa física ou representante legal da entidade executora da iniciativa; b) PORTFÓLIO DA INICIATIVA, até 1 (um) CD ou DVD contendo material (texto, áudio, fotos, vídeos, multimeios) que julgar necessário para expressar o perfil da iniciativa. Além disso, os concorrentes poderão apresentar materiais que julguem significativos para a avaliação, tais como depoimentos, matérias em jornais e/ou revistas, cartazes, programas, convites de eventos, vídeos (em DVD), entre outras formas de registro da iniciativa. 5.4.1 – Eventuais dúvidas quanto ao preenchimento do formulário de inscrição devem ser encaminhadas via email para o endereço premio@criarbrasil.org.br ou por carta para o endereço descrito no item 5.2. 6 – Seleção e premiação 6.1 – As iniciativas serão analisadas, selecionadas e classificadas por um corpo de jurados representativo do movimento negro, indicado pela SEPPIR, a partir dos critérios de seleção descritos no item 3 deste edital. São eles: Lúcia Xavier, Edialeda Salgado Nascimento e Walter Silvério. 6.2 – Os prêmios reservados às iniciativas selecionadas são os seguintes: 1º lugar: R$ 3.000,00 (três mil reais); 2º lugar: R$ 2.500,00 (dois mil e quinhentos reais); 3º lugar: R$ 2.500,00 (dois mil e quinhentos reais); 4º lugar: R$ 2.000,00 (dois mil reais); 5º lugar: R$ 2.000,00 (dois mil reais). 6.2.1 – Além do valor em dinheiro, as iniciativas serão premiadas com a divulgação de seus trabalhos através de programas de rádio e de uma publicação impressa que serão amplamente distribuídos. 6.3 – O resultado da seleção será divulgado na página da internet do Criar Brasil (www.criarbrasil.org.br) no dia 27 de julho de 2009. 6.4 – Cada projeto selecionado receberá a visita de repórteres que irão registrar as iniciativas através de áudio, fotos e vídeo. O material colhido servirá de base para a produção de programas jornalísticos de rádio e de uma publicação impressa, com o objetivo de documentar as iniciativas pioneiras na redução das desigualdades racial no Brasil e estimular sua replicação em diferentes contextos. 6.5 – Os projetos selecionados se comprometem em cooperar com os repórteres e com a direção do prêmio no sentido de fornecerem toda a informação necessária para a documentação da iniciativa, bem como facilitar a realização de entrevistas, gravação de imagens, visitas presenciais aos locais de realização do projeto e demais formas de registro. 6.6 – Os selecionados deverão autorizar o Criar Brasil e a SEPPIR a utilizar, publicar e divulgar, em todos os meios de comunicação, sem qualquer ônus e assegurado o devido crédito, os projetos inscritos e seus materiais de inscrição. 6.7 – Os prêmios serão entregues aos responsáveis pelos projetos vencedores num evento gratuito a ser realizado no Rio de Janeiro no final do projeto. Nessa ocasião serão lançados os programas jornalísticos radiofônicos e a publicação impressa. 6.8 – O material de inscrição enviado não será devolvido, mesmo que não seja selecionado. 7 – Disposições Finais 7.1 – Os casos omissos serão analisados individualmente entre a coordenação do projeto e a comissão julgadora. Rio de Janeiro, 08 de abril de 2009. ... << | Nenhuma | Pessoas que não fazem pré conceito | 02/06/2009 15:39 | 0 |
João Malerba |
Encontro Pró- Conferência de Comunicação / Pernambuco | Encontro Pró- Conferência de Comunicação / Pernambuco http://www.youtube.com/watch?... Registro audiovisual realizado pelo Ventilador Cultural, durante o... ver mais Encontro Pró- Conferência de Comunicação / Pernambuco http://www.youtube.com/watch?... Registro audiovisual realizado pelo Ventilador Cultural, durante o Encontro Pró-Conferência de Comunicação, ocorrido no Recife, dia 26 de março de 2009. O ponto forte do evento foi a palestra do professor da UFPE, Edgar Rebouças. Os principais trechos podem ser conferidos neste vídeo. __________________________________________________________________ http://cpccpe.blogspot.com/ Pernambuco se organiza para a Conferência de Comunicação. Victor Zacharias Paulo Lago* encaminhou pela lista da Conacom o registro do audiovisual realizado pelo Ventilador Cultural, durante o Encontro Pró-Conferência de Comunicação, ocorrido no Recife, dia 26 de março de 2009, no auditório do Sindicato dos Servidores Públicos Federais de Pernambuco. As organizações não governamentais, os movimentos sociais, estão realizando por todo o Brasil encontros para o estabelecimento de propostas para serem apresentadas na primeira Conferência Nacional de Comunicação, na qual se discutirá a democracia na mídia, principalmente na televisão e no rádio que são concessões públicas. No vídeo Ivan Moraes da Fopecom fala das pró - conferências que estão acontecendo e o professor Edgar Rebouças da UFPE conta um pouco dos pontos principais que deverão ser abordados na Conferência. *Paulo Lago é do Fórum Pernambucano de Comunicação (Fopecom)... << | conferência nacional comunicação pernambuco confecom ventilador cultural | Conferência Nacional de Comunicação | 20/05/2009 13:10 | 0 |
João Malerba |
Edital do Prêmio da Igualdade Racial | PRÊMIO DA IGUALDADE RACIAL 1 – Disposições gerais O Centro de Imprensa, Assessoria e Rádio – CRIAR BRASIL e a Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial – SEPPIR lançam o... ver mais PRÊMIO DA IGUALDADE RACIAL 1 – Disposições gerais O Centro de Imprensa, Assessoria e Rádio – CRIAR BRASIL e a Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial – SEPPIR lançam o Prêmio da Igualdade Racial. 2 – Objetivos 2.1 – Divulgar iniciativas executadas no Brasil que auxiliem na redução das desigualdades raciais e na promoção de uma cultura não-discriminatória, de forma a assegurar à população – independentemente de sua cor ou raça – o exercício pleno de sua cidadania e melhores condições de vida; 2.2 – premiar iniciativas de sucesso na promoção da igualdade racial com o objetivo de estimular a sua continuidade, incentivar a criação de projetos similares e contribuir para o aumento do respeito da população branca em relação à população negra; 2.3 – divulgar as iniciativas premiadas através de programas jornalísticos de rádio e uma publicação impressa com o objetivo de documentar seu trabalho e estimular sua replicação em outras localidades. 3 – Critérios de seleção A análise das iniciativas irá contemplar os seguintes critérios: 3.1 – capacidade de gerar mecanismos que promovam a igualdade racial; 3.2 – adequação da iniciativa ao público a que se destina; 3.3 – público envolvido, sendo considerados tanto valores absolutos quanto alcance relativo na região ou comunidade a que se destina; 3.4 – perfil sócio-econômico e cultural em que se insere a iniciativa; 3.5 – caráter inovador e capacidade de replicabilidade, observados enfoques de gênero, meio ambiente, orientação sexual, regionalidade, geração de renda, entre outros; 3.6 – capacidade de unir forças com outros projetos e ações (públicas ou da sociedade civil). 4 – Condições para inscrição 4.1 – Poderão se inscrever pessoas físicas ou jurídicas, cujos projetos estejam em andamento. Para este edital, serão aceitas como pessoas jurídicas as entidades sem fins lucrativos e de caráter não-governamental; 4.1.1 – Serão aceitas iniciativas realizadas em parceria com órgãos públicos, desde que as atividades principais do projeto sejam desempenhadas pela pessoa física ou jurídica participante do Prêmio. 4.2 – Cada pessoa física ou jurídica pode inscrever até dois projetos; 4.3 – Os membros da comissão julgadora, funcionários do Criar Brasil, funcionários da SEPPIR e seus parentes até 2º grau estão impedidos de concorrer ao proposto no presente edital. 5 – Procedimentos para inscrição 5.1 – As inscrições para o Prêmio da Igualdade Racial estão abertas do dia 27 de abril de 2009 ao dia 27 de maio de 2009. 5.2 – As pessoas físicas e jurídicas que se enquadrem no item 4.1 deste edital e que desejarem participar do Prêmio da Igualdade Racial devem entregar em mãos ou enviar via Correios o material de inscrição para o seguinte endereço: Prêmio da Igualdade Racial (A/C João Paulo) Centro de Imprensa, Assessoria e Rádio – CRIAR BRASIL Rua Teotônio Regadas, 26/403, Lapa, Rio de Janeiro, RJ, CEP 20021-360. 5.2.1 – Será invalidada a inscrição postada após o período estabelecido no item 5.1 deste edital. 5.3 – A confirmação de recebimento será realizada via email, através do endereço eletrônico informado no material de inscrição ou por correspondência via Correios. 5.4 – O material de inscrição consiste nos seguintes documentos: a) FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO, conforme modelo no anexo 1, devidamente preenchido e assinado pela pessoa física ou representante legal da entidade executora da iniciativa; b) PORTFÓLIO DA INICIATIVA, até 1 (um) CD ou DVD contendo material (texto, áudio, fotos, vídeos, multimeios) que julgar necessário para expressar o perfil da iniciativa. Além disso, os concorrentes poderão apresentar materiais que julguem significativos para a avaliação, tais como depoimentos, matérias em jornais e/ou revistas, cartazes, programas, convites de eventos, vídeos (em DVD), entre outras formas de registro da iniciativa. 5.4.1 – Eventuais dúvidas quanto ao preenchimento do formulário de inscrição devem ser encaminhadas via email para o endereço premio@criarbrasil.org.br ou por carta para o endereço descrito no item 5.2. 6 – Seleção e premiação 6.1 – As iniciativas serão analisadas, selecionadas e classificadas por um corpo de jurados representativo do movimento negro, indicado pela SEPPIR, a partir dos critérios de seleção descritos no item 3 deste edital. São eles: Lúcia Xavier, Edialeda Salgado Nascimento e Walter Silvério. 6.2 – Os prêmios reservados às iniciativas selecionadas são os seguintes: 1º lugar: R$ 3.000,00 (três mil reais); 2º lugar: R$ 2.500,00 (dois mil e quinhentos reais); 3º lugar: R$ 2.500,00 (dois mil e quinhentos reais); 4º lugar: R$ 2.000,00 (dois mil reais); 5º lugar: R$ 2.000,00 (dois mil reais). 6.2.1 – Além do valor em dinheiro, as iniciativas serão premiadas com a divulgação de seus trabalhos através de programas de rádio e de uma publicação impressa que serão amplamente distribuídos. 6.3 – O resultado da seleção será divulgado na página da internet do Criar Brasil (www.criarbrasil.org.br) no dia 27 de julho de 2009. 6.4 – Cada projeto selecionado receberá a visita de repórteres que irão registrar as iniciativas através de áudio, fotos e vídeo. O material colhido servirá de base para a produção de programas jornalísticos de rádio e de uma publicação impressa, com o objetivo de documentar as iniciativas pioneiras na redução das desigualdades racial no Brasil e estimular sua replicação em diferentes contextos. 6.5 – Os projetos selecionados se comprometem em cooperar com os repórteres e com a direção do prêmio no sentido de fornecerem toda a informação necessária para a documentação da iniciativa, bem como facilitar a realização de entrevistas, gravação de imagens, visitas presenciais aos locais de realização do projeto e demais formas de registro. 6.6 – Os selecionados deverão autorizar o Criar Brasil e a SEPPIR a utilizar, publicar e divulgar, em todos os meios de comunicação, sem qualquer ônus e assegurado o devido crédito, os projetos inscritos e seus materiais de inscrição. 6.7 – Os prêmios serão entregues aos responsáveis pelos projetos vencedores num evento gratuito a ser realizado no Rio de Janeiro no final do projeto. Nessa ocasião serão lançados os programas jornalísticos radiofônicos e a publicação impressa. 6.8 – O material de inscrição enviado não será devolvido, mesmo que não seja selecionado. 7 – Disposições Finais 7.1 – Os casos omissos serão analisados individualmente entre a coordenação do projeto e a comissão julgadora. Rio de Janeiro, 08 de abril de 2009.... << | Nenhuma | Pessoas que não fazem pré conceito | 06/05/2009 11:10 | 0 |
Fernanda PE |
Eduardo Campos é considerado maior incentivador do audiovisual de 2008 | Prêmio da ABD foi entregue à presidente da Fundarpe, Luciana Azevedo, na cerimônia de encerramento do Cine PE Pelo segundo ano consecutivo, o Governo de Pernambuco recebeu o prêmio Genivaldo Di... ver mais Prêmio da ABD foi entregue à presidente da Fundarpe, Luciana Azevedo, na cerimônia de encerramento do Cine PE Pelo segundo ano consecutivo, o Governo de Pernambuco recebeu o prêmio Genivaldo Di Pace, conferido pela Associação dos Documentaristas do Brasil (ABD) ao maior incentivador do setor audiovisual no estado. Dessa vez, o homenageado foi o governador do Estado, Eduardo Campos, representado pela presidente da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Luciana Azevedo, na cerimônia de encerramento do Cine PE, realizada na noite deste domingo (3). O prêmio anterior foi destinado à Fundarpe. No ano passado, o Governo investiu R$ 7,2 milhões na área. Desse montante, R$ 4 milhões foram garantidos através do 2º Edital do Programa de Fomento à Produção Audiovisual de Pernambuco. Entre as ações de destaque, estão os cursos de formação Comunicando Culturas e Desenhando Culturas que oferecem formação profissional em Cinema de Animação e Cultura Digital, respectivamente, a jovens de comunidades com alto índice de violência no Grande Recife. A Fundarpe também incentivou o concurso de Roteiros Ary Severo/Firmo Neto, Prêmio de Roteiros Naide Teodósio, Concurso DOC TV, Festival de Vídeo de Pernambuco, 1º Festival de Cinema de Triunfo e restauração, compra de cadeiras e equipamentos de projeção para transformar o Cine São Luiz num centro de referência do audiovisual no Estado. ... << | cultura | Amigos do Rádio | 05/05/2009 12:21 | 0 |
João Malerba |
Edital do Prêmio da Igualdade Racial | PRÊMIO DA IGUALDADE RACIAL 1 – Disposições gerais O Centro de Imprensa, Assessoria e Rádio – CRIAR BRASIL e a Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial – SEPPIR lançam o... ver mais PRÊMIO DA IGUALDADE RACIAL 1 – Disposições gerais O Centro de Imprensa, Assessoria e Rádio – CRIAR BRASIL e a Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial – SEPPIR lançam o Prêmio da Igualdade Racial. 2 – Objetivos 2.1 – Divulgar iniciativas executadas no Brasil que auxiliem na redução das desigualdades raciais e na promoção de uma cultura não-discriminatória, de forma a assegurar à população – independentemente de sua cor ou raça – o exercício pleno de sua cidadania e melhores condições de vida; 2.2 – premiar iniciativas de sucesso na promoção da igualdade racial com o objetivo de estimular a sua continuidade, incentivar a criação de projetos similares e contribuir para o aumento do respeito da população branca em relação à população negra; 2.3 – divulgar as iniciativas premiadas através de programas jornalísticos de rádio e uma publicação impressa com o objetivo de documentar seu trabalho e estimular sua replicação em outras localidades. 3 – Critérios de seleção A análise das iniciativas irá contemplar os seguintes critérios: 3.1 – capacidade de gerar mecanismos que promovam a igualdade racial; 3.2 – adequação da iniciativa ao público a que se destina; 3.3 – público envolvido, sendo considerados tanto valores absolutos quanto alcance relativo na região ou comunidade a que se destina; 3.4 – perfil sócio-econômico e cultural em que se insere a iniciativa; 3.5 – caráter inovador e capacidade de replicabilidade, observados enfoques de gênero, meio ambiente, orientação sexual, regionalidade, geração de renda, entre outros; 3.6 – capacidade de unir forças com outros projetos e ações (públicas ou da sociedade civil). 4 – Condições para inscrição 4.1 – Poderão se inscrever pessoas físicas ou jurídicas, cujos projetos estejam em andamento. Para este edital, serão aceitas como pessoas jurídicas as entidades sem fins lucrativos e de caráter não-governamental; 4.1.1 – Serão aceitas iniciativas realizadas em parceria com órgãos públicos, desde que as atividades principais do projeto sejam desempenhadas pela pessoa física ou jurídica participante do Prêmio. 4.2 – Cada pessoa física ou jurídica pode inscrever até dois projetos; 4.3 – Os membros da comissão julgadora, funcionários do Criar Brasil, funcionários da SEPPIR e seus parentes até 2º grau estão impedidos de concorrer ao proposto no presente edital. 5 – Procedimentos para inscrição 5.1 – As inscrições para o Prêmio da Igualdade Racial estão abertas do dia 27 de abril de 2009 ao dia 27 de maio de 2009. 5.2 – As pessoas físicas e jurídicas que se enquadrem no item 4.1 deste edital e que desejarem participar do Prêmio da Igualdade Racial devem entregar em mãos ou enviar via Correios o material de inscrição para o seguinte endereço: Prêmio da Igualdade Racial (A/C João Paulo) Centro de Imprensa, Assessoria e Rádio – CRIAR BRASIL Rua Teotônio Regadas, 26/403, Lapa, Rio de Janeiro, RJ, CEP 20021-360. 5.2.1 – Será invalidada a inscrição postada após o período estabelecido no item 5.1 deste edital. 5.3 – A confirmação de recebimento será realizada via email, através do endereço eletrônico informado no material de inscrição ou por correspondência via Correios. 5.4 – O material de inscrição consiste nos seguintes documentos: a) FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO, conforme modelo no anexo 1, devidamente preenchido e assinado pela pessoa física ou representante legal da entidade executora da iniciativa; b) PORTFÓLIO DA INICIATIVA, até 1 (um) CD ou DVD contendo material (texto, áudio, fotos, vídeos, multimeios) que julgar necessário para expressar o perfil da iniciativa. Além disso, os concorrentes poderão apresentar materiais que julguem significativos para a avaliação, tais como depoimentos, matérias em jornais e/ou revistas, cartazes, programas, convites de eventos, vídeos (em DVD), entre outras formas de registro da iniciativa. 5.4.1 – Eventuais dúvidas quanto ao preenchimento do formulário de inscrição devem ser encaminhadas via email para o endereço premio@criarbrasil.org.br ou por carta para o endereço descrito no item 5.2. 6 – Seleção e premiação 6.1 – As iniciativas serão analisadas, selecionadas e classificadas por um corpo de jurados representativo do movimento negro, indicado pela SEPPIR, a partir dos critérios de seleção descritos no item 3 deste edital. São eles: Lúcia Xavier, Edialeda Salgado Nascimento e Walter Silvério. 6.2 – Os prêmios reservados às iniciativas selecionadas são os seguintes: 1º lugar: R$ 3.000,00 (três mil reais); 2º lugar: R$ 2.500,00 (dois mil e quinhentos reais); 3º lugar: R$ 2.500,00 (dois mil e quinhentos reais); 4º lugar: R$ 2.000,00 (dois mil reais); 5º lugar: R$ 2.000,00 (dois mil reais). 6.2.1 – Além do valor em dinheiro, as iniciativas serão premiadas com a divulgação de seus trabalhos através de programas de rádio e de uma publicação impressa que serão amplamente distribuídos. 6.3 – O resultado da seleção será divulgado na página da internet do Criar Brasil (www.criarbrasil.org.br) no dia 27 de julho de 2009. 6.4 – Cada projeto selecionado receberá a visita de repórteres que irão registrar as iniciativas através de áudio, fotos e vídeo. O material colhido servirá de base para a produção de programas jornalísticos de rádio e de uma publicação impressa, com o objetivo de documentar as iniciativas pioneiras na redução das desigualdades racial no Brasil e estimular sua replicação em diferentes contextos. 6.5 – Os projetos selecionados se comprometem em cooperar com os repórteres e com a direção do prêmio no sentido de fornecerem toda a informação necessária para a documentação da iniciativa, bem como facilitar a realização de entrevistas, gravação de imagens, visitas presenciais aos locais de realização do projeto e demais formas de registro. 6.6 – Os selecionados deverão autorizar o Criar Brasil e a SEPPIR a utilizar, publicar e divulgar, em todos os meios de comunicação, sem qualquer ônus e assegurado o devido crédito, os projetos inscritos e seus materiais de inscrição. 6.7 – Os prêmios serão entregues aos responsáveis pelos projetos vencedores num evento gratuito a ser realizado no Rio de Janeiro no final do projeto. Nessa ocasião serão lançados os programas jornalísticos radiofônicos e a publicação impressa. 6.8 – O material de inscrição enviado não será devolvido, mesmo que não seja selecionado. 7 – Disposições Finais 7.1 – Os casos omissos serão analisados individualmente entre a coordenação do projeto e a comissão julgadora. Rio de Janeiro, 08 de abril de 2009. ... << | Nenhuma | Pessoas que não fazem pré conceito | 05/05/2009 10:05 | 0 |
Agência Pulsar |
e a conferência nisso tudo? | em tempos pré-conferência nacional de comunicação não é a toa que muitos militantes acreditem que esse foi mesmo um "ato público" para pixar ainda mais a imagem de quem luta por comunicação plural.... ver mais em tempos pré-conferência nacional de comunicação não é a toa que muitos militantes acreditem que esse foi mesmo um "ato público" para pixar ainda mais a imagem de quem luta por comunicação plural. Na Pulsar estamos acompanhando o caso. Os links para quem se interessar: http://www.brasil.agenciapuls... http://www.brasil.agenciapuls... Estamos reunindo mais informações para a próxima edição da Radiorevista Comunidade em Rede. Volto para dar mais notícias...... << | Nenhuma | Rádios Livres | 16/04/2009 11:06 | 0 |
Agência Pulsar |
Estados mobilizam etapas da conferência | O Giro Comunitário da última edição da Radiorevista Comunidade em Rede trouxe novidades sobre a mobilização para a construção da... ver mais O Giro Comunitário da última edição da Radiorevista Comunidade em Rede trouxe novidades sobre a mobilização para a construção da Conferência Nacional de Comunicação. Em alguns estados estão sendo organizadas as etapas regionais e municipais. Saiba mais sobre a mobilização no Rio de Janeiro e em São Paulo ouvindo o link http://www.radiotube.org.br/i... No mesmo endereço você conhece a edição completa da Radiorevista Comunidade em Rede nº23, da Agência Pulsar.... << | conferência comunicação rádios comunitárias pulsar rio de janeiro rio são paulo | Conferência Nacional de Comunicação | 02/04/2009 12:32 | 0 |
João Malerba |
Encontro Sul Fluminense Pró-Conferência Nacional de Comunicação | Durante o 1º Encontro Pró-Conferência Nacional de Comunicação do Sul Fluminense, promovido pelo Fórum de Mídia Livre do Sul Fluminense (FMLSF) e... ver mais Durante o 1º Encontro Pró-Conferência Nacional de Comunicação do Sul Fluminense, promovido pelo Fórum de Mídia Livre do Sul Fluminense (FMLSF) e realizado no sábado, dia 28, no plenário da Câmara Municipal de Volta Redonda, a deputada estadual Inês Pandeló (PT) declarou apoio à causa e pôs seu mandato à disposição da militância. "Parabenizo a iniciativa de vocês. Eu estava no Fórum Social Mundial quando ouvi a notícia da Conferência Nacional", disse, referindo-se ao anúncio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, feito naquela ocasião. Para Inês Pandeló (foto), o tema há muito exige uma ampla discussão no Brasil. "É preciso que haja uma tomada de posição nesse sentido. O que vemos hoje são rádios comunitárias sendo tratadas como marginais. Sou a favor da liberdade de expressão e penso que espaço para se expressar tem que haver em todo país que se diz democrático", comentou a deputada, oferecendo apoio através de seu mandato na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). "Podem ter no meu mandato um apoio real", prometeu. Ainda durante o evento, a parlamentar afirmou que marcará uma audiência pública na Alerj - através da Comissão de Cultura - para que o assunto seja debatido. "Vou falar com o (deputado) Alessandro Molon, que é presidente da Comissão de Cultura, para marcarmos uma audiência sobre a Conferência", garantiu Inês. O 1º Encontro Pró-Conferência Nacional de Comunicação do Sul Fluminense teve a participação de cerca de 50 pessoas, entre representantes da sociedade civil organizada, assessores políticos - como os do deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL) -, estudantes, representantes do movimento estudantil de Volta Redonda, Barra Mansa e Resende, de sindicatos de classe, dos movimentos de negros e mulheres, e da Igreja Católica, através das pastorais de Comunicação e Infância da Cúria Diocesana de Volta Redonda e Barra do Piraí. Representando as rádios comunitárias e compondo a mesa de debates, Carlito Vieira, diretor da Abraço/RJ. Em sua palestra, a psicóloga Noely Godoy, representante do Conselho Regional de Psicologia e integrante da Comissão Estadual Pró-Conferência, abordou a importância da Conferência Nacional de Comunicação e fez uma exposição acerca da produção de subjetividade na mídia. Já o engenheiro Telmo Lustosa, diretor do Clube de Engenharia e também integrante da Comissão Estadual, lembrou o histórico da legislação brasileira acerca das Comunicações e ressaltou a importância de que ela seja revista pelo governo federal. Coisa que só poderá acontecer, segundo ele, com a realização da Conferência. De acordo com um dos diretores do Sindicato dos Jornalistas do Estado do Rio de Janeiro, Álvaro Britto, há grande expectativa de que, em breve, o governo federal publique decreto convocando a Conferência. "A Conferência envolverá o Poder Público - federal, estadual e municipal -, empresários - principalmente os de comunicação -, e a sociedade civil. Nosso objetivo hoje (ontem, sábado, dia 28) é fazer o debate com a sociedade civil", frisou. Após a realização do painel "Conferência Nacional de Comunicação: o que é, quem participa e importância", houve uma plenária para decidir quais serão os próximos passos do grupo no Sul Fluminense. Dentre outras decisões aprovadas na plenária, ficou acertada uma reunião, a ser realizada no próximo dia 25/04, às 14h, no Clube Foto Filatélico de Volta Redonda. Além disso, também foi levantada a possibilidade de produzir materiais didáticos sobre a Conferência, para que sejam distribuídos em associações de moradores, sindicatos, escolas etc. O engenheiro Bebeto, companheiro do jornal alternativo Valença em Questão, sugeriu que se façam 'caravanas' da Pró-Conferência em municípios da região para conscientizar e aglutinar mais pessoas ao movimento. Fonte: www.midiainsana.blogspot.com....... << | conferencia conferência nacional comunicacao comunicação alerj | Conferência Nacional de Comunicação | 31/03/2009 11:08 | 1 |
Lielle Serafim |
Estado perde vagas, mas país cria empregos | Os números do emprego formal no Espírito Santo mostram que as demissões motivadas pela crise mundial continuam ocorrendo, mas perderam força em fevereiro, no comparativo a janeiro deste ano. O... ver mais Os números do emprego formal no Espírito Santo mostram que as demissões motivadas pela crise mundial continuam ocorrendo, mas perderam força em fevereiro, no comparativo a janeiro deste ano. O saldo negativo entre admissões e demissões ficou em 370 postos de trabalho, resultado até "bom", se comparado ao saldo negativo de 3.725, em janeiro. No acumulado do primeiro bimestre do ano, são 4.095 vagas perdidas no Estado, puxado pelas dispensas no comércio. No entanto, a situação do Estado fica atrás dos dados nacionais. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados ontem pelo Ministério do Trabalho e Emprego, apontam que foram abertos 9,1 mil postos de emprego com carteira assinada no mês de fevereiro no país. Em fevereiro, o comércio seguiu mantendo o pior desempenho de todos os setores no Estado. No mês passado, o setor fechou 880 postos formais, contra 1.956 em janeiro. A construção civil vem em seguida, com menos 600 vagas. Em janeiro o saldo negativo do setor foi de 403. Depois aparecem a indústria de transformação (-413), agronegócio (-268) e extrativa mineral (-5). O setor de serviços teve destaque em fevereiro por fazer o caminho inverso. O saldo positivo ficou em 1.276 postos de trabalho. A administração pública, com saldo positivo de 414 vagas, e os serviços de utilidade pública, com mais 106 postos, integram o conjunto de setores que empregaram em fevereiro no Espírito Santo. Nacionais Os bons números nacionais foram suficientes para o governo exacerbar, novamente, um otimismo exagerado com a crise. O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, chegou a dizer que ousa prever o fim da tensão. O último resultado positivo havia acontecido em outubro do ano passado. Mesmo com a recuperação em fevereiro, a abertura de 9,1 mil postos de trabalho com carteira assinada representa o pior resultado para este mês desde 1999. Apesar de quase 800 mil vagas terem sido fechadas nos últimos três meses no país, para o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, é hora de comemorar. "Nos Estados Unidos, tivemos 450 mil demissões em fevereiro. Ouso afirmar que o Brasil começou a sair da crise em fevereiro. Março vai ser o mês da grande virada". www.agazeta.com.br ... << | crise emprego trabalho | Notícias do Sudeste | 19/03/2009 16:23 | 0 |
Paulo Marcos |
Encontro avalia os dois anos do Pacto pela criança e adolescente | O Pacto Nacional Um Mundo Para a Criança e o Adolescente do Semiárido completa dois anos em 2009 e realiza nos dias 12 e 13 de março a primeira reunião do Comitê... ver mais O Pacto Nacional Um Mundo Para a Criança e o Adolescente do Semiárido completa dois anos em 2009 e realiza nos dias 12 e 13 de março a primeira reunião do Comitê Nacional, em Salvador - Ba. O encontro tem como objetivo avaliar a atuação nesses dois anos e definir estratégias que irão nortear as ações em 2009 e 2010. A pauta da discussão contempla o plano de ação de 2009 e a proposta do Observatório do Semiárido aprovada pelo Comitê Nacional. Para a abertura do evento está previsto pronunciamento do Governador Jaques Wagner, em seguida exposição do Plano de Redução das Desigualdades, e dos resultados do Selo Unicef 2008. No segundo dia, entre outras atividades, será apresentada a experiência do Projeto Baú de leitura, do Programa de Educação do Campo do MOC - Movimento de Organização Comunitária, que atua na Região Sisaleira da Bahia. ... << | unicef crianças pacto adolescentes | Cangaia News | 12/03/2009 18:49 | 0 |
Paulo Marcos |
e todos nós | Todos nós temos um pouquinho de mulher dentro de nós. Paulo Marcos Todos nós temos um pouquinho de mulher dentro de nós. Paulo Marcos | Nenhuma | Questão de gênero | 09/03/2009 17:17 | 0 |
Lielle Serafim |
Equipamentos: Computador, TV, celular... | Conheça as histórias das invenções que mais usamos no dia a dia. Achei um site mto legal galera. Quem se interessar dê uma olhada no... ver mais Conheça as histórias das invenções que mais usamos no dia a dia. Achei um site mto legal galera. Quem se interessar dê uma olhada no link. http://www.discoverybrasil.co...... << | Nenhuma | Novas Tecnologias | 08/03/2009 21:01 | 0 |
Clara Araújo |
Embraer vai recorrer da decisão do TRT de suspender as demissões na empresa | A Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer) anunciou hoje (27) no início da noite que irá recorrer da decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 15° Região que suspendeu até a próxima quinta-feira... ver mais A Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer) anunciou hoje (27) no início da noite que irá recorrer da decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 15° Região que suspendeu até a próxima quinta-feira (5) as 4,2 mil demissões anunciadas pela empresa no último dia 19. A empresa pretende apresentar o recurso ainda hoje. Em nota, a Embraer diz que “reitera seu profundo respeito aos funcionários que tiveram seus contratos de trabalho rescindidos, mas novamente enfatiza a necessidade de se ajustar à drástica redução de demanda por aeronaves em todo o mundo”. No recurso à Justiça do Trabalho, a empresa vai argumentar que as demissões foram efetuadas “rigorosamente de acordo com todos os preceitos e normas legais existentes”. A suspensão foi anunciada na manhã de hoje pelo desembargador Luís Carlos Cândido Martins Sotero da Silva, em resposta à ação movida por entidades sindicais que argumentam que a Embraer ignorou os sindicatos e não estabeleceu nenhum tipo de negociação antes de oficializar a demissão em massa. FONTE: Agência Brasil LINK: http://www.agenciabrasil.gov....... << | emprego embraer demissão justiça | Trabalho | 27/02/2009 20:44 | 0 |